quinta-feira, 19 de março de 2009

Halloween - Dicas!

Decoração de Halloween

“Cada vez mais estamos festejando o Halloween, um costume antigo dos povos celtas para festejar o fim do verão, o início do Ano-novo e as fartas colheitas. (…)

No Brasil comemora-se com muitas festas à fantasia. O ingrediente principal da festa é a abóbora, do tipo moranga e as casas costumam ficar todas enfeitadas com abóboras que eles cortam, fazem caretas e colocam uma lanterna dentro.

Vamos fazer um cardápio onde a abóbora entra como prato principal e como sobremesa para você festejar à altura. Não se esqueça de deixar sua mesa bem colorida, com toalhas e guardanapos de cor viva.”
























Dicas de Cardápio e Receitas

Para quem não sabe, a cozinha é um dos lugares preferidos da bruxa, pois a culinária nada mais é do que a transformação mágica dos ingredientes. Por isso, aproveite nossas dicas de receitas de halloween e prepare as gostosuras para os seus monstrinhos!

Salada de Halloween

Rendimento: 4 porções
Tempo de Preparo: 30 minutos.

Ingredientes

2 xícaras (chá) cheias de brotos de alfafa crus (100g)
1 maçã grande, vermelha com casca(180g)
2 colheres (sopa) de uvas-passas (30g)
1 talo de salsão picadinho (30g)
1 colher (sopa) de azeite (8g)
1 colher (sopa) de suco de limão (10ml)
ervas frescas a gosto

Modo de preparo:

Arrume os brotos de alfafa em formato de 4 ninhos. Corte a maça em cubinhos e misture com as uvas-passas e o salsão. Tempere com o azeite e o suco de limão. Coloque sobre os ninhos, salpique as ervas e sirva.

Frango na Moranga

Rendimento: 4 porções
Tempo de Preparo: 75 minutos

Ingredientes

1 moranga pequena (600g de polpa)
250g de peito de frango em cubinhos
1 cebola picada (100g)
3 tomates picados sem pele e sem sementes (270g)
1 folha de louro (2g)
1 xícara (chá) de caldo de legumes (200ml)
1 colher (sopa) de amido de milho (15g)
1 xícara (chá) rasa de requeijão light (200g)
salsa picada a gosto

Modo de preparo:

Corte a tampa da moranga e retire as sementes. Embrulhe em papel alumínio e coloque no forno médio (180ºC), por cerca de 1 hora ou até amaciar. Ou faça o cozimento no fogão, em uma panela grande com água. Mas a melhor opção ainda é o microondas pois seu cozimento é mais rápido. Cozinhe com a abertura da abóbora para baixo, sobre um prato refratário, por cerca de 20 minutos na potência alta. Reserve.
Frite os cubinhos de frango em uma panela antiaderente até dourar. Junte a cebola. Os tomates, o louro e o caldo de legumes. Deixe cozinhar por cerca de 15 minutos em fogo baixo. Dissolva o amido de milho em 2 colheres (sopa) de água e adicione ao refogado. Quando começar a ferver, coloque o requeijão, mexa mais um pouco e coloque dentro da abóbora. Na hora de servir, volta ao forno para esquentar bem e salpique a salsa na hora de servir.
Obs: se quiser utilize caldo de legumes industrializado que vem em envelopes ou tabletes. Neste caso, utilize 1 envelope e 1 xícara (chá) de água. Se quiser entrar no clima, não coloque o requeijão todo no refogado. Coloque metade da quantidade e o restante em um saco plástico próprio para congelamento. Corte a pontinha e faça círculos sobre o refogado na moranga. Depois com a ponta de uma faca, puxe do cento para fora, formando uma teia de aranha.

Arroz com Brócolis

Rendimento: 4 porções
Tempo de Preparo: 40 minutos

Ingredientes

2 dentes de alho amassados (4g)
1 colher (sopa) de azeite (8g)
2 xícaras (chá) rasas de brócolis picado (250g)
2 xícaras (chá) rasas de arroz integral cozido (300g)

Modo de preparo:

Refogue o alho no azeite e junte o brócolis. Deixe amaciar por cerca de 10 minutos, misture o arroz e retire.

Pumpkin Pie Light

Rendimento: 8 porções
Tempo de Preparo: 60 minutos.


Ingredientes

Massa
2 fatias de pão diet batidos em um processador (50g)
2 colheres (sopa) de suco de laranja (20ml)
1 colher (café) de canela em pó (1g)
Recheio
2 xícaras (chá) de abóbora cozida e amassada (300g)
2 ovos (100g)
1 colher (sopa) de farinha de trigo (15g)
4 colheres (sopa) de adoçante em pó (8g)
1 xícara (chá) rasa de creme de leite light (200g)
1 colher (chá) de gengibre em pó (2g)
1 colher (café) de canela em pó (1g)
1 pitada de cravo da índia moído
1 pitada de noz moscada
1 colher (chá) de baunilha (2ml)
Calda de Laranja
1 xícara (chá) de suco de laranja (200ml)
4 colheres (sopa) de adoçante em pó (8g)
1 colher (chá) de amido de milho (3g)
2 colheres (sopa) de tiras de casca de laranja

Modo de preparo:

Misture os ingredientes da massa e forre o fundo de uma forma de fundo removível média. Bata os ingredientes do recheio no liqüidificador e coloque sobre o pão. Asse em forno médio (180ºC), por cerca de 30 minutos. Para a calda, misture e leve ao fogo para engrossar. Depois de morna, retire da forma e cubra com a calda. sirva fria.



Bolo Dona Aranha

2 ovos
200 ml de leite de coco
200 g de manteiga ou margarina
1 ½ copo de açúcar
1 pitada de sal
Raspas de um limão
Bati rapidamente no liquidificador
A parte misturei
2 copos * de farinha de trigo
1 colher de sobremesa de fermento
Peneirei e acrescentei a mistura do liquidificador.
Bati bem até ficar bem fofo e o fermento começar a agir, mais ou menos uns 5 minutos.

Dividi a massa em duas partes e a uma delas acrescentei ½ xícara de chocolate em pó (do padre), mexi bem levemente e coloquei na forma aos poucos:
Massa de chocolate, massa branca. Coloquei uma sobre a outra com cuidado, conforme indicou a Anna. Forma untada, forno médio. Assar até que enfiando o palito ele saia seco.
* Copo de requeijão

Cobertura branca:
100 g de manteiga sem sal
1 xícara de açúcar
1/2 lata de leite condensado
5 colheres de leite em pó
1 colher de sobremesa bem cheia de emulsificante.

Bati até ficar bem homogêneo e utilizei pra cobrir todo o bolo.

Ganache de chocolate meio amargo:
100 g de chocolate meio amargo
½ caixa de creme de leite
Levei ao microondas por 1 minuto.
Misturei com um fouet, deixei esfriar e utilizei.

Com um palito de churrasco fiz a teia, puxando do centro para fora.

Doce de Abóbora

Ingredientes:
1 abóbora moranga média
2 pratos fundos de açúcar
2 xícaras (chá) de coco ralado


Modo de Preparo:

Descasque a abóbora, corte-a em pedaços e coloque em uma panela. Adicione 1 copo de água, leve ao fogo e deixe cozinhar por 40 minutos até que esteja bem macia. Assim que estiver cozida, retire do fogo e bata no liquidificador. Em seguida, coloque a mistura em uma panela, adicione o açúcar e leve ao fogo. A proporção entre a massa de abóbora e o açúcar deve ser a mesma. Tampe parcialmente a panela, reduza o fogo e deixe a mistura cozinhar, mexendo sempre até que o doce esteja soltando do fundo da panela. Antes de açucarar, junte o coco ralado, misture e retire do fogo. Despeje o doce em uma assadeira untada e deixe esfriar. Em seguida, corte em quadradinhos. Se preferir, polvilhe com coco ralado.

Batida de Sangue Vampiresca

É preciso:

2 iogurtes naturais;
1 pacote de morangos (ou amoras) congelados.
cubos de gelo;
sorvete de morango.

Como fazer:
1 - Mistura os iogurtes e os morangos na batedeira.
2 - Coloca tudo em copos;
3 - Põe por cima uma colher de sorvete em cada

Bolo de Halloween

• 1 xícara de creme de arroz
• 4 colheres (sopa) de açúcar cristal para polvilhar
• 1 colher (sopa) de casca de laranja ralada
• 1 ovo
• 1 xícara de abóbora cozida e amassada
• ½ colher (chá) de gengibre ralado
• 1 colher (chá) de sal
• 1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
• 1 colher (chá) de fermento em pó
• 1 xícara de açúcar
• ½ xícara de maisena ou fécula de batata

Peneire os ingredientes secos. Bata o ovo, junte o açúcar, casca de laranja ralada, gengibre ralado e abóbora. Misture e adicione aos ingredientes secos e bata bem. Coloque a massa em forma de pão (untada e enfarinhada), polvilhe a superfície com o açúcar cristal e asse em forno médio pré-aquecido. Enfie um palito no bolo para ver se está assado.

Fantasmas de Halloween

Ingredientes
2 claras
½ chávena de açúcar
1 colher de chá de essência de baunilha
Palitos e chocolate preto q.b.

Preparação

- Pré-aquecer o forno a 2000C. Forrar um tabuleiro com papel vegetal de cozinha e reservar.
- Pôr ao lume uma panela com água. Por cima colocar uma taça (resistente ao calor para fazer banho-maria) com o açúcar e as claras. Mexer com uma vara de arames até derreter o açúcar.
- Retirar do lume, adicionar a essência de baunilha e bater com a batedeira elétrica até ficarem as claras em castelo.
- Transferir o preparado para um saco de pasteleiro. Colocar um palito no tabuleiro e fazer o desenho do fantasma, de modo a apanhar o palito. Repetir até acabar o merengue. Levar ao forno.
- Para a decoração, derreter um pouco de chocolate preto e desenhar os olhos e a boca (na revista sugerem colocar nos olhos aquelas “bolinhas prateadas” usadas para enfeitar os bolos).


