quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Ritual de Sabbat Samhain


Em muitas tradições wiccanas, é costume o Bruxo jejuar um dia inteiro antes de realizar o Ritual do Sabbat Samhain.

Após o banho ritual com água salgada para limpar seu corpo e sua alma de todas as impurezas e energias negativas, coloque uma veste cerimonial longa e preta (a menos que prefira trabalhar sem roupa, como fazem muitos Bruxos), use um colar de bolotas feito a mão em torno do pescoço e coloque uma coroa de folhas de carvalho na cabeça.

Comece traçando um círculo de 3m de diâmetro, usando giz ou tinta branca. Coloque 13 velas pretas e cor de laranja em torno do círculo e à medida que for acendendo cada uma diga: VELA SAMHAIN DO FOGO TãO BRILHANTE CONSAGRE ESTE CíRCULO DE LUZ.

No centro do círculo erga um altar voltado para o norte. No centro do altar, coloque três velas (uma branca, uma vermelha e uma preta) para representar, cada uma, uma fase da Deusa Tripla. à esquerda (oeste) das velas, coloque um cálice com sidra e um prato contendo sal marinho. à direita (leste) das velas, coloque um incensório com incenso de ervas e uma pequena tigela com água. Diante das velas (sul), coloque um sino de altar de latão, um punhal consagrado e uma maçã vermelha. Faça soar três vezes o sino do altar e diga: SOB O NOME SAGRADO DA DEUSA E SOB A SUA PROTEçãO, INICIA-SE AGORA ESTE RITUAL DO SABBAT.

Salpique um pouco de sal e água em cada ponto da circunferência em torno do círculo para limpar o espaço de qualquer negatividade ou influência maligna. Pegue o punhal com a mão direita e diga: OUçAM BEM, ELEMENTOS, AR, FOGO, áGUA E TERRA. PELO SINO E PELA LÂMINA EU VOS CONVOCO NESTA SAGRADA NOITE DE ALEGRIA.

Mergulhe a lâmina do punhal no cálice com a sidra e diga: EU TE OFEREçO, OH, DEUSA, ESTE NéCTAR DA ESTAçãO.

Coloque o punhal de volta no altar. Acenda o incenso e as três velas do altar e diga: TRêS VELAS EU ACENDO EM TUA HONRA, OH, DEUSA: BRANCA PARA A VIRGEM, VERMELHA PARA A MãE, PRETA PARA A ANCIã. OH DEUSA DE TODAS AS COISAS SELVAGENS E LIVRES, A TI ERGO ESTE TEMPLO SAGRADO EM PERFEITA CONFIANçA.

Pegue o cálice com ambas as mãos e derrame algumas gotas da sidra sobre a maçã, dizendo: AO VENTRE DA DEUSA MãE RETORNA AGORA O DEUS, ATé O DIA EM QUE NOVAMENTE RENASCERá. A GRANDE RODA SOLAR GIRA MAIS UMA VEZ. O CICLO DAS ESTAçõES NãO TERMINA NUNCA. ABENçOADAS SEJAM AS ALMAS DAQUELES QUE VIAJARAM ALéM PARA O MUNDO ESCURO DOS MORTOS. EU DERRAMO ESTE NéCTAR EM HONRA à SUA MEMóRIA. QUE A DEUSA OS ABENçOE COM LUZ, BELEZA E ALEGRIA. ABENçOADOS SEJAM! ABENçOADOS SEJAM!

Beba o restante da sidra e, então, coloque o cálice no seu lugar no altar. Faça soar o sino três vezes, desfaça o círculo apagando as velas de cores laranja e preta, começando do leste e movendo em direção levógira. Pegue a maçã do altar e enterre-a do lado de fora para nutrir as almas dos que morreram no último ano.

O Ritual de Samhain está agora completo e deve ser seguido de meditação, divinação em bola de cristal, recital de poesia mística inspirada na Deusa e uma prece dos Bruxos pelas almas de todos os membros da família e dos amigos que passaram para o Plano Espiritual.

Fonte: 'Wicca - A Feitiçaria Moderna', de Gerina Dunwich

terça-feira, 19 de outubro de 2010

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

O Culto aos Ancestrais



“Eu vivo, porém não viverei para sempre.
Somente a Mãe Terra vive eternamente”


(Canção dos índios Kiowa)



A morte faz parte do ciclo da vida, assim como o dia alterna-se com a noite, a luz com a sombra. A sombra da proximidade da morte nos permite compreender e respeitar o delicado equilíbrio da vida. Assim, seremos capazes de aceitar a continuidade da vida nos nossos descendentes, pois nós também somos a continuação da linhagem ancestral. As gerações nascem, crescem, florescem, amadurecem e decaem, feito frutos de uma mesma árvore, transformando-se no adubo rico necessário para a próxima colheita. Venerar os ancestrais mantém viva a conexão entre as gerações, os vivos reconhecendo e agradecendo àqueles que trilharam antes os caminhos, abrindo portas e deixando o legado das suas experiências e realizações.

De uma forma ou de outra, todas as antigas culturas do hemisfério Norte reverenciavam os mortos, com celebrações e oferendas realizadas no final do outono, quando a própria natureza entrava em declínio. Festejavam-se ao mesmo tempo a última colheita, o abate dos animais para garantir a sobrevivência humana durante os meses de inverno e a lembrança daqueles que tinham passado para o mundo dos espíritos, ao longo do ano.

Os nomes das comemorações dos ancestrais variavam de um país para outro – “Pitra Visarjana Amavasya”, na Índia; “O Dia das almas errantes”, no Tibet; “Festival Obon”, no Japão; e “A festa dos fantasmas famintos”, na China. Na África, em Daomé (atual Benim), celebrava-se “colocar a mesa”; na Sicília, na festa dos “I Morti” as mesas eram postas com “armuzzi” – “as mãos do morto” modeladas em massa de pão, enquanto no resto da Itália os doces de clara de ovo com amêndoas e açúcar eram chamados de “ossi di morti”. No México, até hoje, os familiares fazem piquenique nos cemitérios, levando para os túmulos, enfeitados com guirlandas de calêndulas, os pratos e as bebidas preferidas dos falecidos.

O dia de Los Muertos mexicanos não é uma comemoração macabra ou grotesca, mas uma maneira alegre, divertida e espontânea de reconhecer a inevitabilidade da morte. Ela aparece nos brinquedos das crianças (representada como soldado, herói, policial, médico, dentista, jogador de bola, professor, noivo ou noiva), nos enfeites de açúcar e nos doces, modelada como caveira ou esqueleto e nas “calaveras” – cartões e imagens de caveiras coloridas com dizeres engraçados trocados entre os amigos. Todos têm um esqueleto, todos vão acabar no cemitério, portanto, é melhor se acostumar desde criança com esta realidade.

As datas dos festivais dos mortos também diferiam de uma cultura para outra. No Egito, a baixa do Rio Nilo, em novembro, marcava o início de “Isia”, a celebração de seis dias que lembrava a morte do deus Osíris. Procissões, drama sagrado, cânticos e danças reencenavam a sua morte e ressurreição, bem como a celebração do retorno das almas para visitar seus familiares. Lamparinas iluminavam suas antigas moradias e os caminhos para orientá-las, os templos e as casas eram enfeitados com flores e oferendas de comidas e bebidas. Do Egito, este costume se espalhou pela Europa e foi preservado e adaptado pelos povos celtas. Por serem povos pastoris, os celtas dividiam o ano em duas estações – o verão, quando o gado era levado para os pastos, e o inverno, quando era trazido de volta.

