quinta-feira, 9 de abril de 2015

Energias Sexuais


Aceitando as quatro mulheres sensuais dentro de nós!

Dentro de todas as mulheres existem quatro energias sexuais lindas e poderosas .
Para as mulheres com ciclo menstrual, essas energias fluem em nós enquanto vamos passando pelas fases do ciclo, cada fase tem uma expressão sexual diferente, desejos e necessidades sexuais diversas.

Não admira que as mulheres estejam confusas sobre suas energias sexuais; elas aprenderam que são uma mulher, com um tipo de energia sexual e desejo, quando, na verdade, são no mínimo quatro mulheres diferentes!
Também não surpreende que os homens se sintam confusos com os desejos e necessidades sexuais femininos. Um estilo de abordagem sexual que leva a um sexo maravilhoso numa semana, em geral, não funciona na seguinte. Se os homens soubessem que eles têm quatro mulheres ao invés de uma só, se sentiriam mais confiantes para usar diferentes abordagens dependendo da “mulher” que estivesse presente em cada fase.
No nosso ciclo menstrual, temos quatro fases que podem ser representadas por quatro arquétipos femininos diferentes. Arquétipos são imagens e energias comuns a todas as mulheres independentemente da cultura delas; podem ser encontrados na mitologia e em histórias do mundo inteiro nas figuras da Donzela, Mãe, Feiticeira e Anciã. Em cada fase menstrual personificamos as energias de um desses arquétipos, inclusive suas energias sexuais e desejos característicos.
Então quais são as suas quatro energias sexuais, e como você pode manifestá-las no mundo?!
 

Suas energias sexuais de Donzela:

Durante a menstruação nossas energias sexuais são renovadas, e então entramos no novo ciclo com um desejo sexual crescente e um aumento da autoconfiança corporal. Nossas energias sexuais nessa fase são apenas para o prazer, já que nenhum óvulo foi ainda liberado. Essa energia é fresca, dinâmica, brincalhona e aventureira.
Conectando com suas energias sexuais de Donzela:
Esta é a fase da paquera, de se divertir sendo bem “menina”, independente da sua idade; faça sexo lúdico, sem nenhum outro motivo que a diversão!
 

Suas energias sexuais de Mãe:

Na nossa fase Mãe, o desejo sexual pode aumentar já que estamos no nosso momento mais fértil. Essas energias sexuais podem, no entanto, trazer o desejo de uma conexão emocional, e então frequentemente o sexo requer mais amor e cuidados do nosso parceiro para que possamos nos sentir satisfeitas.
Conectando com suas energias sexuais de Mãe:
Esta é a fase do romance, dedique mais tempo a conversar de coração para coração antes de transar e demonstrando seu profundo amor ao parceiro através da sensualidade do seu corpo.
 

Suas energias sexuais de Feiticeira:

As energias sexuais de Feiticeira normalmente são as mais difíceis de entender. Podem aparecer de forma dinâmica, desinibida e erótica, ou pode que sintamos uma necessidade de sexo reconfortante e amoroso. Saber que podemos ter duas necessidades sexuais diferentes nessa fase nos dá a possibilidade de compartilhar as nossas energias sexuais com o nosso parceiro sem mal-entendidos.
Conectando com suas energias sexuais de Feiticeira:
Desfrute da desinibição e do erotismo da sua sexualidade quando aparecerem – se vista mais sexy ou satisfaça as fantasias do seu parceiro! Mas também desfrute de um sexo reconfortante em termos emocionais, um sexo que mostre que você continua sendo desejada mesmo quando não se sente erótica.
 

Suas energias sexuais de Anciã:

Durante a menstruação nossas energias sexuais estão mais baixas, e muitas mulheres não sentem nenhum desejo sexual nesta fase. Mas nossas energias sexuais continuam existindo; simplesmente elas tomam uma orientação mais sensual e espiritual. O sexo pode se transformar em uma fusão de almas com seu parceiro, uma prece, uma experiência de unidade com o universo.
Conectando com suas energias sexuais de Anciã:
Peça uma massagem sensual nessa fase – isso pode levar a um sexo mais meigo, em que seu parceiro fará o trabalho físico, ou pode te fazer cair no sono! Então avise o parceiro.
 

Mulheres na menopausa e as quatro energias sexuais

Na menopausa, temos a oportunidade de expressar completamente a sexualidade sensual ilimitada que mora dentro de nós. Livres da possibilidade da gravidez, nossas energias sexuais, criativas e sensuais são para o nosso prazer, para o nosso crescimento espiritual e desenvolvimento pessoal.
No nosso caminho de transformação rumo a uma “ Mulher Completa”– em que nossas quatro energias arquetípicas femininas estão em equilíbrio e se fundem – nossas quatro energias sexuais se apresentam para que todos os aspectos possam ser aceitos, acolhidos e expressados. Se não tivemos a oportunidade de aceitar ou liberar aspectos das nossas energias sexuais enquanto éramos cíclicas, elas emergirão automaticamente na nossa natureza e corpo para poderem ser experimentadas.
Se não entendemos as energias sexuais arquetípicas, esse momento pode ser muito confuso e podemos nos sentir descontroladas. Podemos vivenciar durante dois meses seguidos a energia sexual da Feiticeira, ou podemos sentir todas as quatro energias num único dia! Por isso é importante que reconheçamos os arquétipos sexuais quando aparecem e encontremos maneiras de dar-lhes as boas vindas e o amor para viver essas energias com elegância.
Nossas energias sexuais são parte da nossa natureza sagrada e, na menopausa, nossa natureza sexual se torna mais sensual e mais centrada no nosso ser. Não importa se temos ou não um parceiro, somos lindas, sensuais, sexuais e poderosas na nossa expressão da natureza feminina nessa maravilhosa fase de nossas vidas.

Womb Blessing

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Os simbolismos ocultos do Ovo