Strogonoff de Abóbora

Ingredientes

1 peito de frango
1/2 abóbora cortada em cubos
1 lata de creme de leite
1 tablete de caldo de carne/frango/picanha/ ou o que você preferir
sal e tempero a gosto

Como fazer?

° Corte o peito de frango em pedaços menores e cozinhe na panela de pressão por 15 minutos.
° Depois de cozido, retire o peito e desfie.
° Na mesma água, adicione um tablete de caldo, a abóbora, e os temperos que desejar.
° Cozinhe a abóbora por 7 minutos.
° Junte o frango desfiado, e deixe a mistura ficar mais consistente.
° Adicione uma lata de creme de leite, e deixe cozinhar por mais uns 5 minutinhos. E pronto!

Também pode fazer com lombo suíno, bacon, e talz!

Olhos Esbugalhados

Ovos


Pimentão


Azeitonas pretas


Palitos de dente


Ketchup


Como fazer :

1. Cozinhe os ovos em água fervente até que eles fiquem duros (o que leva cerca de 10 minutos em fogo alto).
2. Espere esfriar e descasque. Com uma faca, corte uma fatia da extremidade menos arredondada para que o ovo fique em pé.
3. Corte uma fatia da outra ponta do ovo e uma rodela de pimentão do mesmo tamanho.
4. Corte um círculo pequeno de azeitona preta.
5. Coloque o pedaço de azeitona sobre o pimentão, montando a pupila e a íris do olho. Agora, é só encaixá-las na parte de cima.
6. Para dar o efeito de veias, coloque um pouco de ketchup na ponta do palito de dente e desenhe linhas no ovo. Se precisar, tire o excesso com o papel-toalha ou guardanapo.

Dedos de bruxa

O que precisa


- Salsichas


- Amêndoas sem pele


- Ketchup


Como fazer:

1. Cozinhe as salsichas em água fervente por cerca de 5 minutos.
2. Deixe esfriar e corte as salsichas ao meio.
3. Com a ponta de uma faca, faça cortes pequenos e superficiais nas salsichas, formando os nós dos dedos.
4. Para fazer a unha, enfie metade de uma amêndoa nas extremidades que não foram cortadas.
5. Passe um pouco de ketchup na parte cortada das salsichas. Assim, os dedos ficarão "sangrando"...

Sanduíche Fantasma

O que precisa


- 1 pacote de pão de fôrma sem casca


- 1 pote de maionese sabor azeitona


-6 azeitonas pretas grandes

Como fazer:
1. Faça sanduíches de maionese com todo o pacote de pão.
2. Para fazer a silhueta do fantasma, recorte a borda dos pães com uma faca. Para os olhos, cole pedaços de azeitona preta com maionese na altura do rosto da figura.

Cemitério Maldito

O que precisa


- 1 brownie comprado pronto


- Bolacha maisena


- Açúcar cristal verde (colorido com anilina)

Como fazer:
1. Recorte o brownie em retângulos, como se fossem túmulos, e cubra com açúcar verde.
2. Corte as bolachas ao meio e coloque-as na cabeceira dos túmulos, fazendo as lápides.

Comidas Montruosas



Bolinhos de Aranha!



Bolo de Ratos Assassinos!



Sopa de Olho!



Múmias de Pão com Nutella!



Cérebro de Melão!



Bolinhos de Monstros



Salada com Olhos



Olhos de Gelatina



Tripas Patê de Atum

sábado, 14 de março de 2009

A LUA E A MULHER

O PODER MÁGICO DA LUA SOBRE AS MULHERES

A Dança do Ventre é Formada Basicamente de movimentos arredondados e acentos.

Na linha de aprendizado esotérica que estuda os movimentos sinuosos tem influencia da Lua, (Lunares), já os movimentos rítmicos são influenciados pelo Sol, (solares).

A Bruxaria é uma religião lunar por excelência. Ainda que tenha elementos solares, expressos nos sabás, as suas principais características são lunares. Por isso na Bruxaria, tanto tradicional quanto moderna (Wicca) celebra-se o ciclo da Lua nos chamados esbás. Os estudos das antigas tradições e mitologias revelam que a interpretação da Grande Mãe como uma Deusa Tríplice (Donzela, Mãe, Anciã) foi baseada no ciclo das fases da Lua (crescente, cheia, minguante). Desde a antiga Babilônia três era um número sagrado simbolizando início, meio, fim/, nascimento crescimento, morte/, infância, idade adulta, velhice/, corpo, mente, espírito/, pai, mãe, filho.A lua tradicionalmente rege as mulheres, as emoções e o psiquismo, a receptividade, sensitividade, fertilidade, inspiração e intuição.. Conectando com as fases da lua, a bailarina descobre seu corpo e sua relação com o calendário Lunar, coincidindo cada ciclo da Lua, com as características de uma Deusa despertando sua própria Deusa interior que vive adormecida dentro de cada mulher. O ritual da lua é um processo de invocação interna para despertar e dar poder

Os rituais oferecem uma válvula de escape para o lado emocional e intuitivo de nossa natureza, nos alinhando com as energias espirituais e terrenas.

EFEITO LUNAR

Lua Nova

A Lua Nova tem a função de auxiliar o crescimento de novos projetos (aquilo que começou nessa época será completado em curto prazo).

Lua Crescente

Aquilo que for semeador na lua Crescente cresce mais forte de acordo com o seu padrão, mas do que em outra época.

Lua negra

A lua negra é também uma época de introspecção, estudo ao próprio progresso.

Muito usada para praticar magia.

Lua minguante

É bastante propícia para tarefas que não têm prazo para serem finalizadas, já que o ritmo de trabalho se torna mais lento. Boa fase para jogar fora a papelada e o material inútil e dar uma organizada geral no ambiente de trabalho. E também para uma faxina, pequenas reformas e serviços de manutenção do local, assim como uma “limpeza energética”.

Os rituais de meditação da Lua ajudam a aguçar a percepção a intuição...


Meditação - Lua Minguante

Inspire pelo nariz

Expire pela boca 3X...

Relaxe........"Minha mente esta limpa"

Concentre-se. Visualize uma lua minguante, que se curva para esquerda, envolta pelo céu escuro. Permaneça visualizando uma lua minguante por alguns instantes....

Imagine vindo da lua minguante raios prateados cintilantes que penetram em sua mente iluminando todo o seu corpo....

Deixe a luz entrar e penetrar por todo o seu corpo, Sinta-se aquecida nessa maravilhosa energia.

"A luz da lua minguante é a morte que antecede a vida, o fim antes do inicio, no silêncio na quietude da lua tudo é possível, a Deusa Lua em sua fase minguante é a velha, A Anciã é a mulher sábia, cheia de conhecimento e sabedoria aprendidos pela vida. Todas as coisas devem terminar para suprir seus inícios. A vida se alimenta da morte, a morte conduz a vida, infinitamente velha.

Sinta sua própria idade, a sabedoria da evolução armazenada em cada célula do seu corpo. As mulheres são valorizadas e respeitadas na idade avançada, assim como na juventude...."

Agora estou preparada para lidar melhor com minha vida, irei terminar o que for preciso para começar algo novo e cheio de novas possibilidades.

Calmamente abra os olhos e sinta a magia da Lua Minguante a seu favor...

A LUA E A MÁGICA FEMININA

A natureza apaixonante e cíclica da mulher inspira poetas, boêmios, músicos, intelectuais, cientistas e a própria mulher, que se vê mergulhada em um universo extremamente particular, onde a sensibilidade, a meternidade e a necessidade de acolher configuram à esse exemplar feminino um toque mais que sutil: UM TOQUE MUITO ESPECIAL.

A natureza da mulher é cíclica e bem separada de seus desejos pessoais e ela experimenta a vida através desta natureza sempre mutável. As mudanças mais marcantes de seu comportamento acontecem em relação aos seus sentimentos. Tudo pode estar auspicioso e alegre em certo momento, mas passado pouco tempo poderá estar melancólico e deprimente. Desta forma, sua percepção subjetiva da vida é projetada para o mundo exterior e a mulher pode sentir a mudança cíclica como uma qualidade da própria vida.

No curso de um ciclo completo, que corresponde à revolução lunar, a energia da mulher cresce, brilha esplendorosa e volta a minguar totalmente. Essas mudanças afetam-na tanto na vida física como sexualmente e também psiquicamente. Na mulher, a vida tem fluxo e refluxo que é dependente de seu ritmo interno. O ir e vir da energia, quando perfeitamente compreendido pela mulher, pode presenteá-la com uma oportunidade de trabalho ou uma aventura espiritual, a qual ela espera há muito tempo. Se a Lua lhe for favorável, ela poderá ter uma vida mais livre e cheia de oportunidades, mas se a Lua estiver desfavorável, pode perder sua chance, sendo incapaz de recuperá-la. Não é de admirar que nossos ancestrais chamassem a Lua de "Deusa do Destino", pois realmente é fato que ela influência no destino da mulher, assim como dos homens também, embora inconscientemente.

No mundo patriarcal, as mulheres descuidaram-se de seus ritmos para tornarem-se competitivas e o mais próximas possíveis dos homens. Caíram, sem perceber, sob o domínio do masculino interior, perdendo o contato com seu próprio instinto feminino, passando a viver somente através das qualidades masculinos do "animus". Entretanto, negar sua identidade é constituir-se em um ser sem alma. Não é incorporando os valores masculinos ou tentando imitar seu comportamento que terá reconhecido o seu valor. A mulher deve ser reconhecida também, pela sua dimensão feminina e não pela sua dissociação da sua realidade psíquica.

