sábado, 19 de novembro de 2011

Horas Planetárias



Faça a coisa certa na hora certa!

Muitas vezes, o sucesso de um ritual, negócio ou empreendimento que pedimos como realização imediata depende de uma série de fatores. Um dos mais utilizados, desde a mais remota antiguidade, é seguir esta tabela: A TABELA DAS HORAS PLANETÁRIAS.

Quando acionamos o maior número possível de elementos concordantes com o nosso objetivo, o sucesso é inevitável. Ao fazer o seu Ritual, escolha bem a fase da Lua, observe o trânsito planetário, qual é o melhor dia da semana, o melhor horário, o aroma adequado, a cor de uma vela, etc.

Seu Ritual será potencializado e isto favorecerá a sintonia com os planos mais elevados, facilitando a obtenção de uma resposta mais positiva e imediata.

O Universo agradece!

Domingo - Sol

Horas do Dia
07 às 08 - Sol
08 às 09 - Vênus
09 às 10 - Mercúrio
10 às 11 - Lua
11 às 12 - Saturno
12 às 13 - Júpter
13 às 14 - Marte
14 às 15 - Sol
15 às 16 - Vênus
16 às 17 - Mercúrio
17 às 18 - Lua
18 às 19 - Saturno
Horas da Noite
19 às 20 - Júpter
20 às 21 - Marte
21 às 22 - Sol
22 às 23 - Vênus
23 às 00 - Mercúrio
00 às 01 - Sol
01 às 02 - Vênus
02 às 03 - Mercúrio
03 às 04 - Lua
04 às 05 - Saturno
05 às 06 - Júpter
06 às 07 - Marte
Segunda - Lua
Horas do Dia
07 às 08 - Lua
08 às 09 - Saturno
09 às 10 - Júpter
10 às 11 - Marte
11 às 12 - Sol
12 às 13 - Vênus
13 às 14 - Mercúrio
14 às 15 - Lua
15 às 16 - Saturno
16 às 17 - Júpter
17 às 18 - Marte
18 às 19 - Sol


Horas da Noite
19 às 20 - Vênus
20 às 21 - Mercúrio
21 às 22 - Lua
22 às 23 - Saturno
23 às 00 - Júpiter
00 às 01 - Lua
01 às 02 - Saturno
02 às 03 - Júpiter
03 às 04 - Marte
04 às 05 - Sol
05 às 06 - Vênus
06 às 07 - Mercúrio
Terça - Marte

Horas do Dia
07 às 08 - Marte
08 às 09 - Sol
09 às 10 - Vênus
10 às 11 - Mercúrio
11 às 12 - Lua
12 às 13 - Saturno
13 às 14 - Júpiter
14 às 15 - Marte
15 às 16 - Sol
16 às 17 - Vênus
17 às 18 - Mercúrio
18 às 19 - Lua


Horas da Noite
19 às 20 - Saturno
20 às 21 - Júpiter
21 às 22 - Marte
22 às 23 - Sol
23 às 00 - Vênus
00 às 01 - Marte
01 às 02 - Sol
02 às 03 - Vênus
03 às 04 - Mercúrio
04 às 05 - Lua
05 às 06 - Saturno
06 às 07 - Júpiter
Quarta - Mercúrio


Horas do Dia
07 às 08 - Mercúrio
08 às 09 - Lua
09 às 10 - Saturno
10 às 11 - Júpiter
11 às 12 - Marte
12 às 13 - Sol
13 às 14 - Vênus
14 às 15 - Mercúrio
15 às 16 - Lua
16 às 17 - Saturno
17 às 18 - Júpiter
18 às 19 - Marte

Horas da Noite
19 às 20 - Sol
20 às 21 - Vênus
21 às 22 - Mercúrio
22 às 23 - Lua
23 às 00 - Saturno
00 às 01 - Mercúrio
01 às 02 - Lua
02 às 03 - Saturno
03 às 04 - Júpiter
04 às 05 - Marte
05 às 06 - Sol
06 às 07 - Vênus

Quinta - Júpiter


Horas do Dia
07 às 08 - Júpiter
08 às 09 - Marte
09 às 10 - Sol
10 às 11 - Vênus
11 às 12 - Mercúrio
12 às 13 - Lua
13 às 14 - Saturno
14 às 15 - Júpiter
15 às 16 - Marte
16 às 17 - Sol
17 às 18 - Vênus
18 às 19 - Mercúrio