Na cosmologia da Deusa o ovo é um símbolo universal da criação do mundo pela Grande Mãe, manifestada como uma Deusa Pássaro. Os antigos egípcios consideravam o Sol como o ovo dourado posto pela deusa Hathor, na sua manifestação como A Gansa do Nilo. Nos rituais egípcios o próprio universo era visto como o ovo cósmico criado no início dos tempos.
Os mitos gregos associavam diversas deusas com o ovo cósmico, por exemplo Leto, que chocou um ovo misterioso do qual nasceram Apollo, representando o Sol, e Ártemis simbolizando a Lua. O historiador Hesíodo relata como a Mãe da Noite (o vazio ou abismo cósmico, o espaço infinito), que antecedeu à criação e gerou todos os deuses, criou o Ovo do Mundo e de suas metades surgiram o céu e a Terra. Em outra versão, deste ovo (identificado com a Lua) surgiu Eros (o amor), que colocou o universo em movimento e contribuiu para a proliferação da vida..
Para os hindus o ovo cósmico é posto por um enorme pássaro dourado, enquanto no mito de criação finlandês, a deusa Ilmatar, a Criadora que flutuava sobre as águas primordiais, abrigou sobre seu ventre um ovo posto por um grande pássaro e que, ao quebrar, formou o céu e a Terra.
Os ovos são símbolos da Lua, da Terra, da criação, do nascimento e da renovação. A iniciação nos Mistérios Femininos é vista como um renascimento, análogo ao ato de sair da casca. O círculo, a elipse, o ovo, o ventre grávido são símbolos da plenitude misteriosa da gestação e da criação. O centro de um círculo é um espaço protegido e seguro, semelhante à escuridão do ventre e do ovo.
Inúmeras estatuetas representam as deusas neolíticas associadas com a Lua ou o ovo. No folclore de vários povos europeus existem crenças ligadas ao ovo, considerados símbolos de fertilidade, humana ou animal. Até o século 17 na França, a noiva devia quebrar um ovo na soleira da sua casa para assegurar sua fecundidade. Os antigos eslavos e alemães untavam seus arados antes da Páscoa com uma mistura de ovos, farinha, vinho e pão, para atrair assim abundância para as colheitas. Na Inglaterra antiga, crianças percorriam as casas no Domingo de Ramos pedindo ovos; recusar este pedido era um mau presságio para os moradores.
Usavam-se ovos também nas oferendas para os mortos, colocados juntos deles no caixão ou sobre os túmulos. Os judeus da Galícia consumiam ovos cozidos ao retornarem dos enterros pra retirar as energias negativas. Na Noite de Walpurgis (30 de abril), nas montanhas Harz da Alemanha, consideradas local de reunião das bruxas, os casais enfeitados com guirlandas de flores dançavam ao redor de árvores decoradas com folhagens, fitas e ovos tingidos de vermelho e amarelo.
Na Romênia, Rússia e Grécia ovos cozidos ou esvaziados do seu conteúdo são até hoje decorados com motivos tradicionais, dados de presente ou usados em competições no domingo da Páscoa. Ganhava aquele que conseguia quebrar os ovos dos concorrentes batendo de leve neles, mas sem rachar o seu. Os romanos destruíam as cascas dos ovos que eles tinham comido para evitar que fossem feitos feitiços com eles.
A presença de ovos nos sonhos deu margem a variadas interpretações, os que apareciam inteiros prenunciavam boa sorte, casamento, gravidez ou herança; se fossem quebrados anunciavam brigas, perdas e separações. A divinação com ovos – chamada de ovomancía - era praticada pelas mulheres européias nos Sabbats Samhain, Yule ou Litha, deixando cair em um copo com água a clara e fazendo vaticínios pelas formas criadas.
Resquícios do mito da deusa celta Ostara, padroeira da fertilidade e renovação da Natureza celebrada no Equinócio da primavera, permaneceram nas crenças populares e persistem até os dias de hoje, apesar das pessoas desconhecerem sua origem. Os símbolos de Ostara eram o ovo e a lebre, sem relação entre si, mas ambos significadores de criação e proliferação. Com o passar do tempo, surgiram os contos do Coelho da Páscoa e a sua inexplicável associação para os leigos com a festa cristã e os ovos de chocolate.

Mirella Faur

Páscoa




Você sabia que a Páscoa também tem relação com o Sagrado Feminino?
Neste post você vai ler sobre a relação da Páscoa com o símbolo do coelho e dos ovos e também de onde surgiu a lenda da imagem do coelho que se pode observar na Lua até os dias de hoje.
A Páscoa cristã celebra a ressurreição de Jesus Cristo. É, juntamente com o Natal o dia santo mais importante da religião cristã. Porém, muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera.
A festa tradicional associa a imagem do coelho, que é símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, que representam a luz solar e a fertilidade das deusas lunares.
De fato, para entender o significado da Páscoa cristã atual, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Eostre (em inglês, Easter quer dizer Páscoa).
Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor.
A lebre que a deusa Ostera carrega pode ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade. De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações judaico-cristãs.
Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março. Eostre ou Ostera (no alemão mais antigo) significa “a Deusa da Aurora”. É uma deusa anglo-saxã, teutônica, da Primavera, da Ressurreição e do Renascimento. Ela deu nome ao Shabbat Pagão, que celebra o renascimento chamado de Ostara.
Em alguns países ainda é um costume comum pintar ovos com cores, em outros, os ovos foram substituídos por ovos de chocolate, porém, o costume não é citado na Bíblia. Então, este costume é uma alusão a antigos rituais pagãos.
 
Mais detalhes sobre a Deusa Ostara e a imagem do coelho que se pode ver na Lua até os dias de hoje:
"É uma deusa anglo-saxã teutônica da mitilogia nórdica e germânica, seu nome significa a Deusa da Aurora, conhecida também como Eostre, Ostera ou Easter, cujo significado é Páscoa.
É a deusa da primavera, da ressurreição e do renascimento, tem como símbolo o coelho. Pode ser encontrada também como a Deusa da Pureza, da Juventude e da Beleza.
O primeiro dia da Primavera, que ocorre em 21 de setembro no hemisfério sul e 21 de Março no hemisfério Norte e as festividades que se celebram o equinócio de primavera, relaciona-se com essa deusa.
As celebrações da Páscoa atual tem forte relação com o paganismo. O inicio da primavera marca a volta do Sol e a época do ano em que dia e noite tem a mesma duração depois do inverno.
Para os nórdicos temporâneos à adoração de Ostara, era o despertar da Terra com sentimentos de equilíbrio e renovação. Uma das principais tradições desse festival era a decoração de ovos que representa a fertilidade da Deusa. Outra tradição muito antiga é a de esconder os ovos e depois achá-los.
Lendas encontradas dão conta de que Ostara tinha uma especial afeição por crianças, porque aonde quer que ela fosse, elas a seguiam e a ela adorava cantar e entretê-las com sua magia.
Um dia, Ostara estava em um jardim com as crianças, quando um pássaro voou sobre elas e pousou na mão da Deusa. Ao dizer algumas palavras mágicas, o pássaro se transformou no animal favorito de Ostara, um coelho. O que, maravilhou as crianças. Com o passar dos dias, as crianças repararam que o coelho ficara triste com a transformação, pois não mais podia cantar e nem voar. As crianças pediram a deusa que revertesse o encanto. Ela tentou de tudo, mas não conseguiu desfazer o encantamento. A magia estava feita e poderia ser revertida. A deusa decidiu esperar pelo fim do inverno, pois nesta época do ano seu poder diminuía. O coelho assim permaneceu até a chegada da Primavera. Com os poderes no apogeu, Ostara pode transformar reverter a magia e coelho transformou-se novamente em pássaro, durante algum tempo. Agradecido, o pássaro pôs alguns ovos em homenagem a ela. Em celebração à sua liberdade e às crianças, que tinham pedido a deusa para que ele retornasse a sua forma original, o pássaro, pintou os ovos e os distribuiu pelo mundo. Para lembrar às pessoas de que não podem interferir no livre-arbítrio de alguém, Ostara entalhou a figura de uma lebre na lua, que pode ser vista até hoje por nós."
 