A MULHER LUA CRESCENTE

A primeira face da Deusa é a Donzela, ou Virgem e que corresponde a Lua Crescente. Representa a juventude, a vitalidade, a antecipação da vida, o início da criação, o potencial de crescimento e a semente do "vir a ser".
A Lua Crescente, portanto, liga-se a "virgem", a mulher solteira e sugere inúmeras promessas ocultas de crescimento, de riqueza, de criatividade e de prazer. Esta Lua nos faz voar à um mundo de sonhos e devaneios. Nos tornamos seres alados que levitam num céu estrelado de possibilidades, onde o impossível torna-se realidade. É o verdadeiro despertar de Eros, do amor, da vida que não nos impõe nenhum obstáculo. Neste mundo onde tudo é possível a mulher personifica-se como a eterna amante, a musa inspiradora que concretiza a eterna felicidade.
A mulher na Lua Crescente consegue expor sua feminilidade com muita espontaneidade. Ela é a personificação da deusa em sua manifestação instintiva e natural, buscando sua essência. Ela é rica em fertilidade e possibilidades, sem limites. Precisa de todo o espaço para expandir-se e manifestar-se. É erva que se alastra e cobre tudo, pois ela é livre, animal sem dono, que não admite ficar presa à ninguém. Dona de si mesma, ela se rege, se governa por seus princípios internos, muitas vezes à custa de muito sofrimento, pois toda liberdade tem seu preço.
Este princípio feminino é representado por várias deusas e uma delas é Àrtemis, a arqueira-virgem e amazona infalível, que corria livre pelos campos e de coração solitário. Ela é arquétipo da feminilidade mais pura e primitiva. Ela santifica a solidão e a vida natural. E, é ela que garante a nossa resistência a domesticação. Outra deusa da Lua Crescente é Inana, uma antiga entidade suméria que é portadora de qualidades lunares femininas. Em época de mudanças, esta deusa sempre está presente e pode ser invocada.
As mulheres que incorporam os atributos da Lua Crescente, são muito sensuais, verdadeiras Afrodites contemporâneas e conhecedoras da influência de seus poderes. Sentem orgulho de seu sexo e possuem uma vitalidade rara, somada a uma ansiedade de ampliar os horizontes de seu psiquismo. Jamais se adaptam à limites sociais e culturais, pois seu desejo de expansão é incontrolável. Estão sempre mudando, são mulheres inquietas e instáveis. Como a Lua Crescente, revolucionam, criam e transformam constantemente. São difíceis de serem civilizadas, pois como Àrtemis, possuem um amor intenso pela liberdade, pela independência e autonomia. Possuem temperamento estouvado e aprendem muito cedo a engolir suas lágrimas e planejar vinganças pelas humilhações que sofrem, devolvendo na medida certa o que receberam.
Para um homem relacionar-se com uma mulher-lua-crescente, pode ser um desafio e tanto. Igualmente, a mulher que penetrar fundo nesse lado de sua natureza artemisia, precisará reconhecer o poder primitivo de sua sanguinolência e o efeito que pode ter sobre o homem. A Lua Crescente nos põe em contato com todos esses aspectos da natureza feminina.

A MULHER LUA CHEIA

O aspecto de Mãe da Deusa sempre foi o mais acessível para que a humanidade o reconhecesse, invocasse e o identificasse. A Lua Cheia está associada à imagem maternal da Deusa, à mulher em toda a sua plenitude, ao potencial pleno da força vital. Ela corresponde ao crescimento e amadurecimento de todas as coisas, ao ponto culminante de todos os ciclos, à semente germinada e à plenitude do caldeirão.
Na Lua Cheia entramos em outra dimensão do feminino, aqui o instinto se coloca a serviço da criação e da humanização. Esta é a fase lunar que é iluminada pelo Sol em sua totalidade, indicando mais clareza de consciência e um melhor relacionamento entre masculino e feminino, o que propicia a criação.
A Lua Cheia é a Lua Grávida de criatividade, de riqueza e da realização do próprio crescimento. É a imagem da Mãe, com o poder divino de carregar uma nova vida em seu ventre. É ela que gera, promove o crescimento e dá o nascimento. Ela é a deusa da maternidade, que traz consigo a fertilidade para a terra e para os homens.
A Lua Cheia nos conecta com a terra, nos coloca em contato com os valores terrenos, é o próprio amor realizado. Esta Lua-Mãe, foi expressa mitológicamente pelos gregos como Deméter com sua prodigiosa energia para nutrir e acalentar e sua dedicação desinteressada para com os filhos e a família. Esta deusa-mãe também é visualizada em Cibele, Ísis, em Astarte e na Virgem Maria. Todas aparecem sempre com o filho, o que pressupõe uma capacidade de relacionamento e reprodução realizada. O filho representa o nascimento, o Logos no feminino. A Lua, deste modo, relaciona-se com o mundo de maneira mais humana, através de seu filho. Estabelece-se assim, um contato mais íntimo entre o mundo interno e o externo, do divino com o terreno e do espiritual com o material.
A maternidade em si já é uma doação, mas também associa-se à capacidade de sacrifício. Todas as deusas citadas, têm em comum o fato de terem um filho que morre e depois ressuscita. O filho seria a semente que morre, se decompõe na terra, para trazer em seguida a renovação da vida. Mas, enquanto não chega a hora do sacrifício, o filho reina junto com a Mãe-Lua e é controlado por ela.
A mulher regida pela Lua Cheia é mais confiável, pois se assemelha à Mãe. Ela é acolhedora, mais domesticada e sempre se coloca à disposição e proteção do outro. Esta mulher tem os pés no chão e seus mistérios não são tão ocultos, pois ela se revela mais claramente. Ela acolhe a criação, que é a união do masculino com o feminino. Mas esta mulher tem uma preocupação exagerada com a segurança, o que impede o seu aprofundamento em seus relacionamentos, pois o contato mais íntimo, pode constituir-se em uma ameaça. Desenvolve então, um controle fora do comum e nada pode pegá-la desprevenida. Aqui desenvolve-se um impedimento a sua criatividade, pois seus passos são calculados, evitando confrontar-se com o desconhecido, que podem lhe proporcionar surpresas desagradáveis.
A mulher-lua-cheia é a esposa e mãe perfeita, desfaz-se em eficiência e cuidados, mas falta-lhe a paixão e a inquietação.

A MULHER LUA MINGUANTE

O terceiro aspecto da Deusa, a Anciã, corresponde à fase da Lua Minguante, sendo o menos compreendido e o mais temido.
A Lua Minguante define-se no acaso e na velhice. É aquela que encerra em si a sabedoria e os segredos nunca revelados. Está associada a velha bruxa, ao deteriorar da força vital, ao envelhecimento, assim como, aos poderes de destruição e da morte, à destruição do impulso de Eros.
A mulher que é arquetípicamente regida pela Lua Minguante é misteriosa e por vezes indefinível. Parece possuir um potencial para realização de algo que é difícil definir com exatidão. Possui virtualidades pressentidas, mas nem sempre realizadas. Ela mesma não se define de maneira consciente e clara. Possui também uma certa dificuldade em lidar com os aspectos da vida consciente. Esta é a mulher que vive no "mundo da lua". Está sempre descobrindo novas possibilidades, mas tem certa dificuldade em direcioná-las e nunca consegue finalizar o que começou.
Como está mais próxima e mantém constante contato com as fontes inconscientes da fertilidade, aparenta estar realizando algo, mas que pode nunca concretizar. É sempre suscetível a perder-se em sonhos e devaneios em função da dificuldade que tem em lidar com o concreto e o real. O seu maior obstáculo é o tempo presente, pois está sempre voltando ao passado, revendo tudo o que foi capaz de realizar, ou lamentando o que deixou de fazer. Ela está sempre distante do presente e por isso torna-se fria e distante dos outros, devido ao seu excesso de auto-referência.
A sua criatividade, se não submetida ao controle do ego consciente, pode assumir uma forma caótica e desordenada. A sua maior dificuldade está em mobilizar e dirigir essa energia. Possui ela, todo o potencial para a criação por seu acesso fácil às fontes criadoras lunares, mas necessita compreender e separar a mistura orobórica criativa, a fazer a ordenação do caos, para que ele se transforme num cosmo criativo
A mulher Lua Minguante possui uma energia muito forte, mas ela pode manifestar-se de maneira tanto construtiva, como destrutiva, dependendo da forma como trabalha o seu consciente. A necessidade de mudança também está sempre determinando seu comportamento. O que mais importa para ela é o próprio processo do que o objetivo final, o caminho não tem tanta importância, mas premente é a necessidade de fazer a passagem.
A introspecção ao mundo interior ocorre facilmente para a mulher regida pela lua minguante. A sua maior dificuldade está no fato de tornar-se produtiva e realizar toda a fertilidade encontrada. Se não conseguir direcionar essa vitalidade, objetivando-a e encaminhando-a para a realização criativa, toda essa riqueza pode se tornar inútil.
A Lua Minguante sempre serviu como vaso adequado para a projeção de todo o lado sombrio, tanto do homem como da mulher. Aqui penetra-se no reino de Hécate e Lilith e tantas outras deusas que apresentam aspecto sombrio, mas que pode no final nos trazer a iluminação. Talvez torne-se necessário para a mulher fazer um acordo com estas deusas, para que elas a presenteiem com a possibilidade de um enriquecimento de personalidade, permitindo a sua expressão de uma forma mais humanizada e não tão instintiva. Deste modo, as dimensões do instinto poderão ter uma via mais integrada, em que pode haver a participação de novas forças energéticas.
É observando e reconhecendo os movimentos da Lua no céu e integrando as suas três fases, que poderemos nos alinhar e sintonizar com o fluxo do tempo e com os ritmos naturais. Nos utilizando dos poderes mágicos da Lua e reverenciando as Deusas ligadas a ela, criaremos condições para melhorar e transformar nossa realidade, harmonizando-nos e vivendo de forma mais equilibrada, plena e feliz.