Horas da Noite
19 às 20 - Lua
20 às 21 - Saturno
21 às 22 - Júpiter
22 às 23 - Marte
23 às 00 - Sol
00 às 01 - Júpiter
01 às 02 - Marte
02 às 03 - Sol
03 às 04 - Vênus
04 às 05 - Mercúrio
05 às 06 - Lua
06 às 07 - Saturno

Sexta - Vênus

Horas do Dia
07 às 08 - Vênus
08 às 09 - Mercúrio
09 às 10 - Lua
10 às 11 - Saturno
11 às 12 - Júpiter
12 às 13 - Marte
13 às 14 - Sol
14 às 15 - Vênus
15 às 16 - Mercúrio
16 às 17 - Lua
17 às 18 - Saturno
18 às 19 - Júpiter

Horas da Noite
19 às 20 - Marte
20 às 21 - Sol
21 às 22 - Vênus
22 às 23 - Mercúrio
23 às 00 - Lua
00 às 01 - Vênus
01 às 02 - Mercúrio
02 às 03 - Lua
03 às 04 - Saturno
04 às 05 - Júpiter
05 às 06 - Marte
06 às 07 - Sol

Sábado - Saturno

Horas do Dia
07 às 08 - Saturno
08 às 09 - Júpiter
09 às 10 - Sol
10 às 11 - Marte
11 às 12 - Vênus
12 às 13 - Mercúrio
13 às 14 - Lua
14 às 15 - Saturno
15 às 16 - Júpiter
16 às 17 - Marte
17 às 18 - Sol
18 às 19 - Vênus
Horas da Noite
19 às 20 - Mercúrio
20 às 21 - Lua
21 às 22 - Saturno
22 às 23 - Júpiter
23 às 00 - Marte
00 às 01 - Saturno
01 às 02 - Júpiter
02 às 03 - Marte
03 às 04 - Sol
04 às 05 - Vênus
05 às 06 - Mercúrio
06 às 07 - Lua

A Cozinha Encantada da Bruxa



Do livro - A casa mágica - Scott Cunningham


Há muitos encantamentos para proteger o cozinheiro, a cozinha e o alimento preparado nela. Um dos mais agradáveis é cultivar um vaso de Aloe vera em uma janela ensolarada da cozinha. Essa planta vem sendo utilizada há muito tempo para aliviar queimaduras e arranhões. Para cuidar de tais ferimentos, corte gentilmente um talho maduro e carnoso, agradecendo a planta pelo sacrifício e esprema o gel do interior da folha sobre a área afetada. A dor desaparecera como magia e, se o gel for aplicado cuidadosamente, a queimadura poderá desaparecer até o dia seguinte.

O Aloe também possui propriedades mágicas. Se for cultivado na cozinha, ele protege o cozinheiro contra acidentes na preparação da cozinha, aplique um pouco sobre os eletrodomésticos, as janelas, as portas e os utensílios para protegê-los também. Se você não puder cultivar o vaso na cozinha, ele poderá ser colocado em qualquer lugar da casa.


Outra proteção popular para a cozinha é pendurar uma réstia de alhos, de cebolas ou de pimentas. Essas réstias podem ser compradas em lojas especializadas ou nos mercados e, além de serem dispositivos protetores excelentes, são também muito atraentes. Se for pendurar uma dessas réstias na cozinha, exclusivamente para proteção, certifique-se de nunca irá utilizá-las para cozinhar, pois o vegetal sorve a negatividade e tonar-se um perigo para os que o comerem.

Uma cabeça de alho ou de cebola colocada no peitoril da janela da cozinha também é uma proteção mágica. Pedaços de vidro emoldurados com chumbo que absorvam a luz do sol, pendurados na janela de uma cozinha ensolarada, também são excelentes dispositivos protetores.

Alguns encantamentos para a cozinha são criados a fim de evitar a fome na casa. Um deles consiste em encher um jarro com alfafa e colocá-lo no armário de mantimentos.