“Samhain” (pronunciado “souen”) era o festival celta dos mortos celebrado no dia 31 de outubro, considerado o primeiro dia de inverno e o início do Novo Ano. Neste dia, os véus entre os mundos se tornavam mais tênues, as almas transitavam mais facilmente de um lado para outro. Além dos familiares mortos, outros seres se manifestavam nesta noite – fadas escuras, elfos, almas perdidas, espíritos zombeteiros. Para se protegerem deles, os celtas usavam máscaras de animais e acendiam fogueiras nas colinas para guiarem os espíritos dos seus ancestrais de volta para suas antigas casas, enfeitadas com lamparinas de abóbora ou nabo colocadas nas janelas e nas portas. Durante séculos, o cristianismo tentou, em vão, suprimir os festejos de três dias do Sabbat Samhain. Por não conseguir, apelou para o sincretismo religioso, criando o Dia de Todos os Santos e o Dia de Finados, sobrepondo a data cristã ao antigo festival pagão.

Os milhões de emigrantes europeus (principalmente irlandeses que estavam sem meios de sobrevivência após a grande fome de 1846) levaram para sua nova pátria – os EUA – seus costumes e práticas ancestrais. Surgiu, assim, a festa profana de Halloween, pela metamorfose dos significados antigos (máscaras, fantasmas, lanternas, comidas), disfarçados em apresentações caricaturais (bruxas, chapéus pontudos, perucas coloridas, vassouras, lanternas de abóboras, caça aos doces – este costume sendo uma reminiscência do hábito antigo de dar esmolas aos pobres e comida para as almas). O comércio e Hollywood contribuíram, em muito, para tornar o antigo festival Samhain em festa folclórica, infantil ou em um simples baile de máscaras. Mesmo assim, alguns povos ainda preservam de forma autêntica as tradições dos seus ancestrais. Os nativos norte-americanos celebram até hoje, na primeira lua cheia após o solstício de inverno, o retorno dos Kachinas – os espíritos dos seus antepassados, com o Festival Soyal, que inclui danças com máscaras, fogueiras e oferendas.

No Japão, o Festival Obon é celebrado durante 18 dias, requerendo uma esmerada preparação prévia dos templos, jardins, casas para a recepção dos “shugoray” – os espíritos dos ancestrais. As famílias se reúnem e invocam os espíritos com danças circulares que induzem a um estado de transe, facilitando percepções paranormais e manifestações de ectoplasmia e telecinésia. Antes de Obon, os familiares vão em peregrinação para os cemitérios, limpam a área, plantam flores e deixam oferendas de comidas, bebidas e imagens de cavalos (para ajudar o deslocamento dos espíritos entre os mundos).

No último dia do Festival, os ancestrais estão sendo encorajados para voltar para a “Terra dos Mortos” e enormes fogueiras são acesas para lhes iluminar o retorno. Deste amálgama de informações e costumes, cada pessoa pode criar uma homenagem pessoal para seus antepassados, seja criando um pequeno altar na sua casa (colocando fotos, objetos, lembranças no canto especificado pela sabedoria Feng Shui), seja preparando um pequeno altar externo (como na Tailândia), usando uma miniatura de casa (como uma gaiola de pássaros), pintada com símbolos que propiciem o renascimento para “recepcionar” os visitantes do Além. Uma alternativa é seguir o costume vigente, levando flores para seus túmulos, encomendar um culto ou visualizá-los envoltos pela Luz Maior.

O importante é reconhecer o seu legado, reverenciar a linhagem ancestral, preservar as tradições antigas e honrar sua sabedoria lembrando a frase de Kahlil Gibran: “Todos os que viveram no passado vivem em nós agora. Que possamos honrá-los como hóspedes valiosos”.




Mirella Faur

Fonte:teiadethea

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Feliz Dia das Crianças!!!





Magia para Crianças


Magia da Bolha de Sabão



Como esta magia é realizada na inocência das crianças, não é determinada a época ou dias, ou horários para fazer a magia.

Mas como vai ser monitorada por um adulto, prefira realizar no equinócio de primavera, para dar mais energia ao encantamento.

Compre ou confeccione você mesmo(a) um brinquedo de fazer bolinhas de sabão.

Então, diga a(s) criança(s) que sopre ao vento várias bolinhas, orientando que existe um rei dos elementais dos ares, chamado Paralda e elementais chamados silfos.

Depois de soprar as bolinhas, podem ser feitos os pedidos aos poderes destes elementais.

E enquanto pensam nos desejos, repetir o encantamento:



“Brisa da Primavera, atenda ao meu pedido,

Contido dentro destas bolhas de sabão.

Poderes do Ar, tornem esse desejo realidade,

E tragam mais alegria ao meu coração.”

Que assim seja!


Fonte:Magia Zen

domingo, 10 de outubro de 2010

A Bruxa tá Solta!!!

31 de Outubro – Halloween / Samhain / Dia das Bruxas


Quem nunca assistiu a um filme em que crianças fantasiadas batem de porta em porta e perguntam: “Travessuras ou Gostosuras” ? Ou então não se encantou com as centenas de séries, filmes e desenhos animados com seus magos, bruxas e afins ? Ou não se assustou com algum filme de terror em que um serial killer mascarado escolhe uma data do ano para atacar e matar quem estiver em seu caminho ? Isso tudo tem estreita relação com uma famosa data celebrada no dia 31 de outubro: O Halloween, ou Dia das Bruxas. O Halloween, como nós o conhecemos, tem suas origens nas regiões da Gália e as ilhas da Grã-Bretanha, por volta dos anos 600 a.C. a 800 d.C., mas inicialmente não era relacionado à bruxaria. A data, na realidade, é um dos festivais do calendário celta, a comemoração do Samhain (pronuncia-se Souen ou Sauáin, significa literalmente “fim do verão”, em irlandês), que celebrava o fim do verão e ocorria entre os dias 30 de outubro e 7 de novembro. Podemos dizer que o Halloween tem duas origens distintas: a pagã e a cristã.


A religião celta, o druidismo, não tinha registros escritos. Tudo era transmitido oralmente e, portanto, perdeu-se um pouco do conhecimento sobre os significados de determinados conceitos religiosos. Muitos historiadores discordam com relação a determinadas afirmações sobre as tradições religiosas célticas. O que se sabe é que o Samhain era uma festa que comemorava o fim do verão, o início de um novo ano e o final da terceira e última colheita. Começava-se também o armazenamento das provisões para o inverno, que lentamente se aproximava. Uma das bases da sociedade celta era o pastoreamento de ovelhas e gado. No final de outubro o tempo esfriava mais, e os pastores traziam seus animais para pastos mais próximos de sua casa, o que geralmente representava significativas mudanças na rotina diária. Nos meses do outono e do inverno, todos passavam mais tempo juntos, dentro ou próximo de suas casas, realizando artesanatos, trabalhos domésticos e armazenando comida. De acordo com a tradição celta, a mudança era considerada como um momento em que as coisas transitam de um estado para outro. O ponto de equilíbrio entre os extremos era muito caro à filosofia celta, e o fim do verão era uma representação disso, portanto, tinha propriedades ditas “mágicas”, ou seja, uma abertura ou conexão com os mortos, que haviam passado pela última e fatal mudança. Como era uma data que ficava a meio caminho do solstício de verão e o de inverno, os celtas a relacionavam ao momento em que o véu entre os mundos – dos vivos e dos mortos – é mais tênue, e assim, é um festival dos antepassados, a época de se ligar aos espíritos e aos mais velhos. A celebração era presidida pelos sacerdotes druidas, que atuavam como médiuns, incorporando espíritos para que esses pudessem falar com seus familiares e amigos. Enormes fogueiras eram construídas, e as pessoas se reuniam para queimar oferendas às deidades. Durante a comemoração, os druidas usavam trajes específicos, geralmente constituídos de peles e cabeças de animais. Acreditava-se também que os espíritos dos mortos naquele ano retornavam para visitar seus antigos lares e guiar os familiares ao Outro Mundo e que, algumas vezes, esses espíritos procuravam corpos vivos para possuir e usar pelo tempo que quisessem. Desse modo, na noite de 31 de outubro todas as tochas e fogueiras eram apagadas, o ambiente tornava-se hostil e escuro, e as pessoas vestiam-se com fantasias, folhas e galhadas, desfilando em procissão pelas ruas para assustar os que procuravam corpos para possuir. Sabe-se também que os celtas veneravam a constelação das sete estrelas, as Plêiades, que alcançam seu ponto mais alto no céu setentrional no dia 31 de outubro, e depois desciam lentamente para o Hemisfério Sul. Por isso, havia a crença de que o verão sempre voltaria e terminaria com o surgimento das Plêiades. Todas essas tradições foram adotadas pelos romanos, que invadiram as Ilhas Britânicas por volta de 46 a.C. Posteriormente eles abandonaram os costumes, substituindo-os por outros. Com o advento do cristianismo, a religião celta foi aos poucos desaparecendo, e em meados do século II d.C. ela praticamente não existia mais, restando apenas alguns resquícios das celebrações originais. É necessário dizer que, entre os celtas, o Halloween não tinha uma relação específica com a bruxaria. Entretanto, os povos célticos da Irlanda que migraram para os Estados Unidos no início da colonização levaram as tradições do Samhain, e a festa logo ganhou aceitação local, mesclando-se às histórias de bruxas contadas pelos índios norte-americanos e, mais tarde, às crenças em magia negra e vodu que permeavam as religiões dos escravos africanos.