A LUA E A MENSTRUAÇÃO

A cada 28 dias a Lua completa seu ciclo de crescente a minguante. A Lua Nova marca a primeira iluminação e um fiapo fica visível no céu noturno. A Lua então cresce até o primeiro quarto, quando se pode visualizar a metade de seu disco. Continua a crescer e completa-se até atingir a Lua Cheia. Neste ponto, começa a diminuir de tamanho até o terceiro quarto, quando novamente só se vê a metade do disco e continua assim até que não se veja mais seu disco. Em quinta fase, esta Lua Escura dura três noites e esta, é este é o mais poderoso de todos os ciclos da Lua.

A Lua, com seu ciclo de nascimento, crescimento e morte, é um lembrete poderoso, todos os meses, da natureza dos ciclos. Em épocas remotas, os ciclos menstruais das mulheres eram perfeitamente alinhados com os da Lua. A mulher ovulava na Lua Cheia e menstruava na Lua Escura. A Lua Cheia era o ápice do ciclo da criação, era quando o óvulo era liberado. Nos 14 dias que antecedem esta liberação, as energias da criação reúnem tudo que é necessário para constituir o óvulo. Quando passava a Lua Cheia e o óvulo não era fertilizado, tornava-se maduro demais e se decompunha, derramando-se no fluxo natural de sangue na Lua Escura. Quando a mulher vive em perfeita harmonia com a Terra, ela só sangra os três dias da Lua Escura. Quando a Lua Nova emerge, seu fluxo naturalmente deve cessar e o ciclo da criação é reiniciado dentro dela.

Em nossa sociedade atual, o uso de pílulas anticoncepcionais, fez com que a mulher deixasse de incorporar e compreender este ciclo de criação e destruição dentro de si.

Alguns índios norte-americanos, consideravam a Lua uma mulher, a primeira Mulher e, no seu quarto minguante ela ficava "doente", palavra que definiam como menstruação. Camponeses europeus acreditavam que a Lua menstruava e que estava "adoentada" no período minguante, sendo que a chuva vermelha que o folclore afirma cair do céu era o "sangue da Lua".

Em várias línguas as palavras menstruação e Lua são as mesmas ou estão associadas. A palavra menstruação significa "mudança da Lua" e "mens" é Lua. Alguns camponeses alemães chamam o período menstrual de "a Lua". Na França é chamado de "le moment de la luna".

Entre muitos povos em todas as partes do mundo as mulheres eram consideradas "tabu" durante o período da menstruação. Este período para algumas tribos indígenas era considerado um estado tão peculiar que a mulher deveria recolher-se à uma "tenda menstrual" escura, pois a luz da Lua não deveria bater sobre ela. O isolamento mensal da mulher, tinha o mesmo significado que os ritos de puberdade dos homens. Durante este curto espaço de tempo de solidão forçada, as mulheres mantinham um contato mais íntimo com as forças instintivas dentro de si.

Em tribos mais primitivas, nenhum homem podia se aproximar de uma mulher menstruada, pois até sua sombra era poluidora. O sangue menstrual, nesta época, era tido como contaminador. Acreditavam também, que a mulher menstruada tinha um efeito poluente sobre o fogo e se por algum motivo se aproximasse dele, esse se extinguiria. Ainda, de acordo com o Talmude, se uma mulher no início da menstruação passasse por dois homens, certamente um deles morreria. Se estivesse no término de seu período, provavelmente causaria uma violenta discussão entre eles.

Por vários motivos as mulheres acabaram impondo à si mesmas uma abstinência, muito embora, tanto nelas como nos animais, o período de maior desejo sexual é imediatamente anterior ou posterior a menstruação.

Na Índia, acredita-se ainda hoje, que a Deusa-Mãe menstrua. Durante essa época, as estátuas da deusa são afastadas e panos manchados de sangue são considerados como "remédio" para a maior parte das doenças. Na Babilônia, pensava-se que Istar, a Deusa Lua, menstruava na época da Lua Cheia, quando o "sabattu" de Istar, ou dia do mal, era observado. A palavra "sabattu" vem de sabat e significa o descanso do coração. É o dia de descanso que a Lua tem quando está cheia. Este dia é um percursor direto do sabá e considerava-se desfavorável qualquer trabalho, comer comida cozida ou viajar. Essas eram as coisas proibidas para a mulher menstruada. O sabá era primeiramente observado somente uma vez por mês e depois passou a ser observado em cada uma das fases da Lua.

Hoje, uma compreensão científica e objetiva já nos livrou de todos estes tabus, mas é bom lembrar que em certo momento histórico, inconscientemente, a natureza instintiva feminina podia provocar a anulação dos homens.

ARTES DIVINATÓRIAS

Em uma explicação rude, podemos afirmar que as artes divinatórias são métodos populares de adivinhação. Mas, em uma análise mais profunda, sabe-se hoje que são caminhos especificos para a busca do auto-conhecimento. Estudadas pelas civilizações antigas, tais artes remetiam-se ao profundo "eu", buscando respostas e direcionamento para os caminhos a serem percorridos. Reis da antiguidade, sacerdotes, feiticeiros, bruxos, principes, líderes e avatares utilizavam-se dessa gama infindável de sabedoria, através de oráculos e rituais elaborados, quando uniam-se a grande energia cósmica, para aconselhamento e busca interior.

Hoje, as artes divinatórias possuem uma variedade tamanha que é impossível elencar todas. São provenientes de todos os povos, paises, localidades e etnias, servindo na verdade como um catalisador da energia do Universo, pronta para direcionar o fluxo da freqüência vibratória que é captada pelo interlocutor (mistico, esotérico, etc) a fim de transmitir a sabedoria divina ao consulente.

Dentre as práticas mais comuns temos:

- Acutomancia
Leitura da sorte feita com agulhas. Nesse método, colcam-se 25 agulhas dentro de um prato e, em seguida, derrama-se um pouco de água sobre elas. As agulhas que se cruzarem indicarão o número de pessoas que atrapalharão o consulente durante determinado período.

-Astrologia
Estudo dos astros, cosmos e cotidiano.

- Bibliomancia
Nesse método de adivinhação, uma Bíblia é folheada com uma agulha e o consulente toma nota da primeira palavra de cada página que abrir. A frase formada por essas palavras será a "profecia".

- Búzios
Pequenas conchas do mar utilizadas para a leitura da sorte. O jogo é de origem africana.

- Cafeomancia
Leitura da sorte pela borra de café que fica no fundo do prato ou xícara do consulente.

- Caomancia
Clarividência ou método de prever o futuro pela observação de imagens aéreas.

- Capnomancia
Leitura da sorte pela fumaça liberada por determinadas ervas mágicas, quando queimadas.

- Cartomancia
Sistema de adivinhação pelas cartas do baralho comum.

- Catroptomancia
Adivinhação por meio de espelhos.

- Causinomancia ou Piromancia
Leitura da sorte pelo fogo.

- Ceromancia
Adivinhação com cera líquida. Lança-se a cera sobre uma superfície de madeira lisa enquanto as Salamandras são invocadas. Depois de solidificada, a cera formará desenhos que darão as respostas que o consulente deseja.

- Cleromancia
Adivinhação feita com dados.

- Cristalomancia
Adivinhação com cristais.

- Cromniomancia
Adivinhação feita com cebolas.

- Dactilomancia
Método de adivinhação por meio da forma e dos materiais dos anéis usados pelas pessoas.

- Eromancia
Método muito comum entre os persas, que deve ser feito da seguinte maneira: o consulente segura uma vasilha de água nas mãos enquanto tapa o rosto com um pano. Então formula uma pergunta e observa a água. Caso ela esteja fervendo, a resposta será positiva.

- Geomancia
Oráculo dos povos do deserto do Saara (leitura da sorte através de pedras), que consiste na leitura dos rabiscos feitos ao acaso na areia. Assim os sacerdotes previam o futuro. Hoje há uma versão modernizada e de fácil leitura desse oráculo.

- Heteromancia
Arte divinatória baseada na observação do vôo das aves.

- Hidromancia
Método baseado na observação da água.

- Ichtiomancia
Método muito usado na antiguidade. Baseia-se na interpretação de certos sinais existentes nas entranhas dos peixes.

- Lebanomancia
Sistema de adivinhação muito comum entre os antigos gregos e romanos. Consiste na queima de perfumes aos pés das divindades. As mensagens a ser interpretadas aparecem na fumaça que sai das chamas.

- Lecanomancia
Método de adivinhação que utiliza água, ouro e pedras preciosas.

- Litomancia
Arte de predizer o futuro por meio de pedras. O consulente bate uma pedra na outra e o mago interpreta a mensagem de acordo com o som produzido.

- Nairancia
Prática divinatória de origem árabe, baseada na previsão do futuro pela observação do sol e da lua.

- Necromancia
Método onde as adivinhações são feitas pela observação da cabeça de um cadáver ou pela invocação das almas.

-Numerologia
Energia dos números, estudos numerológicos, auto-conhecimento.


- Ofdiomancia
Sistema no qual se interpretam os movimentos das serpentes.

- Oinomancia
Adivinhação pelo vinho, muito usada pelos persas na antiguidade.

- Onicomancia
Arte divinatória na qual se observam as unhas do consulente.

- Ornitomancia
Adivinhação pela interpetação do canto e do vôo das aves.

- Pegomancia
Consiste em lançar uma pedra dentro da água (de preferência fonte natural) e observar seus movimentos.

- Quiromancia
Baseada na análise e na interpretação de sinais e linhas das palmas das mãos.

- Quironomia
Subdivisão da quiromancia que analisa o formato dos dedos e das mãos .