Os utensílios de cozinha possuem naturezas mágicas. No passado, a cada cozinha continha um pilão e um socador. Esses eram os utensílios definitivos para moer e triturar, mas agora foram substituídos por liquidificadores, processadores de alimentos e por outras maquinas de moer.

O pilão e o socador são ricos em simbolismo. O pilão ou sua base em forma de taca representa o principio feminino da criação, enquanto que o socador simboliza o aspecto masculino. Juntos eles criam a mudança.

O pilão também lembra um caldeirão, um utensílio sagrado e mágico. De fato, o pilão e o socador são tão impregnados de magia que, se um conjunto for colocado na cozinha mesmo que nunca seja utilizado, protegera o local. Entretanto, eles são tão úteis que parece um desperdício não utilizá-los. Um pilão é perfeito para moer temperos, castanhas e ervas com propósitos culinários e mágicos. Pratique em um, até que se sinta confortável.

Ao moer, mova o socador no sentido horário, do contrario você poderá, inconscientemente, colocar vibrações negativas naquilo que esta preparando. Alem disso, mantenha pensamentos alegres e saudáveis enquanto mói. Se desejar, centre-se na boa qualidade da comida que esta preparando ou nas virtudes mágicos dos temperos e das ervas a serem utilizados como condimentos.

Se você utiliza um pilão e um socador na preparação de ervas e de castanhas para a culinária, bem como para a magia, mantenha conjuntos separados, a fim de que um pilão no qual azevinho e outras ervas foram moídas, não seja usado para espremer o alho.

Três outros utensílios de cozinha que possuem uma longa historia mágica: a peneira, o coador e o escorredor. Se forem pendurados ou colocados com fins protetores, manterão a cozinha segura. Algumas fontes antigas dizem que, para expulsar os pesadelos, deve-se deixar um coador ao lado da cama enquanto se dorme. Os furos espalham as energias em excesso que podem atormentar o subconsciente.

As trempes (ou descanso de panelas) têm sido utilizadas na cozinha há séculos. Panelas quentes eram colocadas sobre esses utensílios de metal de três pés, os quais eram, freqüentemente, encontrados ao lado das fogueiras de outrora. Vale a pena colecionar as trempes de ferro fundido, as quais estão, rapidamente, tornando-se raridades, pois são repletas de simbolismo e de magia. Os símbolos que geralmente aparecem nas trempes, incluem vassouras, (símbolos de limpeza e proteção), corações, (amor), pássaros (criatividade e liberdade), flores (paixão) e pentagramas (proteção).

O fogão um utensílio de transformação dedicado ao fogo era, e ocasionalmente ainda é, considerado sagrado. Ele deve ser mantido limpo, obviamente, embora essa possa ser a magia mais difícil de ser executada.

Na china, alguns povos acreditam que o fogão deveria estar voltado para o sudeste para obter-se melhores resultados. Devido ao fato de acharem que ele abrigava um deus, atos como chorar, praguejar, cantar, beijar e ate cortar cebolas não podiam ser executados em frente ao fogão.

Alimentos Mágicos




O alimento é mágico e seu poder sobre nós é inegável.

Comer na companhia de outras pessoas ainda é um ato de compartilhar energias, união e confiança.

A maioria dos bolos de aniversário encerra desejos cristalizados de boa sorte.

Cada refeição nos oferece uma chance de mudar a nós mesmos e ao nosso mundo.

Três tipos de energias são usadas na Magia. Elas são:


O PODER PESSOAL - a energia que os nossos corpos possuem;
O PODER DA TERRA - que reside dentro de nosso planeta e dentro das plantas, da água, do fogo, da atmosfera e dos animais;
O PODER DIVINO - que ainda não foi trazido para a Terra em formas específicas.

A vela verde acessa na cozinha, quando preparar seus alimentos mágicos, é uma manifestação física da mudança que deseja realizar.
O verde é um antigo símbolo do crescimento, da prosperidade e da abundância.
Em nosso mundo moderno, também é uma cor do dinheiro e das coisas que o dinheiro pode nos trazer.

Alguns fatores importantes que você deve levar em consideração na magia dos alimentos:

Decida o que você deseja mudar: Mas é somente válido para você mesmo. Pois praticar a magia dos alimentos para alguém, sem o seu consentimento ou conhecimento pode trazer desconfortáveis consequências. Entendendo então o que precisa que seja mudado em você. Automaticamente será mais fácil escolher o alimento ideal para iniciar sua dieta.