Fontes: Deusas Antigas e  Raízes Espirituais com adaptação de Camila Angelini

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Kyphi, o perfume dos Deuses no Antigo Egito


A primeira referência ao kyphi é encontrado nos textos das pirâmides: é listado entre os bens que o rei vai desfrutar em vida após a morte. Existe um papiro que registra a doação e entrega de ervas e resinas para sua fabricação nos templos de Ramsés III. As instruções para a preparação de kyphi e listas de ingredientes são encontrados entre as inscrições da parede no templo de Edfu e Dendera, no Alto Egito. 
Médicos gregos que estudaram a farmacologia egípcia citam o kyphi como um medicamento. Dioscorides estabelece a preparação de kyphi na sua ‘Materia Medica’ e esta é provavelmente a primeira descrição grega do material.

Para Isis e Osiris, nos comentários do historiador Plutarco, os sacerdotes egípcios queimavam incenso três vezes ao dia: ao amanhecer incenso, mirra ao meio-dia, e kyphi ao anoitecer. Ele relata que kyphi tinha dezesseis ingredientes e acrescenta, “estes são agravados, não ao acaso, mas enquanto os escritos sagrados são lidos para os perfumistas como misturar os ingredientes”. Plutarco observa ainda que a mistura foi usado como “uma poção e uma pomada”. No século VII o médico Paulo cita um kyphi”lunar” de vinte e oito ingredientes e um kyphi “Solar” de trinta e seis.
Todas as receitas para kyphi fazem menção ao vinho, mel e passas. Outros ingredientes identificáveis ​​incluem: canela, casca de cássia, os rizomas aromáticos de cyperus, cedro, bagas de zimbro, cana aromática, nardo e resinas como incenso, mirra, resina benjoim, labdanum e aroeira.

Alguns ingredientes permanecem obscuros. Receitas em grego e aramaico mencionam ‘aspalathos’, quePlínio descreve como a raiz de um arbusto espinhoso. Os estudiosos não concordam sobre a identidade deste arbusto: Alhagi maurorum, Convolvulus Scoparius, Calicotome villosa, Genista acanthoclada e, mais recentemente, Capparis spinosa foi sugerida.
O fabrico de kyphi tal como indicado no texto Edfu envolve a mistura e envelhecimento de dezesseis ingredientes em sequência. O resultado era enrolado em ‘bolas’ e colocado sobre brasas para liberar uma fumaça perfumada.
Outras referências aos perfumes egípcios:
Quando o túmulo do jovem faraó Tutancâmon foi aberto, entre os conteúdos de luxo encontrados dentro estavam vários frascos muito bem trabalhados e contêineres. Entre eles, um frasco especial para conter um ungüento, ainda perfumado, depois de tantos séculos.

Unguento é a palavra clássica usado para descrever uma pomada ou um perfume sólido. Apesar da imagem do antigo Egito ocasional ou a descoberta de que certamente parece ser equipamento destilaria funcional nas ruínas de Mohenjo-Daro, tanto quanto sabemos hoje o processo de destilação não foi popularizado até o século 10 de nossa era. Assim, perfumes egípcios eram muito diferentes na textura dos líquidos agora considerados “perfumes”. Para uma comparação, considere os perfumes sólidos atualmente importados da Índia, embalados em pequenos recipientes de madeira ou de pedra esculpida (a semelhança é na textura, apresentação e aparência, não necessariamente na fragrância).
O ungüento perfumado encontrados na tumba de Tutancâmon era de natureza sólida, embora notou-se que ele derreteu e se tornou mais viscoso por causa do calor ao qual foi exposto. Observadores da época citam o aroma similar ao óleo de coco e também lembrando o cheiro de valeriana (Valeriana officinalis), a primeira dica para que o frasco continha provavelmente.
O perfume foi analisado em 1926 e verificou-se consistir de gordura animal e de uma resina ou bálsamo. Na época eles eram incapazes de ser mais específicos. No entanto, o componente perfumado primário é acreditado agora para ser primo de valeriana, o antigo e precioso nardo (Nardostachys jatamansi).

Sua reputação é antiga. É um ingrediente em algumas fórmulas para Kyphi, o famoso perfume sagrado egípcio. O nardo também foi um componente do incenso sagrado oferecido no Templo judaico de Jerusalém. Ele é mencionado nada menos que três vezes no Cântico dos Cânticos. Os gregos antigos tinham uma fragrância baseada em nardo. Foi ungüento de nardo puro, que Maria de Betânia usou para untar os pés de Jesus Cristo, enchendo a sala inteira com seu aroma. Ao invés de sua fragrância maravilhosa, porém, o que é o mais famoso sobre nardo é seu alto custo. Dois dos evangelhos comentam sobre o seu preço. Judas Iscariotes foi aparentemente ofendido com a unção de Jesus, querendo saber por que o frasco da pomada não foi vendido e os recursos se deu aos pobres. À luz da sua descoberta na tumba de Tutancâmon, ele pode ser apreciado que nardo era verdadeiramente uma fragrância para reis.
Por que nardo é tão caro? Por causa de onde ela cresce e a dificuldade de obtenção. É nativo do Himalaia e cresce em altas altitudes. Era embalado em caixas de alabastro esculpidas, cuidadosamente transportado por caravanas e exportados no mundo antigo. Tão recentemente como cem anos atrás, o nardo foi importado do Nepal para o Egito para uso como uma medicina popular. Além de vários usos medicinais, como valeriana, que tem propriedades relaxantes, sedativos, ao nardo também eram atribuídos poderes místicos e românticos.
Hoje, o nardo está disponível como um óleo essencial. Rizomas e raízes secas e trituradas submetidas à destilação a vapor resulta em um líquido dourado pálido. Qual é o cheiro? Não necessariamente o que você poderia esperar de um perfume, se suas expectativas são de um jardim florido. Nardo puro tem um aroma profundo e complexo, uma combinação doce/picante/almiscarado, um cheiro de terra muito orgânico.
A recriação historicamente correta de unguento precioso de Tutankhamon pode envolver gordura de ganso para a base. A versão mais palatável para o gosto moderno pode ser o óleo de coco.

Perfume de Tutankhamon:

 - 1/4 xícara de óleo de coco
 - 6 gotas de óleo essencial de nardo
 - 6 gotas de óleo essencial de olíbano

Alguém habilidoso se arrisca a produzir?


Extraído de "The Essence of Beauty: A History of Perfume and Cosmetics," Aytoun Ellis Publicado por MacMillan Company, New York, 1960