- Rabdomancia
Técnica usada na antiguidade para a localização de minérios e nascentes de água potável. Os rabdomancistas usavam a forquilha tirada de uma árvore de galhos finos e flexíveis.

- Teomancia
Adivinhação por meio de oráculos.

- Zairagia
De origem árabe, consiste em colocar vários círculos, uns dentro dos outros, girando constantemente. Nas bordas dos círculos colocam-se todas as letras do alfabeto, que vão formando palavras. Dessas palavras, devidamente interpretadas, sairão as profecias.

terça-feira, 10 de março de 2009

Astrologia Egípcia

AS ORIGENS DA ASTROLOGIA EGÍPCIA

O Portal Mago das magias, convida todos os akh ( renascidos ) para uma viagem ao Egito antigo. Passageiros com destino ao Dwat ( Reino dos Mortos ), a Barca de Rá os levará em uma viagem ao passado, milhares de anos antes de nossa era. Amon Sol anuncia, a próxima partida será agora !!!. Se você ouviu o chamado, não fique aí parado, embarque imediatamente, como bagagem, traga apenas o seu interesse em conhecer melhor a antiga civilização egípcia. Boa Viagem!!.

Para compreendermos a religião do Antigo Egito, precisamos recuar no tempo, milênios atrás, quando os deuses ainda andavam pela terra e viviam em um local que se chamava Atlântida, uma grande Ilha, que se localizava entre a África e as Américas, no Oceano Atlântico. Na Atlântida não existia o mal e seus habitantes seguiam as leis da natureza. Como o processo de criação ainda não havia terminado, os Atlantes testemunharam a criação das plantas, animais, pássaros e seres rastejantes. Viram também a formação da Lua, quando o "Grande Astro Rubro", por ocasião de sua passagem, arrancou uma parte do planeta e a atirou ao espaço. Este pedaço do planeta, incandescente como carvão em brasa, ficou girando em torno da Terra, preso em seu campo gravitacional e à noite brilhava como um sol vermelho.

Com o impacto ocorreram muitas transformações no planeta e o solo de Atlântida tornou-se instável. Toth, sabendo que a "Grande Ilha" poderia submergir no oceano, ordenou a emigração das quatro famílias que representavam a população Atlante. Estas famílias eram formadas pelos seguintes casais : Nun e Naunet "Oceano Primordial", Hehu e Hehut "Eternidade", Kekui e Kekuit "Escuridão", Amon e Amaunet "Ar".

Antes da catástrofe final, os Sábios e Sacerdotes Atlantes, cientes de que os dias daquela civilização estavam contados, partiram de lá, com destino à quatro regiões distintas: Para a América Central, dando origem a Civilização Maia e a todos os descendentes da Raça Vermelha; para o noroeste da Europa, onde posteriormente na Bretanha, deram origem à Civilização Celta e a todos os descendentes da Raça Branca; para a Ásia onde deram origem à Civilização Chinesa e a todos os descendentes da Raça Amarela e finalmente para o nordeste da África onde deram origem a Civilização Egípcia e a todos os descendentes da Raça Negra.

Os atlantes levaram com eles grandes conhecimentos sobre construção de pirâmides, e sobre a utilização prática de cristais, assim como conhecimentos elevados de outros ramos científicos, como matemática, geometria, astronomia, medicina, agricultura, etc.

A família de Amon e Amaunet, acompanhada de Toth e de outros sábios e sacerdotes, chegaram ao norte da África por volta do ano 50.000 a. C., conhecido em arqueologia como o período pré-dinástico. Encontraram uma população autóctone primitiva, sobrevivendo da caça e da coleta, que não dominava a agricultura e tampouco domesticava animais.

Os nativos ficaram maravilhados com a visão daqueles néteres (deuses), saindo do "Ovo Dourado" que surgiu voando. Os Mestres Atlantes ficaram fascinados com a beleza da região e principalmente com a docilidade de seus habitantes. Resolveram então se estabelecer no delta do Nilo e iniciar o processo de transmissão das artes da agricultura e da civilização.

Estabeleceram as bases da religião egípcia, inspirada na religião atlante, essa religião era essencialmente monoteísta, com a crença em um deus principal criador de todo o universo, sem gênero ou forma, ao qual davam o nome de Amon-Rá ( A luz Oculta ), Atun-Rá ( A fonte e o fim de toda Luz ) ou simplesmente Rá ( A luz de Deus ). Os outros néteres ( deuses ) eram apenas as emanações de Rá em seus vários aspectos.

As questões espirituais estavam intimamente ligadas à ciência e às demais áreas do conhecimento humano. Os Sacerdotes Atlantes adaptaram seus princípios religiosos às crenças locais, que representavam aspectos da natureza, como o Sol, a Lua, as cheias e vazantes do Nilo, etc. Criaram mitos e lendas para assim perpetuar seus ensinamentos, dentre as quais a mais significativa é a lenda de Isis e Osiris.



OS FESTIVAIS RELIGIOSOS

Para organizar a vida civil e religiosa no Antigo Egito, os Sacerdotes criaram vários tipos de eventos sagrados chamados festivais, que eram celebrados segundo três calendários: O Calendário Lunar, de 30 dias, dividido em três semanas de 10 dias cada, baseado nas fases da Lua; O Calendário Civil, de 365 dias, baseado no Sol e nas estações do ano que eram apenas três : Akhet ( Inundação ), Pert ( Semeadura ) e Shemu ( Colheita ); O Calendário Sótico, baseado no ciclo da estrela Sótis ( Sírius da constelação do Cão Maior ). Como o ano lunar de 12 meses de 30 dias resultava em um ano de 360 dias, ajustaram-no ao ano solar com mais cinco dias, chamados "Epagômenos", em que se homenageavam os grandes Néteres: Osiris, Hórus, Seth, Isis e Néftis.

Os principais festivais eram os seguintes:


• Festivais dedicados a um Neter ou Nétrit ( deus ou deusa ) em particular, homenageando-os por meio da recordação pública de suas vidas míticas.
• Festivais para homenagear os mortos, gerando um sentido de comunidade tribal e valorizando a história ancestral, marcando os ciclos de tempo
• Festivais que iniciavam os ciclos do trabalho agrário de preparar o solo, semear e colher.

Inicialmente, os Sábios Atlantes, tiveram muito cuidado com a transmissão dos ensinamentos científicos e decidiram que o conhecimento da energia "vril" não seria transmitido, a fim de evitar que esta, fora de controle pudesse vir a reeditar a catástrofe anterior ( A destruição de Atlântida teria sido provocada pela má utilização dessa energia, irradiada para o espaço através da "Grande Pirâmide de Cristal", o que alterou a órbita do "Astro Rublo" atraindo-o em direção à Terra ). Para o exercício desse controle criaram as "Escolas Iniciáticas", onde os ensinamentos eram transmitidos somente àquelas pessoas que primeiramente passassem por rigorosas provas de coragem e fidelidade.

Os ensinamentos permaneciam velados para a grande massa popular, ainda não suficientemente preparada para aprendê-los. Todavia toda a população egípcia sabia destes mistérios que se relacionavam com a vida depois da morte e de como preparar-se para enfrentá-los corajosamente.
Como os nativos não dominavam a escrita, as instruções eram ministradas através do Medu-Netru ( símbolos ), que os arqueólogos atuais denominam "hieróglifos". Os caracteres gráficos falavam diretamente ao subconsciente e despertavam a inteligência dormente no íntimo daqueles seres, colocando-os em contato direto com o Grande Arquiteto dos mundos.

Esses hieróglifos foram gravados por Toth em 78 lâminas de ouro, subdivididas em 22 arcanos ( segredos ) maiores e 56 arcanos menores, que encerravam todo o conhecimento oculto, compondo uma espécie de livro que recebeu o nome de Tarot, que significa "Rota" ou "Caminhos". Escreveu também o Livro "M-Dwat" ou "O Livro dos Mortos", também conhecido como "O Livro para sair à Luz", contendo todas as doutrinas espirituais da antiga religião egípcia.

O aprendizado incluía as técnicas de arquitetura, segundo os mais exatos cálculos matemáticos e astronômicos, que foram utilizados na construção da grande pirâmide chamada "Khut", a "Luz", que era uma réplica em pedra, daquela que existiu no centro de Atlântida e que era fundida em uma única peça de cristal.

Os neófitos estavam simbolicamente empenhados na construção da pirâmide, assim como na edificação moral, social e religiosa daquela civilização. Os mestres formados nos mistérios recebiam o título de Hierofantes e seu expoente máximo chamava-se Faraó, líder religioso e político. Osiris foi o primeiro Faraó do Egito, Hórus o segundo.

Apesar da beleza física dos nativos, Toth não permitiu que qualquer dos néteres tivessem qualquer união com os membros daquela população, evitando assim que houvesse uma alteração genética que resultaria em um salto evolutivo daquele povo. Essa determinação resultou no costume dos casamentos consanguíneos da família real.

Com essa estrutura sócio-político-religiosa, onde estado e religião estavam intimamente ligados, nasce a cultura do antigo Egito. A antiga civilização Egípcia durou até o Sec. 1.º a. C. Nesse longo período, desenvolveu-se uma religião complexa, com muitos deuses diferentes que evoluíram como versões deificadas de aspectos locais. Em conseqüência, determinados deuses foram associados a lugares específicos. Em Menfis, Ptah era tido como o criador, em Heliópolis Amon-Rá era o supremo deus. Com o tempo, algumas divindades adquiriram importância nacional. Por exemplo, os regentes do mundo subterrâneo, Isis e Osiris, e o deus do sol Rá, assumiram muitas formas e influenciaram todos os aspectos da vida egípcia.


A LENDA DE ISIS E OSIRIS

Conta a lenda que Seth com inveja de Osiris, por este ter herdado o reino do pai na terra, engendrou um plano para matá-lo e assim usurpar o poder. Quando Osiris dormia, Seth tirou suas medidas e ajudado por 72 conspiradores, mandou construir um esquife com as medidas exatas de Osiris. Organizou um banquete e lançou um desafio, aquele que coubesse no esquife o ganharia de presente. Todos os deuses entraram e não se ajustaram.