Selecione os alimentos que possuem a energia que precisa: Esse é o segundo passo. Escolher o alimento que possui a energia de acordo com o que precisa. Exemplo: Abóbora: cura/dinheiro.

Escolha os alimentos que aprecia: Concorda que numa dieta de perda de peso, quando o nutricionista diz que você deve moderar em algumas coisas e algumas que você gosta você pode manter. Mas com moderação? Pois é, na dieta mágica seguimos a mesma regra. Se o indivíduo tá precisando de uma cura e não gosta de abóbora. Vamos buscar então outro alimento. Por que com certeza, a abóbora não vai ter o mesmo efeito prá ele. E mais três regrinhas que dispensam maiores explicações:



Prepare os alimentos usando a visualização;
Harmonize-se com os alimentos antes de ingeri-los;
Aceite a energia que o alimento está lhe oferecendo.





FONTE: livro "Enciclopédia de Wicca na Cozinha" - Scott Cunningham / circulandomagia.blogspot.com

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Dicas Decoração - Natal - PARTE 2















































Guirlanda de Yule




Mais um símbolo pagão que foi anexado ao tradicional Natal cristão – as guirlandas de Yule tem um significado bem simples – elas são a porta de entrada dos Deuses, razão pela qual, em geral, são colocadas nas portas, como sinal de boas vindas…

Simbolicamente as guirlandas são “adorno de chamamento” e são utilizadas nos solstícios de inverno como convite para que os Deuses venham a morar em nossas casas durante o inverno, nos fazendo companhia e nos abençoando…

A maior parte dos deuses pagãos do Egito aparecem sempre com a “guirlanda” na cabeça – mas por outro lado, a Bíblia não faz qualquer menção ao uso de “guirlanda” no nascimento de Jesus. Só existe uma guirlanda na Bíblia, e esta foi feita por Roma para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte: uma guirlanda de espinhos que é na verdade o símbolo de escárnio (menosprezo, desacato).

Para confeccionar sua guirlanda, você precisa fazer uso da sua criatividade. Faça uso de cordas, folhagens, arbustos, pinhas, flores, fitas e laços, folhas verdes, frutas, grãos…

Guirlanda de azevinho

uma guirlanda de sempre-vivas com verdes variados de 50 cm
dois fios de chenille preto
11/2 m de fita xadrez vermelha e preta, 6 cm de largura
cola quente, cola de madeira
dez pinhas
seis romãs secas
tesoura ou alicate para cortar arame
folhagem sortida
ramos com frutos: quatro borgonhas
dois ramos de frutos vermelhas, 30 cm cada

Modele a guirlanda de forma mais volumosa, dando uma aparência mais natural. Para fazer o gancho tipo cabide, torça um fio de chenille no laço do topo atrás da guirlanda. Usando aproximadamente 30 cm de fita, forme dois laços de 15cm. Fazendo uso da cola quente cole o laço no lado esquerda da guirlanda. Em seguida vá colando as pinhas, o ramo de romã, as folhagens, os frutos, procurando intercalar de forma que pareça uma espécie de pedaço da natureza na sua porta e pronto…

http://acasadomago.wordpress.com

A Origem da Festa de Nata!