Perfumes Sagrados



A origem da palavra "perfume" deriva do latim "Per" (através) e "fumus" (fumo) - indicando claramente que foi, em principio, exalado por resinas queimadas no incenso.
    Desde tempos imemoriais, perfumes e o incenso têm sido usados em festas religiosas de coroação de druidesas com verbena e outras ervas sagradas, ungindo os sacerdotes com óleo sagrado perfumado e estimulando a criação de uma atmosfera devocional nos santuários.
Sabia-se que os óleos usados nas pessoas ajudavam ao indivíduo, e que o incenso quando queimado tinha o poder de atrair anjos ou reservas beneficientes da natureza. Além disso, possuía o poder de repelir espíritos malignos. Consequentemente, os antigos, em sua sabedoria, fizeram dele uso abundante nos seus rituais - tanto para atrair boas influências, quanto para exorcizar as más.
    A história revela uma relação perpétua entre o incenso e as observâncias religiosas de todas as épocas. Dos povos mais primitivos aos altamente cultos de cada país e civilização, alguma forma de incensamento ritualístico, simbolizando um sacrifício espiritual e uma oferenda de aspirações dos devotos aos seus deuses, tem sido incluída nas práticas religiosas.
    Felizmente, alguns dos papiros de uma das mais antigas civilizações - o Egito - sobreviveram aos séculos e elucidaram muitas das práticas espirituais e rituais religiosos daqueles tempos. O incenso era aparentemente uma parte vital dos seus rituais e era preparado com o máximo cuidado e precisão foi do Egito que, pela primeira vez, nos chegou a ciência do incensamento.
    O incenso sacro egípcio, chamado "kyphi", era feito de uma fórmula especial. Preces e encantamentos eram utilizados durante a mistura dos ingredientes para impregnar o material com os poderosos pensamentos dos sacerdotes, sendo uma tarefa de particular importância - os sacerdotes escolhidos para cultivar as árvores e plantas sagradas (das quais se fazia o incenso) viviam uma vida de pureza e austeridade para cumprir sua, tarefa espiritual com perfeição.
    Seu cuidado, carinho e reverência eram imensos, pois acreditavam que as plantas vivas se beneficiavam das atenções e radiações dos seres humanos - um fato que hoje está sendo provado por cientistas e botânicos modernos (vide Máquina de Kirlian).
    Os árabes por sua vez, extraíram seus conhecimentos sobre os efeitos do incenso, do Antigo Egito e rapidamente desenvolveram o uso de perfumes e óleos em uma arte altamente evoluída até hoje conhecida e cultuada..
    Resinas, gomas e especiarias eram utilizadas no embalsamamento, fumigação e medicina na Pérsia, Iraque e Arábia, onde eram queimadas nas piras funerárias, em casamentos e em outras celebrações (batismos, funerais e festas religiosas). Era um costume enraizado na vida diária do povo.
    O incenso cumpriu um papel importante nas práticas religiosas e rituais místicos da antiga Babilônia, Pérsia, Turquia, Síria e Arábia - e parece ter sido deste último país que o seu conhecimento chegou à Europa, onde caravanas de incenso tornaram-se cada vez mais populares. O uso abundante do incenso na Corte e na Igreja tornou-se um símbolo de poder e riqueza e gradativamente os perfumes tornaram-se conhecidos e utilizados por todas as culturas clássicas da Europa.
    Hipócrates, Críton e outros médicos-filósofos consideraram os perfumes como uma ajuda vital nas terapias de cura e classificaram-nos como medicamentos, receitando-os para tratamento, especificamente nos casos de problemas nervosos de vários tipos. A "História Natural" de Plínio cita numerosos perfumes florais para serem usados como remédios naturais.
O filósofo grego Theofrasto acreditava que algumas doenças tornavam-se mais agudas pelo uso da inalação de perfumes estranhos à natureza da pessoa, sendo então necessário um perfume equilibrante para a cura.
    Diz ele que naquela época 200 A.C. - o perfume da rosa foi elaborado mergulhando-se as flores em vinho doce, indicando que havia uma experimentação na arte da destilação e um interesse vital em óleos essenciais.
    No pensamento grego os perfumes eram associados com os imortais, e acreditava-se que o seu conhecimento chegou ao homem através da indiscreção de Aeone (na mitologia, uma das ninfas de Afrodite).
    Os romanos representavam mais o aspecto positivo ou masculino da cultura de seu tempo, não tendo se utilizado muito dos aromáticos, até que seus hábitos e gostos foram eventualmente influenciados pelo contato com os gregos.
    Os hebreus eram familiarizados com o uso do incenso e óleo de ungimento sacro, que se dizia serem compostos de mirra, canela doce, cálamo, cássia e óleo de oliva. Seu incenso foi introduzido por Ordem Divina "Deveis construir um altar para queimar incenso sobre ele... e Aarão deverá queimar ali incenso todas as manhãs". Queimar incenso nas rezas permaneceu um costume através dos séculos.
    Velas perfumadas foram usadas na época de Constantino e sem dúvida, o incenso também, mas não, de modo algum, na Igreja Cristã antes do século IV. Daí então sua popularidade no ritual da igreja cresceu regularmente até que - aproximadamente no século XVI - óleos aromáticos e resinas foram aceitos como necessários para o uso no incenso, nas igrejas e nas capelas privativas dos soberanos. As rotas comerciais entre a Europa e o Oriente traziam tanto do precioso incenso, essencialmente o sândalo, que se tornaram conhecidas como as "trilhas de sândalo".
    O incenso era conhecido e empregado pelo povo das antigas dinastias chinesas para exorcizar maus espíritos de pessoas possuídas por entidades demoníacas - pessoas em dificuldades mentais similares àquelas muitas que se encontram hoje em casas de saúde, clínicas psicoterapêuticas e hospitais. O incenso era queimado para purificar a atmosfera e livrar o ambiente de qualquer espírito que estivesse assombrando ou perturbando uma casa particular. Além desses propósitos, os chineses eram tão conhecedores quanto os egípcios no seu uso do incenso nas cerimônias religiosas e deliciavam-se com o uso de outras fragrâncias exóticas existentes no Oriente. Parecem ter utilizado como ingredientes de seu incenso, o sândalo, o almíscar (musk) e flores como o jasmim. Sabe-se que Confúcio teria elogiado o incenso e recomendado o seu uso.
    O uso do incenso na índia é encontrado em todos os antigos registros daquele pais, e a origem e os propósitos do incensamento foram transmitidos desde os mais remotos tempos do começo da cultura indiana até os nossos dias - ainda hoje é o primeiro pais do mundo na sua produção. São muito utilizados os incensos feitos com óleos de rosa, jasmim, pandang, champac, patchouli, sândalo, cipreste e outros, cada um criando um efeito distinto para o ritual religioso e para o uso pessoal caseiro. A poesia indiana. é generosamente salpicada de descrições das divinas nuvens de exóticos perfumes, que eram sempre associados a seus deuses. O costume da queima de incenso era comum em todos os templos da maior parte das religiões e seitas da índia. Os adoradores do fogo, os Zoroastrianos, são representados na índia pelos Parais, que cuidam ritualisticamente de seu fogo sagrado e queimam incenso em forma de sacrifício, regularmente durante o dia.
    Os aztecas usavam incenso nos ritos processionais e em sacrifícios, festivais e festas. Seu deus Quetzalcoatl teria se deliciado nos perfumes aromáticos e incensos onde eles usavam a resina copal, juntamente com uma planta rara, que se supõe induzia nos devotos estados de consciência semelhantes a um transe.
    Parece que o incenso foi usado também pelos anglo-saxões - é certo que muitos ingredientes perfumados foram utilizados em muitos dos ritos pagãos e festivais de adoração da natureza.
    O incenso foi gradualmente incorporado no ritual eclesiástico em todos os lugares, tendo permanecido até os dias de hoje na maioria das igrejas onde antigas cerimônias são ainda celebradas. Aqueles que são sensíveis à atmosfera podem sentir o aumento do poder espiritual trazido até nós com a ajuda do ritual de incensamento.
    Podemos concluir que nos tempos antigos o uso de perfumes era uma arte cultivada, usada para realçar seu deleite e apreciação da própria vida.
    Foi também usado na santificação dos locais espirituais de adoração, para tornar cientes a todos da presença dos deuses e para lembrá-los das grandes forças naturais que aqueles deuses simbolizavam.
    Os incensários estavam continuamente acesos nas casas e prédios, assim como nos jardins e arvoredos e aos pés das estátuas - servindo para lembrarnos constantemente da eterna presença das Deidades.