Assim que Osiris entrou no esquife, Seth o trancou e mandou jogá-lo no rio, a correnteza o levou até a Fenícia. Ali ficou preso em uma planta até fazer parte do caule, que foi usado para construir uma coluna o "Djed".

Isis partiu em busca do esposo, e após muitas aventuras, conseguiu regressar ao Egito com a caixa, que escondeu em uma plantação de papiro. Seth a descobriu e cortou o corpo de Osiris em quatorze pedaços, que espalhou pelo Egito. Novamente Isis parte em busca dos despojos do esposo e dessa vez ajudada pela irmã Néftis, transformadas em milhafres (espécie de ave de rapina, semelhante ao abutre), encontram todas as partes de Osiris, exceto o órgão genital, que havia sido devorada por um peixe o Oxirincos.

Isis foi ajudada por Anubis que embalsamou Osiris, e este tornou-se a primeira múmia do Egito. Utilizando seus poderes mágicos, Isis, conseguiu que Osiris a fecundasse e dessa união nasceu Horus.

Seth iniciou uma luta pelo poder que envolveu todos os deuses. Por fim o próprio Osiris a partir do outro mundo, ameaçou mandar levantar todos os mortos se não fosse feita a justiça.

Rá e um tribunal de deuses estabeleceram que a sucessão fosse hereditária, e assim, Hórus pôde reinar.
Dessa maneira o Faraó em vida convertia-se em Hórus e ao morrer identificava-se com Osiris, o soberano do Além, considerando-se igual ao deus.




OS RITUAIS DE MUMIFICAÇÃO

A mumificação e os rituais funerários obedeciam regras rígidas, estabelecidas pelo próprio Anúbis e duravam 70 dias. Após a retirada dos órgãos internos, os embalsamadores colocavam as vísceras em vasos sagrados chamados "Vasos Canopos", cada um sob a proteção de um dos quatro filhos de Hórus. Inseti, com cabeça de homem protege o fígado; Hapi com cabeça de babuíno, os pulmões; Duamutef com cabeça de cão o estômago; Kebehsenuf, com cabeça de falcão, os intestinos.

O coração era lacrado no próprio corpo. Os Egípcios o consideravam como o órgão tanto da inteligência como do sentimento e portanto, seria indispensável na hora do juízo. Somente à alguém com um coração tão leve quanto a pluma da verdade, o deus Osiris permitia a entrada para a vida eterna. Os Egípcios não davam nenhuma importância ao cérebro. Após extraí-lo através das narinas do morto, os embalsamadores o jogavam fora. Depois de secar o cadáver com sal de natrão, eles o lavavam e besuntavam com resinas conservadoras e aromáticas.

Finalmente, envolviam o corpo em centenas de metros de tiras de linho, entre essas tiras eram colocados diversos amuletos que protegiam o morto contra inimigos e demônios do mundo subterrâneo. Antes de a múmia ser colocada no túmulo, um sacerdote funerário celebrava a cerimônia da abertura dos olhos e da boca, a fim de devolver á vida todos os sentidos do morto.




O JUIZO FINAL

A vida eterna começa no túmulo, com uma viagem pelo mundo subterrâneo. Primeiro o 'Ka" ( Força Vital ), deixa o corpo, acompanhado após o enterro pelo "Ba" ( Alma ). Hórus conduz o "Ba" através dos portais de fogo e da serpente até o salão do juízo. Anúbis, pesa o coração do morto, sede de sua consciência, junto com a pena de Maat, ou da verdade. Osiris observa na condição de juiz. Se o coração for mais pesado do que a pluma, Amut, um monstro parte leão, parte crocodilo e parte hipopótamo o devora, condenando o morto a um coma perpétuo. Se o coração equilibra com a pena da verdade, o "Ba" e o "Ka" reúnem-se para formar um "Akh", ou espírito, que emerge do mundo dominado pelo Osiris coroado. O "Akh" pode então retornar ao mundo dos vivos e desfrutar de seus prazeres, incluindo o amor de sua esposa e a atenção de seus servos. A vida agora lhe pertence por toda a eternidade.

MITOLOGIA EGÍPCIA

Os deuses do antigo Egito, foram Faraós que reinaram no período pré dinástico. Assim, os mitos foram inspirados em histórias que aconteceram de verdade, milhares de anos antes de sua criação. Para a cultura do antigo Egito o casamento consangüíneo tinha o sentido de complementaridade, unir céu e terra, seco e úmido, por essa razão diversos deuses eram irmãos que se casavam entre si. Osiris foi o primeiro Faraó e, que com o passar do tempo foi divinizado. Seu reinado em vida marcou uma época de prosperidade e ao morrer passou a ser o soberano do reino dos mortos.

Os deuses egípcios eram representados ora sob forma humana, ora sob forma de animais, considerados sagrados. O culto de tais animais era um aspecto importante da religião popular dos egípcios. Os teólogos oficiais afirmam que neles encarnava-se uma parcela das forças espirituais e da personalidade de um ou mais deuses. Deve ser entendido que o "deus" não residia em cada vaca ou em cada crocodilo. O culto era dirigido a um só indivíduo da espécie, escolhido de acordo com determinados sinais e entronizado num recinto especial. Ao morrerem, os animais sagrados eram cuidadosamente mumificados e sepultados em cemitérios exclusivos.

OS DEUSES EGÍPCIOS

NUN, é a divindade mais primitiva do panteão de Heliópolis. Personificava o abismo líquido ou as águas primordiais, a partir do qual todo o mundo foi criado; é a divindade mais velha e sábia de todas. Era representado como um homem barbado, com uma pena na cabeça e portando um cajado. É uma divindade bissexual e à vezes masculino. Nun gerou Atun (o sol nascente) e Re ou Rá (o sol do meio dia).

ATUN, Uma das manifestações do deus sol, especialmente ao entardecer, original de Heliópolis, era representado por um homem barbado usando a coroa dupla do faraó e menos freqüentemente, como uma serpente usando as duas coroas do Alto e do Baixo Egito. Era considerado o rei de todos os deuses, aquele que criou o universo. É o mesmo deus Rê ou Rá que gerou Shu o ar e Tefnut a umidade. Atun e Rê ou Rá, foram mais tarde unidos ao deus carneiro de Tebas Amon e ficou conhecido pelo nome de Amon-Rê ou Amon-Rá.

AMON, o deus-carneiro de Tebas, rei dos deuses e patrono dos faraós. Senhor dos templos de Luxor e Karnac. Tem por esposa Mut e por filho Khonsu. Passou a ser cultuado por volta de 2000 a.C. e traz algumas funções de Rá, sob o nome de Amon-Rê ou Amon-Rá, o criador dos deuses e da ordem divina. Ele é o sol que dá vida ao país. À época de Ramsés III. Amon tornou-se um título monárquico, mesmo título que Ptah e Rá. Freqüentemente representado como um homem vestido com a túnica real e usando na cabeça duas altas plumas do lado direito, ele se manifesta, igualmente, sob a forma de um carneiro e, mais raramente, de um ganso.

RÁ ( ou Rê), o criador dos deuses e da ordem divina, recebeu de Nun seu pai (mãe) o domínio sobre a Terra, mas o mundo não estava completamente acabado. Rá se esforçou tanto para terminar o trabalho da criação que chorou. De suas lágrimas, que banharam o solo, surgiram os seres humanos, masculinos e femininos. Eles foram criados como os deuses e os animais e Rá tratou de fazê-los felizes, tudo o que crescia sobre os campos lhes foi dado para que se alimentassem, não deixava faltar o vento fresco, nem o calor do sol, as enchentes ou as vazantes do Nilo. Como era considerado o criador dos homens, os egípcios denominavam-se o "rebanho de Rá". O deus nacional do Egito, o maior de todos os deuses, criador do universo e fonte de toda a vida, era o Sol, objeto de adoração em qualquer lugar. A sede de seu culto ficava em Heliópolis, o mais antigo e próspero centro comercial do Baixo Egito. Na Quinta Dinastia Rá, o Deus-Sol de Heliópolis, tornou-se uma divindade do estado. Foi retratado pela arte egípcia sob muitas formas e denominações e era também representado por um falcão, por um homem com cabeça de falcão ou ainda, mais raramente, por um homem. Quando representado por uma cabeça de falcão estabelecia-se uma identidade com Hórus, outro deus solar adorado em várias partes do país desde tempos remotos.

SHU, deus do ar e da luz, personificação da atmosfera diurna que sustenta o céu. Sua tarefa é trazer Rá, o deus Sol, seu pai, e o faraó à vida no começo de cada dia. É representado por um homem barbado usando na cabeça uma pena simples ou quatro longas plumas. É a essência da condição seca, do gênero masculino, calor, luz e perfeição. Aparece frequentemente nas pinturas, como um homem segurando Nut, a deusa do céu, para separá-la de Geb, o deus da Terra. Com Tefnut, sua esposa, formava o primeiro par de divindades de Heliópolis. Era associado ao Leão.

TEFNUT, considerada a deusa da umidade vivificante, que espera o sol libertar-se do horizonte leste para recebê-lo e não há seca por onde Tefnut passa. A deusa é irmã e mulher de Shu. É o símbolo das dádivas e da generosidade. Ela é retratada como uma mulher com a cabeça de uma leoa, indicando poder. Shu afasta a fome dos mortos, enquanto Tefnut afasta a sede. Shu e Tefnut são os pais de Geb e Nut.