A origem cristã do Halloween também é controversa. Sabemos que a Igreja Católica sempre homenageou seus mortos, e caso a pessoa seja de fato muito virtuosa ou realize milagres em vida, ela ganha o direito de ser canonizada e se tornar “santa”, intermediária entre Deus e o Homem, capaz de realizar milagres no plano físico. Geralmente esses santos são homenageados pelos católicos em seus “dias” específicos, geralmente seu aniversário de morte. Entretanto, como são milhares de santos, por vezes é impossível estabelecer datas celebrativas para todos. Sabe-se que, desde o século IV, a Igreja da Síria consagrava um dia à celebração de Todos os Mártires. No século VII, o Papa Bonifácio IV transforma um templo romano dedicado a todas as divindades (chamado de Panteão) em uma Igreja dedicada a Todos os Santos, ou seja, a todos que o precediam na fé. Ele estabelece também o Dia de Todos os Santos, com o intuito de homenagear todos os canonizados em uma mesma data, no caso, 13 de maio. Mais tarde, no século VIII, o Papa Gregório III transfere a data para 1º de novembro, dia da dedicação da Capela de Todos os Santos na Basílica de São Pedro, em Roma. Em 840, O Papa Gregório VII ordena que esse dia seja celebrado universalmente, tornando-a uma festa de grandes proporções. Para tanto, havia uma celebração vespertina (ou vigília) na noite do dia 31 de outubro, o que estava de acordo com as tradições judaicas, em que os dias santos eram considerados do pôr-do-sol de um dia ao pôr-do-sol do dia seguinte. Essa vigília era chamada de All Hallows’ Even, ou seja, Noite de Todos os Santos, véspera do All Hallows’ Day (Dia de Todos os Santos). A palavra “Hallow”, em inglês arcaico, tinha o significado de “pessoa santa”. Com o tempo a Noite de Todos o Santos passou de All Hallows’ Even a Hallowe’en até chegar ao que conhecemos hoje, o Halloween. É senso comum entre os historiadores de que a mudança de data para 1º de novembro era parte de uma antiga política da Igreja Católica de associar tradições não-cristâs ou pagãs a suas festividades, com o firme intento de converter mais pessoas à fé cristã, mesmo que isso significasse alterar o calendário religioso para que esse correspondesse às datas pagãs. Com a incorporação do Samhain ao Dia de Todos os Santos, a Igreja também acabou incorporando determinadas tradições célticas às celebrações do Dia de Todos os Santos, o que ajudou a trazer para o Cristianismo católico os descendentes dos Celtas, principalmente irlandeses. Entretanto, a coloração espiritual ou sobrenatural da data ainda ficou muito forte e, com a disparidade de religiões, a Igreja cria o Dia de Finados no século XIII, com a intenção de homenagear os mortos cristãos. No catolicismo, são feitas orações aos entes queridos que estão no purgatório, período de purificação (através do sofrimento) pelo qual as almas passam para posteriormente entrarem no Céu. Apesar da introdução de mais esse feriado, continuou a curiosidade dos cristãos em relação aos espíritos dos mortos que voltava, vez que essa era a idéia básica da festividade original do Samhain. Assim, a Igreja passa a associar esses espíritos a demônios ou criaturas do mal, e por isso o Halloween apresenta algumas vezes imagens tão horripilantes.



Tradições


O Halloween, como é celebrado atualmente, apresenta muitas diferenças se comparado à festa original, restando apenas a alusão aos mortos, ainda que fracamente. Aos poucos foram sendo incorporados à data elementos estranhos de diferentes origens, que se popularizaram rapidamente, principalmente nos Estados Unidos e no Canadá, Isso transformou o Halloween em um evento principalmente comercial e cultural dos norte-americanos, que o têm como uma tradição muito especial, perdendo apenas para o Natal e o Dia de Ação de Graças.

Dentre as tradições acrescidas, temos, por exemplo, o costume de se fantasiar ou “disfarçar”, que possivelmente teve origem na França entre os séculos XVI e XV. Nessa época, a Europa era cruelmente flagelada pela peste bubônica, que dizimou um terço de sua população. Diariamente milhares morriam, e a cura para a doença parecia simplesmente não existir. Isso aumentava consideravelmente o temor e a preocupação das pessoas em relação à morte. A Igreja rapidamente reagiu, multiplicando as missas realizadas no Dia de Finados e Todos os Santos. Nasceram também representações artísticas de caráter burlesco ou satírico, chamadas de Danças da Morte ou Danças Macabras. Na véspera de Finados, alguns fiéis enfeitavam os cemitérios com desenhos ou pinturas do Diabo puxando alegremente uma fila de pessoas para dentro das tumbas, fossem elas reis, cavaleiros, damas, mendigos ou camponeses porque, afinal, a morte não faz distinções de qualquer espécie. Além disso, também eram encenadas representações teatrais, com pessoas que se fantasiavam de diferentes personalidades e também de Morte ou Diabo, à qual todos os outros personagens deveriam apresentar-se. Esse costume de se fantasiar na Noite das Bruxas se mesclou a outro, o de pedir “doces sob a ameaça de uma travessura”. Na Idade Média, uma das práticas populares do Dia de Finados era pedir “bolos das almas”, sobremesas de massa geralmente simples com coberturas de groselha. Quem pedia esses bolos eram as crianças, que passavam de porta em porta vestindo fantasias chamadas “soulings” (uma referência à palavra “alma”, ou “almejar”). Para cada bolo ganho, era ofertada uma oração aos familiares da pessoa que lhe dera o bolo. Essas eram as orações que ajudariam as pessoas a saírem do purgatório e irem para o Céu. Uma outra origem possível para essa tradição é inglesa, no período histórico de perseguição protestante contra os católicos (mais ou menos de 1500 a 1700). Os católicos ingleses haviam sido privados de seus direitos legais, não podendo exercer nenhum cargo público e tendo pesadas multas, impostos e prisões contra eles. Celebrar a missa era pena capital, e centenas de padres sofreram as conseqüências da desobediência. Logo houve uma tentativa um atentado contra o rei protestante Jorge I, em que o objetivo era explodir o Parlamento e matá-lo, gerando um levante de católicos contra a opressão. Os católicos conspiradores esconderam 36 barris de pólvora nos subterrâneos da Casa dos Lordes. O plano ficou conhecido como “Gunpowder Plot” (“Conspiração da Pólvora”), e foi rapidamente descoberto em 5 de novembro de 1605, quando um católico convertido chamado Guy Fawkes foi pego escondendo pólvora em sua casa. Ele foi enforcado logo em seguida. A data de sua morte tornou-se uma grande festa na Inglaterra, que ainda é celebrada atualmente, principalmente com fogueiras. Alguns protestantes comemoram usando máscaras e visitando os amigos e parentes católicos, exigindo-lhes cervejas, doces, ou pastéis. A festa foi trazida para os Estados Unidos pelos colonos, que a uniram ao Halloween, já introduzido pelos imigrantes irlandeses. A frase “travessuras ou gostosuras” (em inglês, “trick or treat”) também é originária dos irlandeses, que a popularizaram nos Estados Unidos.