Texto extraído de
"A GUIDE TO THE PRACTICAL USE OF INCENSE"
de Sally E. Jsnasen,
publicado pela Triad Library and Publishing Company

Perfumes e Essências




Introdução
 
"O perfume é algo que penetra no âmago do ser..." - Aristóteles

Os perfumes têm sido parte da vida civilizada há vários séculos, tanto para os homens como para as mulheres. Todos nós temos preferências por determinados aromas, os quais podem nos mudar o humor ou suscitar emoções. 
Provavelmente o mais primitivo dos nossos sentidos, o olfato tem a capacidade de nos recordar experiências passadas. As mensagens olfativas são enviadas para áreas do cérebro associadas à emoção, à criatividade e à memória.
Mas, do ponto de vista da química, o que realmente caracteriza uma fragrância?
 
 A Origem
 
A origem da palavra vem de "per" (origem de) "fumus" (fumaça), devido aos rituais praticados na Antigüidade.
A arte de extração de perfumes foi bastante aprimorada pelos árabes há cerca de mil anos. Eles faziam essas extrações a partir de flores maceradas, geralmente em água, obtendo ‘água de rosas' e ‘água de violetas', dentre outras. 
Atualmente, designa todas as soluções perfumadas, independente da concentração. Mas, deveria ser empregada apenas para a versão mais concentrada, como veremos nas classificações. 
A fragrância de um perfume é um complexo sistema de substâncias originalmente extraídas de algumas plantas tropicais ou de alguns animais selvagens. 
As essências são óleos que, além do aroma principal (flores, musgos, plantas, arbustos etc.), contêm água, álcool, filtro ultravioleta (para manter a cor) e antioxidantes (que evitam o azedamento do óleo).

No Antigo Egito, as essências eram queimadas em homenagem aos deuses. Credita-se a sua profanação à influência de mulheres orientais, como Cleópatra. 
Depois do surgimento da alquimia, a partir do século XVI, o ramo da perfumaria apresentou uma grande evolução, com o desenvolvimento de processos de extração de essências, principalmente das espécies vegetais.

Constituição do Perfume

Um perfume é, por definição, um material — porção de matéria com mais de uma substância. A análise química dos perfumes mostra que eles são uma complexa mistura de compostos orgânicos denominados fragrância (odores básicos). 
Inicialmente, as fragrâncias eram classificadas de acordo com sua origem. Por exemplo: a fragrância floral consistia no óleo obtido de flores tais como a rosa, jasmim, lilás etc. A fragrância verde era constituída de óleos extraídos de
árvores e arbustos, como o eucalipto, o pinho, o citrus, a alfazema, a cânfora etc. A fragrância animal consistia em
óleos obtidos a partir do veado almiscareiro (almíscar), do gato de algália (algália), do castor (castóreo) etc. A fragrância amadeirada continha extratos de raízes, de cascas de árvores e de troncos, como por exemplo, do cedro e do sândalo.
Atualmente o sistema moderno de classificação das fragrâncias engloba um total de 14 grupos, organizados segundo a volatilidade de seus componentes:
 cítrica (limão), lavanda, ervas (hortelã), aldeídica, verde (jacinto), frutas (pêssego), florais (jasmim), especiarias (cravo), madeira (sândalo), couro (resina de vidoeiro), animal (algália), almíscar, âmbar (incenso) e baunilha. 
Os perfumes têm em sua composição uma combinação de fragrâncias distribuídas segundo o que os perfumistas denominam de notas de um perfume. Assim, na linguagem própria do ramo as fragrâncias são denominadas de notas, numa clara associação com as notas de uma obra musical.
 
Tipos e Características
 
Um perfume possui três notas principais:
  • Notas de cabeça
É a parte mais volátil do perfume, responsáveis pelo primeiro cheiro que a pessoa sente ao abrir o perfume. São mais perceptíveis nos primeiros 15 minutos após a aplicação.  Evaporam rapidamente. Classificam os Cítricos
  • Notas de corpo ou coração
É a parte intermediária do perfume, e leva um tempo maior para ser percebida, de três a quatro horas. São as que classificam os perfumes Florais
  • Notas de fundo ou base (fixadores)
É a parte menos volátil, geralmente leva de quatro a cinco horas para ser percebida. É também denominada ‘fixador' do perfume. Permanecem pelo menos, 8 horas. São as mais oleosas e densas : Amadeirado
O tipo de perfume depende da quantidade de cada nota.

Criação do Perfume

Leva de 6 a 18 meses, e é realizada por pouquíssimos profissionais especializados : atualmente, estima-se que existam cerca de 300 pessoas com esta capacidade. Elas são capazes de reconhecer 2.000 aromas diferentes (uma pessoa comum reconhece apenas 12), após 6 anos de treinamento cotidiano. Um perfume mais sofisticado contém, em média, 300 ingredientes. A essa mistura de diversos odores, em procura da harmonia perfeita, dá-se o nome de bouquet.
 
Matérias-Primas

I – Vegetais : flores (tuberosa e rosa), caules e folhas (gerânio e hortelã), frutos (anis e coentro), cascas dos frutos (laranja e limão), sementes (aipo e salsa), raízes (íris e vetiver), espinhos e ramos (pinheiro e cipreste), ervas aromáticas (estragão e tomilho), resinas e bálsamos (mirra e incenso), madeiras (sândalo e cedro) e cascas (canela).
II – Animais : constituem ótimos fixadores. As mais usadas são : almíscar ou musc (produzido pelas glândulas sexuais do veado-almiscarado macho do Tibete) , castóreo ou castore (produto oleoso segregado pelos castores da Rússia e do Canadá), âmbar cinzento ou âmbar gris (cálculo renal que o cachalote rejeita naturalmente no litoral) e algália (secreção glandular do gato-de-algália ou gato bravo da Etiópia, retirada por curetagem anal). Gradativamente as essências animais estão sendo substituídas por aromas sintéticos , visando proteger os animais.
 
Métodos de Extração
  • Destilação
O vapor de água evaporado sobre as flores carrega-se de essências aromáticas. 10.000 kg de pétalas de rosas podem produzir 1 kg de essência de rosa.
  • Enfloragem (Enfleurage)
As flores ou pétalas são colocadas sobre placas de vidro cobertas com gordura, que absorve a essência das flores. 1 kg de gordura pode absorver 3 kg de flores.
  • Solventes
No lugar da gordura, usa-se solventes. 3,5 kg de rosas podem produzir 1 kg de essência de rosa.
Podemos citar ainda a maceração, que é um processo utilizado para as substâncias animais e para certas plantas e flores, que são mergulhadas em óleo quente. Um dos métodos mais recentes é o headspace , usado para flores cuja essência é difícil de captar, como o lírio-do-vale. A flor é coberta por uma redoma de vidro e um gás neutro captura o perfume. As moléculas odoríferas com as quais o gás se carrega são reproduzidas no laboratório. 