NUT, deusa do céu que acolhe os mortos no seu império, é muitas vezes representada sob a forma de uma vaca. Com o seu corpo alongado, coberto por estrelas, forma o arco da abóbada celeste que se estende sobre a terra. É como um abraço da deusa do céu sobre Geb, o deus da Terra. Nut e Geb são pais de Osiris, Isis, Seth, Néftis e Hathor. Osiris e Isis já se amavam no ventre da mãe e a maldade de Seth, logo ficou evidente, quando ao nascer, este rasgou o ventre da mãe.

GEB, o deus da Terra é irmão e marido de Nut. É o suporte físico do mundo material, sempre deitado sob a curva do corpo de Nut. Ele é o responsável pela fertilidade e pelo sucesso nas colheitas. Ele estimula o mundo material dos indivíduos e lhes assegura enterro no solo após a morte. Geb umedece o corpo humano na terra e o sela para a eternidade. Nas pinturas é sempre representado com um ganso sobre a cabeça.

OSÍRIS, irmão e marido de Isis, pai de Hórus. A origem de Osíris consta nos relatos da criação do mundo, sua geração é a ultima a acontecer e não representa mais os elementos materiais (espaço, luz, terra, céu...). Na lenda, que evoca o retorno da vida com a cheia do Nilo, após o período da seca, Osíris é morto, destruído e ressuscitado, representando a morte e renascimento da vegetação e de todos os seres. Por essa razão, ele é o deus dos mortos e do renascimento, rei e juiz supremo do mundo dos mortos. Acredita-se que ele tenha sido o primeiro Faraó e que ensinou aos homens as artes da agricultura e da civilização.

ÍSIS, é a mais popular de todas as deusas egípcias, considerada a deusa da família, o modelo de esposa e mãe, invencível e protetora. Usa os poderes da magia para ajudar os necessitados. Ela criou o rio Nilo com as suas lágrimas. Conta a lenda que, após a morte de Osíris, ela transforma-se em um milhafre para chorá-lo, reúne os pedaços de seus despojos, se empenha em reanima-lo e dele concebe um filho, Horus. Ela defende com unhas e dentes seu rebento contra as agressões de seu tio Seth. Perfeita esposa e mãe ela é um dos pilares da coesão sócio-religiosa egípcia. Usa na cabeça um trono que é o hieróglifo de seu nome.

SETH, personifica a ambição e o mal. Considerado o deus da guerra e Senhor do Alto Egito durante o domínio dos Hicsos, tinha seu centro de culto na cidade de Ombos. Embora inicialmente fosse um deus benéfico, com o passar do tempo tornou-se a personificação do mal. Era representado por um homem com a cabeça de um tipo incerto de animal, parecido com um cachorro de focinho e orelhas compridas e cauda ereta, ou ainda como Tífon, um animal imaginário formado por partes de diferentes seres, com a cabeça de um bode, orelhas grandes, como um burro. Associavam-no ao deserto aos trovões e às tempestades. Identificado com o lado negativo da lenda, a luta entre Osiris e Seth era a luta da terra fértil contra a areia do deserto.

NÉFTIS, é a esposa de Seth, mas quando este trai e assassina Osíris, por quem era apaixonada, ela permanece solidária à Isis, ajudando-a a reunir os membros espalhados do defunto e também tomando a forma de um milhafre para velá-lo e chorá-lo. Como Isis, ela protege os mortos, sarcófagos e um dos vasos canopos. O hieróglifo de seu nome é um cesto colocado sobre uma coluna, que usa na cabeça,. É ainda na campanha de Isis que ela acolhe o sol nascente e o defende contra a terrível serpente Apófis.

HÁTOR, personificação das forças benéficas do céu, depois de Isis, é a mais venerada das deusas. Distribuidora do amor e da alegria, deusa do céu e protetora das mulheres, nutriz do deus Hórus e do faraó, patrona do amor, da alegria, da dança e da música. Também é a protetora da necrópole de Tebas, que sai da falésia para acolher os mortos e velar os túmulos. Seu centro de culto era a cidade de Dendera, mas havia templos dessa divindade por toda parte. É representada na forma de uma mulher com chifres de vaca e disco solar na cabeça, uma mulher com cabeça de vaca ou por uma vaca que usava um disco solar e duas plumas entre os chifres. As vezes é retratada por um rosto de mulher visto de frente e provido de orelhas de vaca, a cabeleira separada em duas abas com as extremidades enroladas.

HÓRUS, filho de Isis e Osíris, Horus teve uma infância difícil, sua mãe teve de escondê-lo de seu tio Seth que cobiçava o trono de seu pai Osiris. Após ter triunfado sobre Seth e as forças da desordem, ele toma posse do trono dos vivos; o faraó é sua manifestação na terra. Ele é representado como um homem com cabeça de falcão ou como um falcão, sempre usando as duas coroas do Alto e Baixo Egito. Na qualidade de deus do céu, Hórus é o falcão cujos olhos são o sol e a lua. Com o nome de "Horus do horizonte", assume uma das formas do sol, a que clareia a terra durante o dia. Mantenedor do universo e de todo tipo de vida, Horus era adorado em todo lugar. Ele é considerado o mais importante de todos os deuses, aquele que guia as almas até o Dwat ( Reino dos Mortos ).

ANÚBIS, filho de Seth e Néftis, é o mestre dos cemitérios e o patrono dos embalsamares. É na realidade o primeiro entre eles, a quem se deve o protótipo das múmias, a de Osíris. Todo egípcio esperava beneficiar-se em sua morte do mesmo tratamento e do mesmo renascimento desta primeira múmia. Anúbis também introduz os mortos no além e protege seus túmulos com a forma de um cão, vigilante, deitado em uma capela ou caixão. Anúbis era também associado ao chacal, animal que freqüentava as necrópoles e que tem por hábito desenterrar ossos, paradoxalmente representava para os egípcios a divindade considerada a guarda fiel dos túmulos. No reino dos mortos, era associado ao palácio de Osiris, na forma de um homem com cabeça de cão ou chacal, era o juiz que, após uma série de provas por que passava o defunto, dizia se este era justo e merecia ser bem recebido no além túmulo ou se, ao contrário, seria devorado por um terrível monstro, Amut. Anúbis tinha seu centro de culto em Cinópolis.

TOTH, divindade à qual era atribuída a revelação ao homem de quase todas as disciplinas intelectuais, a escrita, a aritmética, as ciências em geral e a magia. Era o deus-escriba e o deus letrado por excelência. Havia sido o inventor da escrita hieroglífica e era o escriba dos deuses; senhor da sabedoria e da magia. O que faz dele o patrono dos escribas que lhe endereçam uma prece antes de escrever. "Mestre das palavras divinas". Preside a medida do tempo, o disco na cabeça é a lua, cujas fases ritmam os dias e as noites. Representado como um íbis ou um homem com cabeça de íbis, ou ainda um babuíno.

MAÁT, esta deusa, que traz na cabeça uma pluma de avestruz, representa a justiça e a verdade, o equilíbrio, a harmonia do Universo tal como foi criado inicialmente. É também a deusa do senso de realidade. Filha de Rá e de um passarinho que apaixonando-se pela luminosidade e calor do Sol, subiu em sua direção até morrer queimado. No momento da incineração uma pena voou. Era Maat. É a pena usada por Anúbis para pesar o coraçáo daqueles que ingressam no Dwat. Em sociedade, este respeito pelo equilíbrio implica na prática da equidade, verdade, justiça; no respeito às leis e aos indivíduos; e na consciência do fato que o tratamento que se inflige aos outros pode nos ser infligido. É Maát, muito simbolicamente, que se oferece aos deuses nos templos. Protetora dos templos e tribunais.

PTAH, deus de Mênfis que foi a capital do Egito no Antigo Império, Ptah é "aquele que afeiçoou os deuses e fez os homens" e "que criou as artes". Concebeu o mundo em pensamento e o criou por sua palavra. Seu grande sacerdote chama-se "o superior dos artesãos". É, realmente, muito venerado pelos trabalhadores manuais, particularmente pelos ourives. Tem o préstimo dos operários de Deir el-Medineh. Apresenta-se com uma vestimenta colante que lhe dá a impressão de estar sem pescoço e usando na cabeça uma calota. Tem como esposa a deusa Sekhmet e por filho Nefertum, o deus do nenúfar(plantas aquáticas ).

SEKHMET, uma mulher com cabeça de leoa, encimada pelo disco solar, era uma de suas representações que, por sua vez, simbolizava os poderes destrutivos do Sol. Embora fosse uma leoa sanguinária, também operava curas e tinha um frágil corpo de moça. Era a deusa cruel da guerra e das batalhas e tanto causava quanto curava epidemias. Essa divindade feroz era adorada na cidade de Mênfis. Sua juba ( dizem os textos ) era cheia de chamas, sua espinha dorsal tinha a cor do sangue, seu rosto brilhava como o sol... o deserto ficava envolto em poeira, quando sua cauda o varria...

BASTET, uma gata ou uma mulher com cabeça de gata simbolizava a deusa Bastet e representava os poderes benéficos do Sol. Seu centro de culto era Bubástis, cujo nome em egípcio ( Per Bast ) significa a casa de Bastet. Em seu templo naquela cidade a deusa-gata era adorada desde o Antigo Império e suas efígies eram bastante numerosas, existindo, hoje, muitos exemplares delas pelo mundo. Quando os reis líbios da XXII dinastia fizeram de Bubástis sua capital, por volta de 944 a.C., o culto da deusa tornou-se particularmente desenvolvido.

KHNUM, um dos deuses relacionados com a criação era simbolizado por um carneiro, animal considerado excepcionalmente prolífico pelos egípcios. Segundo a lenda, o deus Khnum, um homem com cabeça de carneiro, era quem modelava, em seu forno de oleiro, os corpos dos deuses e, também, dos homens e mulheres, pois plasmava em sua roda todas as crianças ainda por nascer. Principal deus da Ilha Elefantina, localizada ao norte da primeira catarata do Nilo, onde as águas são alternadamente tranquilas e revoltas. Tem duas esposas Anuket (águas calmas) e Sati ( a inundação). Um dos velhos deuses cósmicos, é descrito como autor das coisas que são, origem das coisas criadas, pai dos pais e mãe das mães. Sua esposa Anuket ou Heqet, deusa com cabeça de rã, também era associada à criação e ao nascimento.