Existem também algumas evidências históricas de que “travessuras ou gostosuras” tenha sido uma atividade comum da tradição celta original. Já sabemos que eles vestiam fantasias demoníacas, desfilando pelas cidades para afugentar os espíritos vagantes que desejavam corpos. Além disso, as crianças iam caminhando de porta em porta, pedindo lenha para uma enorme fogueira, que seria o centro da celebração, sendo apagadas todas as outras fogueiras e lampiões do vilarejo. No fim da festa, cada um levaria para casa um graveto com uma chama da fogueira central, como símbolo da unidade entre as pessoas do local. É possível também que os sacerdotes druidas se vestissem como os deuses, incorporando as características de um ou outro, e também existe a possibilidade de que eles passavam de casa em casa pedindo comida como oferenda às divindades. Alguns historiadores aceitam evidências de que os celtas realizavam sacrifícios de animais e até mesmo humanos em suas celebrações. Essas evidências não são convincentes, já que os principais relatos desses costumes rituais são do imperador romano Júlio César, que conquistou a Gália e a Bretanha, registrando tudo o que descobriu sobre as novas terras. De acordo com ele, os druidas criavam enormes esculturas feitas com galhos e ramos de árvores, queimando as pessoas ali dentro. É consenso entre muitos estudiosos que César pretendia desmoralizar os druidas por despeito, já que eles resistiram fortemente à invasão romana, podendo muito bem ser uma visão preconceituosa contra os povos “bárbaros”, que não faziam parte das fronteiras do Império.


Quanto às “travessuras”, podemos dizer que os celtas acreditavam em diversas criaturas travessas, como fadas, duendes e elfos, e o Halloween, como momento de transição entre os mundos, seria o dia que essas criaturas escolhiam para fazer suas brincadeiras. Dizia-se, por exemplo, que se uma pessoa atravessasse um outeiro numa noite de luar, ela ficaria presa Reino dos duendes, onde o tempo não passa. Podemos também supor que a véspera do Ano Novo celta era igual à nossa, ou seja, as pessoas bebiam exageradamente, se divertiam e faziam besteiras, uma espécie de “loucura coletiva”. A tradição das travessuras, segundo essa concepção, seria simplesmente o espírito de farra que permeava o último dia do ano.




A abóbora iluminada


Já sabemos que no fim da festa de Samhain os celtas levavam para casa uma brasa da fogueira comunitária central. Geralmente eram utilizados nabos ocos para o transporte, uma espécie de lanterna que lembrava muito as abóboras utilizadas na comemoração do Halloween. Essa não é, entretanto, a origem direta do costume de iluminar abóboras recortadas com feições humanas. O folclore irlandês do século XVIII era muito rico em superstições, tradições e cultura celta, que fazia parte significativa da cultura nacional. Um dos mitos mais conhecidos dos irlandeses era o do Jack Miserável, um personagem muito popular.


De acordo com a lenda, Jack era um velho fazendeiro alcoólatra, muito grosseiro, e um avarento de péssima reputação. Numa noite de 31 de outubro, ele bebeu demais e o Diabo em pessoa veio levar sua alma. Jack lhe implora mais um copo de bebida antes de ser levado ao Inferno, e o Diabo atende seu pedido. Como estava sem dinheiro para pagar o trago, ele pede ao demônio que se transforme em uma moeda, no que ele concorda. Quando vê a moeda sobre a mesa, Jack a coloca rapidamente em uma carteira que possuía o fecho em formato de cruz, impedindo Satã de sair. O Diabo, furioso, ordena que Jack o tire dali, e o trapaceiro lhe propõe um acordo: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano. Sem opções, o Diabo concorda. Jack até tenta mudar de conduta, mas acaba voltando a ser o velho beberrão violento de sempre. No ano seguinte, como prometido, o Diabo lhe aparece na Noite de Todos os Santos, desta vez para levá-lo definitivamente. Espertalhão, Jack convence o demônio a subir em uma árvore para pegar umas maçãs, a última refeição que ele faria. Ele faz cruzes no tronco da árvore com seu canivete, impedindo novamente o Diabo, que promete desaparecer por dez anos se fosse liberto. Jack não aceita, e exige que o Diabo não lhe aborreça nunca mais, deixando-o em paz para sempre. O Diabo acaba aceitando, e Jack o deixa descer da árvore. No ano seguinte, por azar, ele acaba morrendo. Sua alma, ao chegar no Céu, é prontamente barrada, já que ele teve péssima conduta em vida, cheia de pecados e erros incorrigíveis. Jack tenta entrar no Inferno, mas o Diabo, para honrar o acordo, e talvez temendo mais uma trapaça, também não o aceita. Desse modo, Jack é condenado a vagar pela eternidade no Limbo entre os Reinos da Terra, do Céu e do Inferno. Assim que Satã o rejeita, ele lhe joga uma brasa para iluminar seu caminho no escuro e tenebroso Limbo. Jack coloca o fogo dentro de um nabo oco, e sai vagando pelos entre-mundos. A lenda diz que sua alma penada, conhecida como Jack O´Lantern, vaga pela Terra carregando sua lanterna na Noite de Todos os Santos, em que os véus entre os mundos caem. As lanternas feitas com nabos ocos e brasas ou velas dentro eram muito populares entre os escoceses e irlandeses, que as penduravam nas portas de casa e jardins para evitar Jack e outros espíritos errantes do Halloween, alem de também serem representações das almas falecidas. As famílias desses povos que emigraram para a América levaram essa tradição folclórica, substituindo os nabos pelas abóboras, que eram mais abundantes e mais fáceis de cortar. Logo surgiu a idéia de criar caras assustadoras e outros desenhos artísticos nas abóboras, um costume preservado até os dias de hoje. Interessante lembrar que a cabeça, para os celtas, era o centro do intelecto e da mente, sendo a parte mais poderosa do corpo, o que talvez justifique a transformação da abóbora na cabeça de Jack. Quanto a ele, provavelmente continua vagando pelo Limbo, e no Dia das Bruxas, faz sua visita à Terra…



As Bruxas e outras tradições


A festa do Halloween, principalmente nos Estados Unidos e Canadá, se desenvolveu enormemente após 1800, quando os imigrantes irlandeses a importaram da Europa. A partir daí, muitas coisas relacionadas à festa mudaram, surgiram novas tradições e novos costumes. Entretanto, o tema principal do Halloween é o mesmo, ou seja, o mistério que existe entre a vida e a morte. Principalmente nos Estados Unidos, criou-se toda uma cultura de massa envolvendo o dia 31 de outubro, com diversos filmes de Hollywood, casas assombradas abertas à visitação, lendas urbanas, milhares de cartões, fantasias e decorações assustadoras. O faturamento total do comércio nessa data só perde para o Natal. As crianças se divertem com suas fantasias, brincando de travessuras ou gostosuras, e os adultos por vezes também se fantasiam para acompanhá-las na brincadeira. Psicologicamente, diz-se que esse é um saudável costume, já que as fantasias de monstros, fantasmas, vampiros e bruxas representam justamente os medos e horrores das pessoas, e travestir-se com eles pode ajudar a eliminá-los. Muitos jogos também são comuns, como a brincadeira de morder a maçã, originária de antigas práticas divinatórias dos celtas. Nesse jogo, as frutas flutuam em bacias grandes cheias de água ou banheiras, e o participante que conseguir morder a maçã primeiro vence. Entre os celtas, isso era sinal de que a pessoa logo se casaria, e ainda hoje, os jogos mais comuns das festas de Halloween envolvem futuros romances. A data também é muito aproveitada para o lançamento de filmes ou livros de horror, além de episódios especiais de séries famosas, que se utilizam da data para a criação de roteiros.