Classificação dos Perfumes (de acordo com as tendências)
  • Florais: são em geral perfumes com notas dominantes de flores do campo. São perfumes românticos e delicados.
  • Aldehydes-florais: associam a um dominante floral, um frescor inicial característico, proveniente de aldeídos.
    Verdes: a fragrância inicial lembra uma folhagem colhida. Os perfumes desta família são frescos, jovens, vivificantes.
  • Chypress: combinação clássica de hesperides (sobretudo bergamota), de flores (jasmim, rosa, ylang-ylang) e de um fundo quente de musgo de carvalho e de âmbar. Estes são perfumes quentes, sensuais e sofisticados.
  • Orientais: perfumes fortes, com base de âmbar e baunilha.Fazem lembrar o o oriente com seus desertos, oásis, sheiks, odaliscas...
  • Cítricos (ácidos): contém extratos de cascas de frutas cítricas,como: limão, mandarina, laranja e bergamota. Ideais para criar águas de colônia refrescantes.
  • Amadeirado(seco) : associado com o odor de madeiras nobres,como cedro, patchouli e sândalo, que dão à fragrância uma forte masculinidade e elegância.
 
Classificação dos Perfumes (de acordo com a concentração de essências e álcool)
  • Perfume propriamente dito (extrait ou parfum) :
Produto mais nobre da linha, possui uma concentração de essências em torno de 23 a 35% . Duração na pele: 12 a 20 h.
  • Perfume água de perfume (eau de parfum ou parfum de toilette):
A base perfumada sofre modificações e permite uma aplicação mais sutil e marcante; apresenta concentração de 15 a 22% de óleos essenciais. Duração na pele: 6 a 8 h.
  • Perfume colônia (eau de toilette) :
A base perfumada sofre modificações para ressaltar as notas frescas; apresenta concentração de 8 a 14% de óleos essenciais. Duração na pele: 4 a 6 h.
  • Perfume água de colônia (eau de cologne):
Predominam as notas de cabeça, dando uma sensação de grande frescor. A concentração é de 3 a 7%, tendo duração reduzida . É ideal para após o banho.
  • Perfume deocolônia :
Difere da colônia e da água de colônia pela adição de um antimicrobiano (desodorante).
 
O Perfume no Brasil

No início do século XIX o perfume era um privilégio apenas da nobreza, sendo o produto trazido da Europa : na época, acreditava-se que, além de proporcionar odor agradável , trazia benefícios para a saúde. Depois, surgiram as primeiras produções nacionais. Eram usadas, basicamente, substâncias aromáticas encontradas nos vegetais.Hoje, o Brasil é o quinto colocado em vendas de perfumes no mundo.
 
Particularidades dos Perfumes
  • Na fabricação de perfumes usa-se o álcool de cereais por ter odor neutro, não interferindo, portanto nas essências escolhidas.
  • Um ótimo fixador é o ácido benzóico, usado preferencialmente no teor de 1%.Concentrações maiores podem irritar a pele.
  • Sob o sol é aconselhável o uso de fragrâncias sem álcool , evitando manchas na pele.
  •  Peles oleosas seguram a fragrância por um tempo maior. Já as peles secas devem efetuar reaplicações com mais freqüência.
  • Deve-se trocar o perfume de acordo com as estações do ano, pois o calor aumenta a intensidade da fragrância. Siga a regra: no verão, use essências leves ( por exemplo, as cítricas) e ,no inverno, as fortes(por exemplo, as orientais).
  • Em estado de tensão e nervosismo, um aroma de lavanda é capaz de relaxar e induzir ao sono, ajudando em casos de insônia. Quando se está apático, deprimido, infeliz, o aroma de bergamota pode ajudar na recuperação. Aromas de limão, vetiver, eucalipto e alecrim melhoram a concentração, sendo que o de alecrim alivia também o cansaço.
  •  Arqueólogos que abriram o túmulo do faraó Tutankhamon em 1922 encontraram vasos com um óleo perfumado conhecido como Kiphi. Após 3 300 anos, traços do aroma ainda puderam ser detectados.
  • O profeta e fundador do islamismo, Maomé, acreditava no poder dos perfumes e, segundo dizem, teria afirmado certa vez: "Três coisas são importantes para mim na Terra: mulheres, perfumes e orações." Numa outra ocasião, teria dito: "O perfume é o alimento que nutre meus pensamentos."
  • O óleo de jasmim natural custa cerca de R$5 000,00 por quilograma. A mesma quantidade da fragrância  artificial chega a custar R$5,00.
Artigonal

Fases da Lua



"A Lua é o Sol da noite"


A Lua sempre esteve ligada aos nossos sentimentos, a essa parte onírica que nos invade, sem que, sobre ela, tenhamos qualquer controle. As fases da Lua afetam toda vida existente no planeta, desde as marés dos oceanos até o crescimento das plantas.

         
A Lua Nova indica começo de um novo ciclo, o nascimento da Deusa, representado por Morgana a rainha das bruxas, é o tempo de fervilhar de novas idéias; tudo fica com o contorno de perpétuo começo, e podemos sentir que as idéias surgidas nesse período crescem à medida que a Lua vai crescendo no céu. É o mágico começo da jornada rumo ao nosso centro e uma intensa vontade de criar novos projetos. É sempre bom, nesse período, anotar num caderno o turbilhão de sentimentos que nos chegam com intensidade.


A Lua Crescente representa a face virgem da Deusa, representa Rhiannon, a Donzela. Ótima fase para levar a frente os projetos feitos na lua nova, é uma fase de crescimento, de correr atrás do que acredita e quer. É uma fase excelente para o crescimento em todos os sentidos.



A Lua Cheia representa a face Mãe da Deusa, representa Brigit, A Grande Mãe, é uma fase de energia muito forte, excelente para trabalhar intuição, para realização de feitiços, rituais de qualquer espécie. O poder da Deusa está totalizado nessa fase, é aquela que aceita ou rejeita os projetos iniciados na Lua Nova.           
Seu papel é da escolha, pois nela se concentram todas as energias que possibilitam avaliar nossos desejos. Nesse período, sempre sonhamos com símbolos da fertilidade, é produtivo anotar os sonhos e meditar profundamente sobre eles. É um ótimo período para procurar aquele emprego tão desejado, para tentar vender seu trabalho, enfim é o tempo de selar nossas realizações.


A Lua Minguante representa a face Anciã da Deusa, representa Cerridwen, indica o ciclo completado, representa a sabedoria, é o tempo da desintegração de algumas idéias antigas; o movimento aqui é de introspecção e recolhimento. É também o período pré-menstrual em várias mulheres.
Nesse período estamos mais pacientes e nossos atos não são mais tão impulsivos. Não é uma fase para se fazer feitiços relacionados a começos, ou eles minguarão junto com a lua, é um período para se preparar para começar tudo de novo, porém com mais sabedoria.. É tempo de reflexão...

Mistérios Antigos

Esbat de Abril: Lua de Sangue




4 de abril 2015 – A Lua de sangue – Outro portal magnifico irá se abrir.