SEBEK, um crocodilo ou um homem com cabeça de crocodilo representavam essa divindade aliada do implacável deus Seth. O deus-crocodilo, era venerado em cidades que dependiam da água, como Crocodilópolis, seu centro de culto, na região do Faium, onde os sáurios eram criados em tanques e adornados com jóias, protegidos, nutridos e domesticados. Um homem ferido ou morto por um crocodilo era considerado privilegiado. Sua adoração foi sobretudo importante durante o Médio Império.

TUÉRIS, (Taueret ) era a deusa-hipopótamo que protegia as mulheres grávidas e os nascimentos. Ela assegurava fertilidade e partos sem perigo. Adorada em Tebas, é representada em inúmeras estátuas e estatuetas sob os traços de um hipopótamo fêmea erguido, com patas de leão, de mamas pendentes e costas terminadas por uma espécie de cauda de crocodilo. Além de amparar as crianças, Tueris também protegia qualquer pessoa de más influências durante o sono.


KHEPRA, (escaravelho, em egípcio) ou um homem com um escaravelho no lugar da cabeça também representavam o deus-Sol. Nesse caso o besouro simbolizava o deus Khepra e sua função era nada menos que a de mover o Sol, como movia a bolazinha de excremento que empurrava pelos caminhos. Associados à idéia mitológica de ressurreição, os escaravelhos eram motivo freqüente das peças de ourivesaria encontradas nos túmulos egípcios.

ÁPIS, o boi sagrado que os antigos egípcios consideravam como a expressão mais completa da divindade sob a forma animal e que encarnava, ao mesmo tempo, os deuses Osíris e Ptah. O culto do boi Ápis, em Mênfis, existia desde a I dinastia pelo menos. Também em Heliópolis e Hermópolis este animal era venerado desde tempos remotos. Essa antiga divindade agrária, simbolizava a força vital da natureza e sua força geradora.

BABUINO ou cinocéfalo é um grande macaco africano, cuja cabeça oferece alguma semelhança com os cães. No antigo Egito este animal estava associado ao deus Thoth, considerado o deus da escrita, do cálculo e das atividades intelectuais. Era o deus local em Hermópolis, principal cidade do Médio Egito. Deuses particularmente numerosos parecem ter se fundido no deus Thoth: deuses-serpentes, deuses-rãs, um deus-íbis, um deus-lua e este deus-macaco.

ÍBIS, uma ave pernalta de bico longo e recurvado. Existe uma espécie negra e outra de plumagem castanha com reflexos dourados, mas era o íbis branco, ou íbis sagrado, que era considerado pelos egípcios como encarnação do deus Thoth. Esta ave tem parte da cabeça e todo o pescoço desprovido de penas. Sua plumagem é branca, exceto a da cabeça, da extremidade das asas e da cauda, que é muito negra. Um homem com cabeça de íbis, era outra das representações daquele deus.

APÓFIS, a serpente que habitava o além-túmulo, representava as tempestades e as trevas. É descrita no chamado Livro de Him no Inferno, uma obra que narra a viagem do deus-Sol pelo reino das sombras durante a noite. Nessa jornada, enquanto visitava o reino dos mortos, a divindade lutava contra vários demônios que tentavam impedir sua passagem. As serpentes estavam entre os adversários mais perigosos e o demônio líder de todos eles era Apófis.

A mitologia egípcia inclui muitos deuses e deusas, entretanto, geralmente representam o mesmo conjunto de forças e arquétipos. O grupo acima descrito, resume de modo satisfatório o grande panorama da religião egípcia que perdurou durante milênios.

segunda-feira, 9 de março de 2009

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O Significado da Bruxaria - Gerald Gardner
 
 
 
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 Os Mistérios Wiccanos - Raven Grimassi
 
 
 
A Bíblia das Bruxas - Janet e Stewart Farrar
 
 
 
 Feitiçaria, a Tradição Renovada - Doreen Valiente e Evan John Jones
 
 
 
A Dança Cósmica das Feiticeiras - Starhawk
 
 
 
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 A Verdade sobre a Bruxaria - Scott Cunningham
 
 
Enciclopédia de Cristais, Pedras Preciosas e Metais - Scott Cunningham
 
 
Guia Essencial da Bruxa Solitária - Scott Cunningham
 
 
 
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sexta-feira, 6 de março de 2009

A Magia e os Duendes

Magia Para Ordenar e Organizar a Vida



Os duendes são seres que andam por ai, e as vezes atrapalham ou obstaculizam a vida dos humanos e nem se apercebem disso, e assim vão brincando e se divertindo, sem saber realmente o que estão fazendo, pois eles não tem os mesmo parâmetros que nós sobre como são as coisas em nosso mundo -muito diferente do deles-.


Quando as coisas se complicarem em sua vida e as coisas caem ou você as derruba a todo momento, ou há demasiados obstáculos para resolver, chame o Duende Organizador, para que ele ordene e organize a bagunça que os outros duendes fizeram.



Isto é simples de fazer: coloque uma maça em algum lugar da casa em cima de uma mesinha ou numa prateleira, e um copo de água, e a runa desenhada ao lado, num oval branco liso de papel.

Na parte de trás do oval, no qual desenhou a runa, escreva seu nome em rúnico, e chame o Duende Organizador 3 vezes e peça que ele o ajude em seus problemas.


Esta runa traz conhecimento para dissipar a confusão, e harmonizar-se com as Forças da Mãe Terra e com os ciclos da Lua.

Magia na Lua Minguante

Feitiço com Sal,
Para a Conseguir Emprego e Melhorar Economicamente


Si deseja um banho para atrair a fortuna e a prosperidade, através de um bom emprego, prepare estes sais, e purifique-se com elas, numa noite de Lua Minguante.

Ingredientes

- ¼ quilo de sal grosso
- 100 ml de água pura
- 10 gotas de aceite de amêndoas
- 1 colherada de água de flor de laranjeira
- 1 ramo pequeno de flores de lavanda


Misture a água pura com o azeite de amêndoa, e com a água de flor de laranjeira, ou na falta com água de cascas de laranja fervida.

Coloque o sal num recipiente de vidro preferentemente azul, adicione a mistura anterior de águas e azeite, e deixe repousar uma hora, na intempérie, numa noite de Lua Minguante.

Coe tudo passada uma hora, e coloque o sal numa bandeja de metal prateado, e volte a colocar na intempérie, por outra hora mais.

Depois, traga-a para dentro da casa, e deixe assim por outra hora.

A seguir, coloque o sal e as flores de lavanda no mesmo recipiente de vidro com tapa para que possa guardá-lo.

Antes disso, tome um banho pisando a metade deste sal preparado, enquanto pensa que seus problemas econômicos dissolvem-se com ela.

O sal na hora do banho deve estar colocado encima de uma roupa que vc usou.

Use a metade do preparado, e depois a outra parte, na próxima Lua Minguante.

Bom Feitiço!

Magias com a Lua Crescente e o Pentagrama

Magias com os Tatwas - As Marés da Vida e do Amor

Estas magias me foram ensinadas pelas Bruxas Ancestrais , e são muito simples de fazer:

Desenhar a estrela de 5 pontas no Quadrado Amarelo de Privitti, traz crescimento financeiro durante toda a fase da Lua Crescente.

Escrever o nome da pessoa no centro, onde fica desenhada uma Lua Crescente estilizada, pela curva da barra superiror da estrela e as linhas pontilhadas.

É importante que o desenho seja idêntico a este que podem observar aqui, ainda que o tamanho pode ser escolhido; depois enterrar o desenho, e dizer enquanto o faz:
"Devolvo este Selo ao seu Elemento"

Desenhar a estrela de 5 pontas no Triângulo Escarlate de Tejas, aumenta as defesas e serve como um escudo mágico durante toda a fase da Lua Crescente.

Escrever o nome da pessoa no centro, onde fica desenhada uma Lua Crescente estilizada, pela curva da barra superiror da estrela e as linhas pontilhadas.

É importante que o desenho seja idêntico a este que podem observar aqui, ainda que o tamanho pode ser escolhido; depois queimar o desenho, e dizer enquanto o faz:
"Devolvo este Selo ao seu Elemento"

Desenhar a estrela de 5 pontas no Crescente Prateado de Apas, diminui a intensidade das doenças e propicia uma cura mais rápida, se feito durante a fase da Lua Crescente.

Escrever o nome da pessoa no centro, onde fica desenhada uma Lua Crescente estilizada, pela curva da barra superiror da estrela e as linhas pontilhadas.

É importante que o desenho seja idêntico a este que podem observar aqui, ainda que o tamanho pode ser escolhido; depois fazer um pequeno buraco na terra, colocar o desenho nele, jogar água por cima dizendo enquanto o faz:

"Devolvo este Selo ao seu Elemento"

Ao terminar tapar com terra.

Desenhar a estrela de 5 pontas no Círculo Azul de Vayu, proporciona o desenvolvimento de planos e projetos durante toda a fase da Lua Crescente.

Escrever o nome da pessoa no centro, onde fica desenhada uma Lua Crescente estilizada, pela curva da barra superiror da estrela e as linhas pontilhadas.

É importante que o desenho seja idêntico a este que podem observar aqui, ainda que o tamanho pode ser escolhido; depois rasgar o desenho, joagá-lo ao vento, dizendo enquanto o faz:
"Devolvo este Selo ao seu Elemento"

Estas magias devem ser repetidas a cada 28 dias, durante a fase da Lua Crescente.