Uma outra figura também se tornou fundamental no Halloween: a Bruxa. Com a união da cultura européia de raízes célticas dos irlandeses com as religiões afro-americanas dos escravos, a bruxaria tornou-se rapidamente um fator-chave para o Halloween. As superstições em relação a feitiços, encantamentos e vodu aumentaram cada vez mais, e é comum encontrarmos histórias de horror envolvendo bruxas nessa época do ano. O neopaganismo moderno, do qual destaca-se a religião Wicca, considera o Halloween como um dos oito Sabats, ou cerimônias sazonais, comemorados pelos praticantes no decorrer do ano. Para os wiccanos, o Samhain é o momento em que o Deus consorte da Divina Mãe morre, deixando a Terra solitária, já que o Sol aos poucos vai perdendo a força e o vigor. A Deusa então envelhece, tornando-se a imagem da Velha Sábia, a bruxa. O Deus retornará no próximo Sabat, o Yule, ou Solstício de Inverno, no dia 25 de dezembro.




Filmes sobre Halloween:

Halloween (1978 – 2002, a série toda), de John Carpenter


Elvira, a Rainha das Trevas (1988), de James Signorelli

Abracadabra (1993), de Kenny Ortega

Da Magia à Sedução (1998), de Griffin Dunne

A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (1999), de Tim Burton


Vivendo Samhain

SAMHAIN: Entre o "Céu e a Terra"!


Era uma vez, há muitos anos atrás, muitos mesmos, um certo povo que se caracterizava por uma partilha cultural comum que prescindia da escrita. As suas tradições e sabedoria eram herdadas através do oral. Ora bem, amanhã seria para eles o último dia do ano do seu calendário. Mais uma época de reflexão e de balanço. Se o céu e a terra se tocavam, os mundos dos vivos e dos mortos também o faziam. E se para uns era algo de bem-vindo para outros não tanto.


O Samhain era celebrado, assim, de acordo com a perspectiva de cada: ou com pratos de leite, frutas e cereais à porta, com mais um lugar extra à mesa das refeições, recebendo desta forma os seus entes queridos já finados; ou em celebrações às luzes das labaredas das fogueiras, em ritos que agora nos parecem estranhos, fazendo uso das máscaras e da voz para lançar gritos estridentes, tentava-se afastar os mortos.


Fosse qual fosse o objectivo, celebrava-se uma comunhão que pretendia aspirar um equilíbrio perfeito entre estes dois mundos ou entre as energias que circulam com alguma tensão nestes momentos mais especiais.


"It is Samhain ...The Night of Shadows.
The Circle is cast around the fire,
And through the darkness, we glance,
For the veils are thin, in this sacred night!
Ancient voices around us,
Whispering old and forgotten songs,
While we dance the Spiral Dance, To meet Her.
And there She comes, The Lady of the Gate!
Power and compassion evolving us,
As a dark but comforting wave.
Beautiful Queen of the Dark Night!
With Her mantle of raven's feathers,
And eyes deep with wisdom.
Cerridwenn!
She opens Her arms, in a welcoming embrace,
We feel around us the flow of love,
Of Her Eternal Grace.
And then we hear
Her voice,
Melodious and grave,
That speaks from inside our soul,
As an echo in a cave.
Blessed Daughters of My Heart,
I hear your prayers from afar.
And that is why I came tonight!
Do not despair when the times are hard!
Do not abandon the Path you found!
For time has come for
My return,
And you, Loved Ones, shall open the way,
Singing my name as the ancient bards,
I am always with you, do never doubt that!
I am the Old and the Young One!
I am the Keeper of the Gate!
I am the Master of Time!
I am the Dark Goddess of Death!
I am the Bright Goddess of Dawn!
I am The One!
I am Cerridwenn!"

"Samhain Dream"by Myria/Brighid October 1999

Fonte:teiadeariana.blogspot.com

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Ritual de Samhain

Material necessário:

Caldeirão;

Uma vela preta;
Uma vela laranja;
Uma maçã;
Um pão feito por você;
Uma romã;
Dois pedaços de papel em branco;
Lápis;
Alecrim;
Uma colher de pau;
Álcool de cereais;
O Cálice com vinho.

Procedimento:

Coloque o Caldeirão sobre o Altar e disponha a vela laranja do lado direito e a vela preta do lado esquerdo. Coloque a maçã perto da vela laranja e a romã perto da vela preta. Trace o Círculo Mágico e então diga:

Neste dia sagrado, no qual o véu que separa os mundos se encontra mais fino, somos visitados por nossos ancestrais.
Que a Deusa Anciã e o Senhor das Sombras possam abençoar todos os amados que viverem partilhar deste Rito de Sabbat.


Acenda as velas, dizendo:

Sagrados Ancestrais venham a mim.
Nesta noite eu canto a magia e realizo este ritual em homenagem àqueles que partiram ao País de Verão.
Que este Rito seja agradável aos olhos daqueles que já se foram.
Abençoados sejam todos eles.


Eleve o Caldeirão, dizendo:

Este é o ventre da Mãe, o Caldeirão dos fins e recomeços.

Coloque-o novamente no lugar e pegue um pedaço de papel.

Nele escreva tudo o que você quer afastar de sua vida. Acenda-o na vela preta e deixe-o queimar dentro do Caldeirão.

Pegue o outro pedaço de papel e escreva tudo o que você quer atrair para a sua vida. Acenda-o na vela laranja e deixe-o queimar dentro do Caldeirão.

Coloque o alecrim no Caldeirão, junto com as cinzas, e comece a mexer a mistura no

sentido horário, dizendo:

Que o velho morra e que o novo possa entrar.
Pelo poder da Vida e da Morte,
Saúdo os espíritos desta noite de Samhaim.


Coloque um pouco de álcool no Caldeirão e então ponha fogo, dizendo:

Através desta luz e o elo mar além,
Saúdo todos os espíritos nesta noite de Samhaim.


Olhe para as chamas do fogo e mentalize todos os seus desejos.

Com o seu Athame, abra a romã, com algumas sementes, enquanto pensam todas as coisas negativas que quer afastar de sua vida. Coloque algumas sementes no fogo.

Parta a maçã ao meio, coma uma das partes e jogue um pequeno pedaço nas chamas do Caldeirão. Mentalize agora tudo o que você quer atrair de positivo.

Com a sua colher de pau, mexa o conteúdo de seu Caldeirão e então diga:

Que o negativo se torne positivo,
Que o mal se transforme em bem,
Que a doença se torne saúde,
E o ódio em amor.

Beba um gole do vinho e despeje um pouco dentro do Caldeirão, fazendo uma libação, enquanto diz:

Faço esta libação em homenagem à Deusa e ao Deus.
Homenageio também a todos os meus Ancestrais.
Que assim seja e que assim se faça!


Toque o pão com o Bastão e diga:

Eu te consagro em nome dos Antigos.
Que você me traga saúde, sucesso, prosperidade e amor.


Coma um pedaço do pão.

Cante, dance e festeje em homenagem à Deusa e aos seus antepassados.