Chamado popularmente de “Lua Sangrenta” ou “Lua de Sangue”, um eclipse lunar está previsto para a madrugada da sexta para sábado (04). O fenômeno em que a Lua é coberta pela sombra da Terra e acaba ficando avermelhada poderá ser visto da Ásia, região do Pacífico e América do Norte. Desta vez, os brasileiros não vão poder ver o eclipse.

Conhecido mais popularmente como Lua de sangue (a última antes do Samhain) e em certos covens como lua de cura, esse é o Esbat de Abril. Esta lunação marcava o inicio do tempo de caça e estoque de comida para o inverno. É um momento para celebrar os ancestrais e meditar sobre o tema morte e renascimento, antecipando a mudança que ocorrerá em Samhain. É o esbat propicio para se livrar de hábitos e coisas ruins em nossas vidas, logo todo feitiço ou ritual de banimento se beneficiará das energias dessa lua.
Essa lua é associada a cor vermelha (sangue), exatamente por ser a lua da caça, da fecundidade, da menstruação e da maternidade, rituais com esses significados também são bem vindos.

Ritual do Esbat

 Todos os aspectos pré-rituais vcs já sabem, procurem nesse esbat usar incenso de cipreste ou qualquer outro que esteja aliado a feminilidade e a fertilidade. Antes de iniciarem o ritual façam um exercício de controle de respiração, tentem relaxar, meditem um pouco sobre o ciclo de suas vidas. Feito isso abram o circulo como de costume, antes de iniciar qualquer ritual façam uma homenagem aos deuses, dancem, cantem em volta do caldeirão cheio de água e flores silvestres, sintam a liberdade e a deusa dançando junto a vocês. Vocês podem realizar hoje um ritual de cura, ou em busca de harmonia ou até mesmo um ritual de banimento de energias negativas. Terminado o ritual que vcs escolheram coloquem o dedo indicador da sua mão de poder dentro do caldeirão e em seguida desenhem o símbolo da lua cheia em suas testas, ergam um cálice contendo vinho ou qualquer bebida de tom avermelhado e sintam a energia dos raios lunares chegando até vc e até o cálice, o poder da deusa tocará em você suave como seda, peça que ela abençoe seus projetos e os conceda fertilidade, que ela extermine as coisas ruins da sua vida e que você esteja renovado para o começo do novo ciclo em Samhain. Beba e agradeça a deusa pelas bênçãos concedidas. Agora você pode encerrar a celebração como de costume e água do caldeirão pode ser utilizada para energizar suas pedras ou amuletos.

Sugestão de Ritual de Cura

Você vai precisar fazer dentro do seu circulo mágico um pequeno circulo de sal, dentro dele vc deve colocar: uma vela branca e um athame, no centro. Em frente à vela, coloque a foto da pessoa que necessita de cura. Descreva círculos maiores sobre o circulo de sal utilizando sua varinha mágica ou equivalente e diga algo mais ou menos assim: “Deusa da vida, do amor e da bondade, nessa noite de grande força invoco teus poderes para o bem de ... e que ele possa ser curado de qualquer enfermidade física e/ou espiritual.” Feche os olhos e visualize um raio de luz branca descendo do céu para a ponta do athame e então para seus braços e corpo, preenchendo-a com uma sensação confortável, intensa, fulgurante. Continue a visualização e, quando começar a sentir o divino poder curativo da Deusa acumulando dentro de si, comece a visualizar a pessoa que precisa ser curada. Concentre-se bastante e veja a pessoa em seu olho mental completamente curada, em perfeita saúde. Pegue o athame e o aponte para a fotografia (ou para a pessoa, caso ela esteja presente no ritual).  Dirija e então libere a energia curativa acumulada para a pessoa enferma. Continue até que toda energia tenha sido usada. Relaxe por alguns minutos (esse ritual pode ser fisicamente exaustivo) e depois agradeça à Deusa por sua presença e ajuda. Deixe que a vela queime até o fim. 

 Grimório da Luna


quarta-feira, 1 de abril de 2015

Beterraba

beterraba

















Regência planetária: Saturno - Júpiter - Vênus
Melhor Destino: Amor - Beleza - Juventude

Conhecida como ”Beta Vulgaris” seu cultivo tem algo em torno de 4000 anos atrás.
Os antigos gregos e romanos usavam a raiz como propriedades medicinais e as folhas como as hortaliças.
Antigamente a raiz da beterraba tinha mais importância medicinal do que alimentar.
Era utilizada para tratar uma série de infecções, incluindo febres, prisão de ventre, ferida e vários problemas de pele.
Na mitologia, Afrodite disse ter comido beterraba para manter sua beleza.
Na África, a beterraba é usada ​​como antídoto de envenenamento por cianeto.
As beterrabas arredondadas que estamos familiarizados hoje não foram desenvolvidas até o século XVI, e suas raízes eram longas e finas como uma cenoura.
A Beterraba mais comum é redonda e vermelha, e o pigmento chamado betacianina é que dá a cor vermelha.
A beterraba crua é surpreendente em salada, e cortando em fatias é revelado os seus lindos anéis, é suculenta e doce.
Quanto mais recente a beterraba melhor os sabores e mais rápido elas cozinham.
Cozidas ou assadas, na conserva em potes, em saladas, sopas e até em suco ela é saborosa e nutritiva.
A Beterraba não é apenas abençoada com uma cor bonita, mas também repleta de vitaminas, minerais, aminoácidos, calorias, antioxidantes, silicone e todos essenciais para o corpo humano.
Seus benefícios para a saúde e para a cura é imenso, portanto, pode ser chamada de “super alimento”.


Os benefícios de saúde da Beterraba

Anemia: excelente quantidade de ferro que está associada ao sangue humano, ela regenera e reativa as células vermelhas do sangue, fornece oxigênio fresco para o organismo e ajuda o funcionamento normal da respiração vesicular.
Ajuda no crescimento dos tecidos: a beterraba é uma das mais ricas fontes de ácido fólico, algo que é essencial para o crescimento dos tecidos normais. Pode proteger contra pressão alta.
Distúrbios digestivos: suco de beterraba fresca misturado com uma colher de sopa de mel tomadas todas as manhãs antes do café ajuda a cicatrização da úlcera gástrica. É benéfica no tratamento de icterícia, hepatite, náuseas e vômitos, diarreia e disenteria.
Reduz a pressão arterial: pode ser excelentes opções para aqueles que têm a pressão arterial elevada. Suco de beterraba ajuda a aumentar a concentração de nitrito no plasma, que é o agente redutor da pressão arterial, assim reduz significativamente a pressão sanguínea.
Ideal para grávidas: o ácido fólico desempenha um papel vital para o desenvolvimento da medula espinhal do bebê durante os primeiros três meses de gravidez e pode ajudar a prevenir defeitos na medula espinhal, como “espinha bífida”.
Melhoras no sexo: a beterraba contêm grande quantidade de boro, que está diretamente relacionado à produção de hormônios sexuais. Ela é visto como um afrodisíaco.
Função do fígado: a beterraba contém o agente bioativo “betaína”, que estimula a função das células do fígado e protege o fígado e as vias biliares. A betaína é também importante para a saúde cardiovascular.
Afecções da pele: a água em que as raízes de beterraba foram cozidas é uma excelente aplicação para furúnculos, inflamação da pele e aparecimento de espinhas e pústulas. A mistura também é útil para lavar a pele em caso de sarampo e febre eruptiva.
Assim, a beterraba da terra é um tratamento de saúde, considerando seus benefícios de saúde e sua fácil digestão para todas as faixas etárias.