Nem sempre o dia 25 de Dezembro foi dia de Natal. A origem da celebração deste dia parece ser muito antiga mas a filiação mais directa provêm, como tantas outras coisas, dos Romanos. Estes celebraram durante muito tempo uma festa dedicada ao Deus Saturno que durava cerca de quatro dias. Nesse período ninguém trabalhava, ofereciam-se presentes, visitavam-se os amigos e, inclusivamente, os escravos recebiam permissão temporária para fazer tudo o que lhes agradasse, sendo servidos pelos amos. Era também coroado um rei que fazia o papel de Saturno. Esta festa era chamada Saturnália e realizava-se no solstício de Inverno.
Convém lembrar aqui que o solstício de Inverno era uma data muito importante para as economias agrícolas – e os Romanos eram um povo de agricultores. Fazia-se tudo para agradar os deuses e pedir-lhes que o Inverno fosse brando e o Sol retornasse ressuscitado no início da Primavera. Como Saturno estava relacionado com a agricultura é fácil perceber a associação do culto do deus ao culto solar.
Mas outros cultos existiam também, como é o caso do deus Apolo, considerado como “Sol invicto”, ou ainda de Mitra, adorado como Deus-Sol. Este último, muito popular entre o exército romano, era celebrado nos dias 24 e 25 de Dezembro data que, segundo a lenda, correspondia ao nascimento da divindade. Em 273 o Imperador Aureliano estabeleceu o dia do nascimento do Sol em 25 de Dezembro: Natalis Solis Invicti (nascimento do Sol invencível).
É somente durante o século IV que o nascimento de Cristo começa a ser celebrado pelos cristãos (até aí a sua principal festa era a Páscoa) mas no dia 6 de Janeiro, com a Epifania. Quando, em 313, Constantino se converte e oficializa o Cristianismo, a Igreja Romana procura uma base de apoio ampla, procurando confundir diversos cultos pagãos com os seus. Desistindo de competir com a Saturnália, deslocou um pouco a sua festa e absorveu o festejo pagão do nascimento do Sol transformando-o na celebração do nascimento de Cristo. O Papa Gregório XIII fez o resto: é mais fácil mudar o calendário do que mudar a apetência do povo pelas festas…

A tradição pagã e o Natal


As festas associadas ao dia em que o Sol deixa de descer em direção ao equador celeste e os dias começam a crescer (solstício do inverno), têm uma origem antiquíssima, remontam talvez mesmo, ao período dos adoradores egípcios da Ra, o Deus-Sol.
Os imperadores romanos identificavam-se com o Sol, assumindo-se como a própria divindade. O culto solar, religião do Estado, impunha-se sobre todos os outros cultos, e a 25 de Dezembro da cada ano, celebrava-se o nascimento do Sol sempre vencedor sobre as trevas (Dies Natalis Solis Invicti), coincidindo com o solstício do inverno.
No movimento sincretista do sec.III, o culto pagão do deus-solar, tinha chegado ao apogeu da sua popularidade, de tal forma que já se tinham adoptado divindades importantes das províncias do Império, como Baal da Celesira e Dionísio-Osíris do Egipto.
O culto de adoração ao deus-sol Mitra, que se tinha estendido a toda a Ásia, no sec.II, estava em vias de se tornar a religião universal, quando repentinamente a "conversão" ao cristianismo do imperador romano Constantino, abalou e precipitou a sue queda.
Constantino Magno, imperador desde 306 dc., começa por dar uma grande tolerância aos cristãos a partir de 313, através do Édito de Milão, colocando-os ao mesmo nível dos outros cultos pagãos.
Rapidamente o crisitianismo passa a ser a religião do Império, graças à benevolência do imperador. Constantino determina o descanso dominical e proíbe aos pagãos a celebração de sacrifícios sanguinários.
Na sua qualidade de grande pontífice da religião tradicional de Roma (o culto do Sol Invictus), que inclusive figurava nas faixas imperiais e nas moedas, leva o imperador a deixar de se considerar deus, para se tornar soberano por direito divino.
Eusébio de Cesareia explica de uma forma bem clara que, Constantino é o único monarca à imagem de Deus e é Dele que lhe vem a sua autoridade.
Toda esta questão do culto do Sol e da Luz, tinha muito a ver com o crisitianismo. Cristo é o verdadeiro Sol da Justiça, a Luz que ilumina a humanidade.
Por esse motivo é fácil de perceber que a Igreja nascente, tenha pretendido, por um lado evitar a forte influência das festas pagãs sobre os recém-convertidos e, por outro lado, marcar de forma decisiva que, o novo Sol Invictus era Cristo e portanto, a celebração do seu nascimento passaria a ser no solstício do inverno, a 25 de Dezembro.
Numa cronologia compilada por volta de meados do sec.IV, Furio Dionísio Filocato citou um calendário litúrgico de 320 dc., que foi o primeiro a levar a celebração do Natal para o dia canónico atual.
O Papa Júlio I decidiu aceitar este fato, bem como a Igreja Oriental, por volta do ano 380 dc., graças aos bons ofícios de S.João Crisóstomo e S.Gregório Nazianzeno.

Dicas Decoração - Natal - PARTE 1