Agradeça aos Ancestrais e destrace o Círculo.

Coloque o resto do pão no seu jardim ou aos pés de uma árvore como oferenda aos seus ancestrais.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Gatos - Halloween

Aproxima-se o dia de Halloween. Esta tradição é celebrada na noite de 31 de Outubro, em países como os Estados Unidos da América e o Reino Unido. Em Portugal não temos uma tradição de Hallowwen, já que ela tem origem nas tradições célticas irlandesas. Ao Halloween estão associados muitos símbolos, como bruxas, vassouras, morcegos e gatos, especialmente gatos pretos.

E porquê os Gatos e Particularmente os Gatos Pretos?

Acreditava-se que a lua cheia marcava a época de praticar certos rituais ocultos. O gato estava associado às bruxas por superstição. Acreditava-se que as bruxas podiam transferir seus espíritos para gatos, então acreditava-se que todas as bruxas tinham um gato.

O gato era tido como "um espírito familiar" e muitos eram mortos quando se suspeitava serem uma bruxa. Os druidas também tinham os gatos como animais sagrados, acreditando terem eles sido seres humanos transformados em gatos como punição por algum tipo de perversidade. Representavam portanto seres humanos encarnados, espíritos malvados, ou os "espíritos familiares" das bruxas.

A cor do gato originalmente não era um factor importante. Embora o gato preto fosse o mais perseguido. Na Idade Média, quando se acreditava que os felinos, devido a seus hábitos nocturnos, tinham parte com o demónio – e se o bichano era da cor negra, habitualmente associada às trevas, pior ainda para ele. Assim, no imaginário medieval, o gato preto tornou-se tão inseparável da mística figura da feiticeira quanto a vassoura voadora.

No século XV, o papa Inocêncio VIII (1432-1492) chegou a incluir o pequeno animal na lista de perseguidos pela inquisição, campanha assassina da Igreja Católica contra supostas heresias e bruxarias.

A perseguição atingiu seu auge na Inglaterra do século XVI, época de repentino aumento da população felina nas cidades. Consta que, certa noite de 1560, em Lincolnshire, um gato preto foi ferido à pedrada. Encurralado, ele refugiou-se na casa de uma velhota que costumava dar abrigos a gatos de rua. No dia seguinte, a velhinha também apareceu ferida – o que fez o povo local concluir que ela era uma bruxa e o gato preto, o seu disfarce nocturno. Nessa tentativa de combater o paganismo, a Inquisição inverteu uma tradição milenar, pois os gatos eram reverenciados como divindades, principalmente entre os antigos egípcios. Na França, a perseguição aos gatos durou até 1630, quando foi proibida pelo rei Luís XIII (1601-1643)


Fonte:gato.catish.net




Bênçãos das Bruxas para Gatos


“Bastet de beleza e de graça,
Protetora da raça felina,
Proteja meu gato de estimação de todos os males e danos,
E mantê-lo sempre seguro e acolhido.
Assista ao(nome do gato)todo dia,
E oriente-o se de casa ele / ela se perder.
E conceda-lhe muita felicidade,
E uma boa vida livre de conflito e estresse”.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Abóboras Para que te Quero!


Mousse de Abobora e Laranja com Sementes de Abobora Tostadas

Ingredientes: (da para 4-5 tacinhas)

-1 fatia grossa de abobora (descascada cortada aos pedaços miudinhos)
-1 laranja (sumo e polpa)
-2 colheres de sopa de açúcar
-250mls de natas (para bater em chantili)
-1 colher de chá de açúcar em pó
-1 mão cheia de sementes de abobora

Preparação:

Muito simples, ponha uma frigideira (seca) ao lume com lume medio, ponha la dentro as sementes de abobora (sem casca) e va agitando a frigideira (como se estivesse fazendo pipocas), as sementes uma vez quentes comecam a fazer estalos quando estas deixarem de estalar estao prontas . ponha num prato e deixe-as arrefecer.

Entretanto num tachinho ponha a abobora aos pedacinhos mais o acuca e o sumo (+polpa) da laranja levante fervira e diminua para o minimo deixando cozer por cerca de 20 minutos mexendo ocasionalmente. A abobora fica semitransparente, nessa altura esmague-a (por exemplo com um garfo. ou passador) adicione duas ou tres colheres de sopa de agua e continue a ferver por mais 10-15 minutos, ate ficar praticamente seco (o misturado), retire do lume e deixe arrefecer por completo.

Numa tigela bata as natas e quando estiverem a meio caminho de serem chantily adicione o açúcar em pó e bata o resto ate ficarem bem firmes, nessa altura adicione a compota de abobora e laranja e esmague as sementes quase todas (reservando algumas para decoração) na mão, e deite estas para o misturado envolve tudo no chantily ate estar bem misturado, distribua por tacinhas, decore e refrigere pelo menos por 1-2 horas.





Caril de Abobora Guisada com Galinha

Ingredientes: (para 3 pessoas)

-1 abobora pequena "exemplo" (descascada, cortada em pedaços)
-1 batata bem grande (cortada em pedaços)
-1 lata de grão cozido
-1 cebola grande (cortada em pedaços)
-2 dentes de alho (picados)
-as sementes de 4 cardamos
-2 peitos de galinha (cortada em cubos)
-1/2 copo de polpa de tomate
-1 colher de sopa de caril (não muito picante)
-1 colher de sopa rasa de açafrão
-1/2 colher de sopa de paprika
-6 cogumelos grandes (ou 12 pequenos)
-1 ramo de coentros (picados)
-um pouco de azeite e sal grosso.

Preparo:

Numa panela ponha um pouco de azeite a cobrir o fundo á panela mais uma pitada de sal grosso, uma vez bem quente adicione a cebola, o alho, as sementes dos cardamos e a abobora, vá mexendo sempre mas deixando tudo alourar bem.

Uma vez bem louros (meio caramelizados) adicione a galinha, de umas quantas voltas para selar esta, depois adicione a polpa de tomate, a paprika, o grão, o açafrão, os cogumelos (se forem grandes cortados em quartos se pequenos em metades), a batata e o caril. Agora tape a panela e assim que levante fervura, baixe o lume para mínimo e deixe cozer durante 25 minutos (+ou-).
Uma vez cozido levante a tampa meta os coentros coza mais um minuto e sirva.

Bom Halloween....




Bolinho da Abóbora

2 copos (160 gramas) de farinha multifacetada

1 1/4 de pó de cozimento dos teaspoons

1 bicarbonato de sódio do teaspoon

1 canela à terra do teaspoon

1/4 de teaspoons mmoeu o gengibre

cravos-da-índia à terra de 1/8 de teaspoon

sal do teaspoon de 1/2

2 grandes ovos, temperatura ambiente

1 1/4 de copo (260 gramas) ilumina - o açúcar marrom

óleo do canola do copo de 1/2 (120 ml) ou óleo de milho

1 extrato de baunilha puro do teaspoon

1 copo (215 gramas) enlatou o puré da abóbora

Geada do queijo de creme:

4 (115 gramas) onças de queijo de creme da temperatura ambiente, regular do ponto baixo - gordura

2 colheres (25 gramas) da manteiga unsalted, temperatura ambiente

açúcar dos pasteleiros do copo de 1/2 (55 gramas) (pulverizados ou crosta de gelo)

extrato de baunilha puro do teaspoon de 1/2

Nota: Em vez de gear os bolinhos, você pode adicionar à massa 1 copo de porcas desbastadas (pecans ou nozes) ou 1 copo de microplaquetas de chocolate (semi doce ou o leite)

Modo de Preparo:

Pré-aqueça o forno a 325 graus de F (165 graus de C) e coloc a cremalheira do forno no centro do forno. Linha dois folhas de cozimento com papel de pergaminho.