Suco Cenoura, Beterraba e Maçã
 
Ela permite que o organismo bloqueie as células ruins que se formam no corpo , além de parar o seu crescimento!
 
Como preparar:
Pegue uma beterraba, uma cenoura e uma maçã que se combinam para fazer o suco! Lave tudo e sem tirar a pele corte em pedaços e coloca-os no espremedor e beba o suco imediatamente. Pode adicionar um pouco de limão para dar mais sabor.
Esta bebida é eficaz para as seguintes doenças:
1. Previne as células cancerosas de desenvolver. Ela vai conter as células cancerosas de crescer.
2. Prevenir no fígado, pâncreas, doença renal, e pode curar a úlcera também.
3. Fortalecer o pulmão, prevenir ataques cardíacos devido à pressão arterial elevada.
4. Fortalecer o sistema imunológico.
5. Bom para a visão, elimina olhos vermelhos e cansados, e olhos secos.
6. Ajuda a eliminar a dor do treinamento físico, dores musculares.
7. Desintoxicar, ajudar o movimento do intestino, eliminar a
CONSTIPAÇÃO. E com isso A pele fica saudável sem acne e o olhar mais radiante.
8. Melhora o mau hálito, provocado pela indigestão, ou devido a infecção de garganta.
9. Diminui a dor menstrual.
10. Evita que haja ataque de febre alta.
Não há absolutamente nenhum efeito colateral. É altamente nutritiva e absorvida facilmente! Muito eficaz se precisar perder peso. Vai notar que o seu sistema imunológico será melhorado após 2 semanas de rotina. Por favor, certifique-se de beber imediatamente do liquidificador para melhor efeito.
QUANDO beber:
BEBER logo de manhã com o estômago vazio! Após uma hora VOCÊ PODE tomar o café da manhã. Para resultados rápidos BEBA 2 vezes ao dia, pela manhã, E ANTES das 17:00


Salada de Beterraba e Maçã (Para Amor)

Ingredientes:
- 2 colheres sopa de mel
- 2 colheres sopa de vinagre de maçã
- 2 colheres sopa de azeite de oliva
- Sal e pimenta-do-reino
- 500 g de beterraba ou 2 latas de beterraba fatiadas
- 1 maçã Fuji
- 1/4 xícara de blue cheese
- 1-2 colheres chá de salsa picada

Modo de Preparo:

1: Fazer o molho:
Misturar o mel, vinagre e o óleo. Temperar com sal e pimenta. Reservar.
2: Cozinhar a beterraba. Quando estiver macia, remover a casca e cortar em fatias. Se usar enlatada, enxaguar e drenar a beterraba.
3: Cortar a maçã em fatias.
4: Misturar a beterraba e a maçã com o molho, cobrindo bem. Por cima colocar o queijo e a salsa.

Sopa de Beterraba e Brotos de Feijão


Ingredientes:
  • 1 xícara (chá) de cebola picada.
  • 1/3 xícara (chá) de manteiga.
  • 1 1/2 xícara (chá) de beterraba cortadas em palito.
  • 1/2 colher (chá) de alcaravia (kummel).
  • 5 xícaras (chá) de caldo de legumes.
  • 1 colher (sopa) de mel.
  • 3 colheres (sopa) de vinagre.
  • 250 g de broto de feijão.
  • 1 pepino em conserva.
  • 6 ramos de salsa.
  • Sal a gosto.
  • 1 copo (200g) de iogurte natural.
Modo  de preparo:
  • Numa panela doure a cebola na manteiga, acrescente a beterraba e o salsão, e frite.
  • Tempere com a alcavaria.
  • Adicone o caldo de legumes junto com o mel e o vinagre.
  • Tampe a panela e cozinhe  em fogo brando por 15 minutos.
  • Lave o broto-de-feijão e corte ao meio.
  • Corte o pepino em palitos finos.
  • Separe as folhas de salsa dos raminhos.
  • Coloque o broto-de-feijão, o pepino e as folhas de salsa na sopa e aqueça.
  • Tempere com sal.
  • Coloque a sopa em quatro pratos e enfeite cada um com uma colherada de iogurte.
Rendimento: 4 porções



Mousse de Beterraba


Ingredientes:
  • 1 caixinha (85g) de gelatina em pó com sabor de limão
  • 1 xícara (chá) de água fervente
  • 1 xícara de beterraba descascada, cozida e picada
  • 1 copo (200g) de iogurte natural
  • 2 colheres (sopa) de suco de limão
  • 1 colher (sopa) de cebola ralada
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto
  • Óleo para untar


  • Modo de preparo:
  • Numa tigelinha, dissolva a gelatina na água fervente.
  • Deixe esfriar um pouco
  • Bata a gelatina dissolvida e a beterraba no liquidificador.
  • Ponha numa tigela e junte o iogurte, o suco de limão, a cebola ralada,sal e pimenta.
  • Misture bem.
  • Despeje numa forma redonda, levemente untada com óleo, e leve à geladeira até firmar.
  • Para servir, desenforme e enfeite a gosto.
Rendimento: 4 porções

Suco da Juventude

Ingredientes:
  • 1 beterraba
  • 2 cenouras
  • 6 laranjas

Modo de Preparo:
Descasque e corte em pedaços a beterraba, a cenoura e a laranja. Coloque tudo no liquidificador, adicione gelo e, se achar necessário, açúcar. Bata tudo por mais ou menos um minuto e meio. Está pronto para servir.


Sopa Fria de Beterraba

Ingredientes:
  • 500 gramas de beterraba cozida e sem casca
  • 1 e ½ colheres de (sopa) de suco de limão
  • 2 pepinos em conserva suave
  • 250 ml de creme de leite azedo
  • 250 gramas de iogurte caseiro
  • Sal e pimenta do reino à gosto
  • 1 pitada de açúcar
  • 2 ovos cozidos
  • 1 cebola média
  • Para decorar:
  • 2 colheres de (sopa) de creme de leite azedo ou iogurte
  • 4 ramos de endro
Como preparar:



Corte a beterraba em pedaços regulares e depois pique-a no processador. Pique também os pepinos em conserva e a cebola. Bata o creme de leite com o iogurte com o misturador. Tempere com o sal e a pimenta do reino, acrescentando o açúcar e o suco de limão. Misture com a beterraba, o pepino e a cebola. Deixe pegar gosto em recipiente fechado, na geladeira. Corte os ovos em oito pedaços, junte quatro deles à sopa de beterraba e bata com o misturador. Passe para uma terrina. Despeje o creme de leite azedo sobre a sopa, na parte central de sua superfície, coloque os pedaços de ovo restantes sobre o creme e enfeite com o endro. Sirva em seguida.

 Para 4 pessoas.