Em uma grande bacia, sift ou whisk junto a farinha, o pó de cozimento, o bicarbonato de sódio, a canela à terra, o gengibre à terra, os cravos-da-índia à terra, e o sal.

Na bacia de seu misturador elétrico, ou com um misturador da mão, bata os ovos e o açúcar até claro e liso (aproximadamente 2 minutos). Batida no óleo, no extrato de baunilha, e no puré da abóbora. Adicione a mistura da farinha e bata-a apenas até incorporado. Usando 1/4 de copo da massa (pode usar uma colher do gelado ou um copo de medição pequeno) coloc montes pequenos da massa na folha de cozimento preparada, afastamento aproximadamente 2 polegadas (5 cm) distante.

Coza para aproximadamente 15 - 18 minutos ou até um toothpick introduzido no centro de um bolinho saem limpo. Remova do forno e da transferência a uma cremalheira de fio para refrigerar completamente antes de gear.

Geada: Bata o queijo de creme e a manteiga até macio e cremoso. A batida no açúcar e na baunilha dos pasteleiros até a geada é macia e cremosa.

Faz aproximadamente 18 bolinhos.



Torta da Abóbora

A Massa(Pastry curto da crosta):

1 175 gramas) farinha multifacetada de 1/4 de copo (

sal do teaspoon de 1/2

14 gramas) açúcar branco granulated de 1 colher (

manteiga unsalted do copo de 1/2 113 gramas) (, chilled, e corte em partes de 1 polegada (2.54 cm)

água do gelo de 1/8 a 1/4 de copo (30 - 60 ml)

Pecan e camada de Gingersnap: (opcional)

pecans de 1/4 de copo (25 gramas), brindados e moídos

bolinhos esmagados do gingersnap de 1/4 de copo (25 gramas)

Enchimento da abóbora:

3 ovos grandes

2 copos do puree fresco da abóbora ou abóbora pura da lata de 1 - 15 onças (425 gramas)

creme chicoteando pesado do copo de 1/2 120 ml) (

luz do copo de 1/2 (110 gramas) - açúcar marrom

1 canela à terra do teaspoon

ginger à terra do teaspoon de 1/2

cravos-da-índia à terra de 1/8 de teaspoon

sal do teaspoon de 1/2

O bordo chicoteou o creme:

(240 ml) creme chicoteando pesado de 1 copo

1 syrup puro do bordo das colheres de 1/2


Modo de Preparo:Em um processador do alimento, coloque a farinha, o sal, e o açúcar e o processo até combinado. Adicione a manteiga e o processo até que a mistura se assemelhe à refeição grosseira (aproximadamente 15 segundos). Derrame a água de 1/8 de copo (30 ml) em um córrego lento, constante, através do tubo da alimentação até que as preensões da massa de pão apenas junto quando comprimido. Se necessário, adicione mais água. Não processe mais de 30 segundos.

Gire a massa de pão em sua superfície de trabalho e recolha-a em uma esfera. Aplaine em um disco, cubra com o envoltório plástico, e refrigerate para 30 minutos a uma hora antes de usar-se. Isto chill a manteiga e relaxará o gluten na farinha.

Depois que a massa de pão chilled suficientemente, o lugar em a floured levemente a superfície, e o rolo 33 cm) em um círculo de 13 polegadas (. (Para impedir que o pastry fure ao contador e para assegurar a espessura uniforme, sustento que levanta acima e que gira o pastry uma volta de um quarto enquanto você rola (sempre rolo do centro do pastry para fora).) Dobre a massa de pão ao meio e transfira-a delicadamente a uma bandeja da torta de 9 polegadas (23 cm). Escove fora de toda a farinha adicional e dobre o pastry pendendo sobre sob se. Use uma forquilha fazer uma beira decorativa. Alternativamente, você pode aparar o pastry à borda da bandeja da torta. Com o pastry restante faça os entalhes decorativos (folhas, abóboras, etc.) e com pouca água, unem-nos em torno do bordo da bandeja da torta. Refrigerate o pastry, coberto com o envoltório plástico, por aproximadamente 30 minutos antes de derramar no enchimento.

Pecan e camada de Gingersnap: Brinde pecans 180 graus C) em um forno de 350 graus F (por 8 minutos ou até bronzeado levemente e aromatic. Refrigere e então coloque os pecans em um processador do alimento e processe-os até moído finamente. Combine os pecans à terra com os bolinhos esmagados do gingersnap. Pressione esta mistura uniformente no fundo e levante os lados da crosta unbaked da torta. Cubra e retorne o pastry ao refrigerador quando você fizer o enchimento da abóbora.

Aumente a temperatura do forno a 375 graus de F (190 graus de C) e coloque a cremalheira no third do fundo do forno.

Faça o enchimento da abóbora: Em uma bacia grande whisk levemente os ovos. Adicione os ingredientes restantes e agite-os para combinar. Derrame a mistura no escudo preparado da torta e coloque-a em uma bandeja grande do baking para travar todos os derramamentos. Coza a torta por aproximadamente 45 a 55 minutos ou até o enchimento é ajustado e a crosta bronzeou (o centro olhar imóvel molhado). (A faca de A introduziu aproximadamente 1 polegada (2.54 cm) do lado da bandeja sairá quase limpo.)

Coloque a torta cozida em uma cremalheira de fio para refrigerar. Sirva na temperatura de quarto com creme chicoteado bordo. Armazene todos os leftovers no refrigerador.

Makes uma 23 cm) torta de 9 polegadas (.

Faça o creme chicoteado bordo:

Coloque o syrup pesado do creme chicoteando e do bordo na bacia de seu misturador elétrico. Com o acessório do whisk, chicoteie o creme até que os picos macios dêem forma.

Traduzido e adaptado das tortas e dos Tarts de Martha Stewart.



Queques da Abóbora

1 copo puré da abóbora

2 grandes ovos, batidos levemente

soro de leite coalhado do copo de 1/2 (120 ml) ou yogurt liso

óleo canola do copo de 1/2 (120 ml)

1 extrato de baunilha puro

farinha de trigo inteiro de 3/4 de copo (105 gramas) (pode usar a farinha multifacetada)

(55 gramas) farelo natural de 3/4 de copo

(150 gramas) açúcar branco granulado de 3/4 de copo

1 pó de cozimento do teaspoon

1 bicarbonato de sódio do teaspoon

1 canela à terra dos teaspoons de 1/2

1/2 colher café sal

raisins de 1 copo (140 gramas) ou airelas secadas


Pré-aqueça o forno a 400 graus de F (205 graus de C). Coloc a cremalheira no meio do forno. Linha 12 copos do queque com forros de papel ou pulverizador com não um pulverizador do vegetal da vara.

Em uma mistura de tamanho médio da bacia junto o puré da abóbora, os ovos, o soro de leite coalhado, o óleo, e o extrato de baunilha. Reservado.

Em uma grande bacia de mistura, combine a farinha, o farelo, o açúcar, o pó de cozimento, o bicarbonato de sódio, a canela, e o sal. Adicione a mistura do leite e do ovo à mistura da farinha. Agite até que apenas combinado. Dobre nos raisins. Não faz sobre a mistura a massa ou os queques serão resistentes quando cozidos.

Encha os copos do queque com a massa usando duas colheres ou uma colher do gelado. Coloc no forno e coza para aproximadamente 18 - 20 minutos, ou até a empresa ao toque e a um toothpick introduzidos no centro saem limpo. Lugar em uma cremalheira de fio a refrigerar.

Faz 12 queques regular-feitos sob medida.



Pão da Abóbora

Pão:

pecans ou nozes de 1 copo (110 gramas)

(490 gramas) farinha multifacetada de 3 copos de 1/2

1 pó de cozimento do teaspoon

1 bicarbonato de sódio do teaspoon

3/4 de sal do teaspoon

1 canela à terra dos teaspoons de 1/2

1/4 de noz-moscada à terra do teaspoon

4 grandes ovos

2 copos (400 gramas) granularam o açúcar branco

(226 gramas) manteiga unsalted de 1 copo, derretida e de refrigeração

1 - 15 onças (425 gramas) podem abóbora pura

água ou leite do copo de 1/2 (120 ml)

1 extrato de baunilha puro dos teaspoons de 1/2

Creme:

queijo de creme do pacote de 8 onças (227 gramas), temperatura ambiente

açúcar branco granulado do copo de 1/2 (100 gramas)

2 grandes ovos

1 farinha multifacetada das colheres de 1/2

Pré-aqueça o forno a 350 graus de F (177 graus de C) e coloc a cremalheira no centro do forno. Pnha manteiga e flour levemente dois - 9 por bandejas do naco de 5 x 3 polegadas (23 x 13 x 8 cm). Reserve.

Para brindar porcas: Coloc as porcas em uma folha de cozimento e coza-as por aproximadamente 8 - 10 minutos ou até marrom e perfumado. Esfrie completamente e desbaste então grosseira. Reserve.

Enchimento do queijo de creme: Em seu processador de alimento, processe o queijo de creme até que liso. Adicione o açúcar e o processo apenas até liso e cremoso. Adicione os ovos, um de cada vez, processando apenas até incorporado. Não faça sobre o processo. Agite dentro a farinha. Reserve.

Pão da abóbora: Em uma grande bacia, sift ou whisk junto a farinha, o pó de cozimento, o bicarbonato de sódio, o sal, a canela, e a noz-moscada. Reserve.

Em uma outra grande bacia, whisk os ovos até batido levemente. Adicione o açúcar e a manteiga derretida e whisk até misturado. Whisk ou agite dentro a abóbora, a água, o extrato de baunilha, e as porcas.

Adicione a mistura da farinha à mistura da abóbora e agite-a apenas até que os ingredientes estejam combinados. (Algumas raias da farinha são muito bem.) Não faça sobre a mistura porque fará o pão resistente.

Divida a massa ao meio. Tome um meio e divida-o uniformente entre as duas bandejas preparadas. Divida o queijo de creme que enche-se ao meio e coloc cada metade de encher na parte superior as duas bandejas da massa, alisando as partes superiores. Cubra com a metade restante da massa. Coza os pães para aproximadamente 50 - 60 minutos, ou até um toothpick introduzido no centro do naco saem limpo.

Coloc bandejas em uma cremalheira de fio e deixe fresco por aproximadamente 10 minutos antes de remover os pães das bandejas. Pode serir morno, frio, ou na temperatura ambiente. Armazene sobras no refrigerador ou então congele-se para um uso mais atrasado.

Faz 2 pães.





Sanduíches com sorvete de Abóbora

Bolinhos do chocolate:

1/2 manteiga do copo (113 gramas),temperatura ambiente

1/2 copo (110 gramas) - açúcar marrom

(50 gramas) açúcar granulated branco de 1/4 de copo

1 ovo grande

1 extrato puro do baunilha

(140 gramas) farinha de trigo- 1 copo

1/4 de copo (30 gramas) Holandês-processou o pó de cacau

pó de baking do teaspoon de 1/2

1/4 de soda de baking do teaspoon

1/8 colher de (café) sal

1 chocolate dos copos de 1/2 (250 gramas) ou chocolate branco grosseira picado

Creme de gelado da abóbora:

Sorvete de Abóbora

Modo de Preparo:

Pré-aqueça o forno a 350 graus de F (177 graus de C) e coloque a cremalheira no centro do forno. Linha dois folhas cozendo com papel de parchment.

Na bacia do misturador elétrico (ou com um misturador da mão), desnate a manteiga e os açúcares até claro e macio (2-3 minutos). Adicione o extrato do ovo e do vanilla e bata-o até incorporado. Sift primeiramente junto o pó de cacau, a farinha, o pó de baking, a soda de baking, e o sal e adicione-os então à mistura da manteiga e do ovo. Misture apenas até incorporado. Dobre o nas microplaquetas ou nos pedaços brancos do chocolate.

Deixe cair o bater na folha cozendo preparada, usando uma 1 colher do creme de gelo de 1/2 - 2 polegadas (4-5 cm) ou com uma colher arredondada. Aplaine os montes arredondados da massa de pão ligeiramente com suas mãos.

Cozinhe por aproximadamente 8 - 10 minutos ou até o os bolinhos são ainda macios no centro mas são empresa em torno das bordas. Remova do forno e deixe os bolinhos frescos no baking sheet por alguns minutos antes de remover os bolinhos a uma cremalheira de fio para refrigerar completamente.

Makes bolinhos de aproximadamente 20 - 4 polegadas (10 cm).

Para sanduíches do creme de gelado: Faça exame de dois bolinhos do chocolate e coloque uma colher do creme de gelo da abóbora entre os dois bolinhos. Pressione delicadamente junto. Você pode servir a estes sanduíches para a direita - afastado ou envolver cada sanduíche no papel de cera e lugar no freezer até o tempo do serving. Podem ser armazenados no freezer por diversos dias.

Makes 10 sanduíches.



Sorvete de Abóbora com Abacate

Para 15 pessoas.

Ingredientes:

- 200g de abóbora
- 200g de abacate
- 400ml de leite
- 200ml de leite condensado
- 200ml de creme de leite
- 1 colher de sobremesa de emulsificante

Modo de preparo:

Primeiro, cozinhe a abóbora. Em seguida, bata no liquidificador a abóbora cozida, o abacate com o leite e o leite condensado. Se você quiser fazer picolé, basta levar ao congelador.

Mas se preferir o sorvete cremoso, bata na batedeira o creme de leite gelado e o emulsificante. Junte as duas partes. Ponha em um recipiente de plástico e leve ao congelador. Deixe de um dia para o outro, no mínimo, por quatro horas. Antes de servir deixe um tempo fora do congelador.


No sorvete de abóbora com abacate o leite condensado também pode ser substituído pelo leite condensado light, e o kefir pode ser feito com leite de soja.

Um detalhe: nessa receita do sorvete de abobora e abacate, foi reduzida a quantidade de emulsificante. Esse produto normalmente é usado para fazer o sorvete, porque dá aquela textura de creme. A metade vai ser colocada e substituída por gel de linhaça.

Os ingredientes para preparar o gel são duas colheres de grãos de linhaça e um copo de água filtrada 250 ml.

Cozinhe os grãos de linhaça por aproximadamente 15 minutos. Vai se formar o gel, que deve ser separado com ajuda de uma concha ou de uma peneira. Em vez de duas colheres de emulsificante, que é um produto industrializado, você vai usar apenas uma colher e completar com o gel de linhaça.



Conchiglione com Recheio de Abóbora e Molho de Manjericão

- 1 Pacote macarrão conchiglione

Para fazer o recheio de abóbora:

Cozinhe a abóbora (mais ou menos 1/2 kg para um pacote de massa) e depois de fria* processe-a com 1/2 colher açucar, sal, pimenta do reino branca e uma colher de cream cheese até ficar um patê liso.

Detalhe importante: abóbora solta muita água, portanto, quando deixá-la esfriando coloque-a num escorredor até que esteja bem fria para só então processar, senão vira uma aguaceira.

Para montar os conchigliones eu usei uma colher de cream cheese puro, depois veio o purê de abóbora e por cima parmesão ralado.

Molho:

Tomates sem pele e sem sementes + manjericão muito + uma pitada de açúcar + sal - tudo no processador. Não precisa cozinhar.

Forre a travessa com esse molho, coloque os conchigliones, jogue molho por cima e leve ao forno até ficar bem aquecido e com o queijo gratinado.


Algumas receitas aqui foram traduzidas.